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	<title>adapatabilidade &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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		<title>Você está preparado para o futuro? Sabe quais são as competências mais exigidas?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 18:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adapatabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[competência do futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presente e o futuro do trabalho são hoje altamente influenciados pelas tendências digitais. As novas empresas, particularmente as startups, nascem tendo a tecnologia em seu DNA. As empresas já estabelecidas, que vivenciaram um momento anterior à quarta revolução industrial, também tentam fazer sua transformação visando a sobrevivência e adaptação ao novo mundo VUCA, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presente e o futuro do trabalho são hoje altamente
influenciados pelas tendências digitais. As novas empresas, particularmente as <em>startups</em>,
nascem tendo a tecnologia em seu DNA. As empresas já estabelecidas, que
vivenciaram um momento anterior à quarta revolução industrial, também tentam
fazer sua transformação visando a sobrevivência e adaptação ao novo mundo VUCA,
que significa: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Volátil:
muda o tempo todo;</li><li>Uncertain
(incerto): difícil de fazer previsões;</li><li>Complexo:
falta de conexão clara entre causas e efeitos, mundo mais conectado, com
influências diversas;</li><li>Ambíguo:
sem respostas precisas.</li></ul>



<p>Nesse contexto, o que dizer sobre as competências exigidas
pelas organizações aos seus colaboradores? &nbsp;Visando responder a essa pergunta foi lançada
uma pesquisa realizada através de questionário com perguntas de multipla
escolha e abertas, direcionado a líderes e liderados em empresas ativas na
atualidade cujo objetivo é a adaptação e a sobrevivência no futuro. A pesquisa
foi realizada de 25/06 a 06/07/2020 com profissionais pertencentes ao <em>networking</em>
da autora, que receberam o <em>link</em> para resposta através das redes <strong>Whatsapp</strong>
ou <strong>Linkedin</strong>. Houve 321 respostas e não era exigido o nome do respondente.</p>



<p>Os resultados da pesquisa demonstram a consciência
existente na amostra de participantes considerada sobre as transformações que
estão ocorrendo nas organizações, como consequência das mudanças do mundo
externo VUCA, assim como da necessidade do indivíduo se modificar
constantemente para também atender a essa realidade.</p>



<p>A grande competência do futuro reconhecida em larga escala
tanto pelas empresas como pelos profissionais foi a adaptabilidade às mudanças.</p>



<p>As organizações devem se preparar para essa nova era, sob
pena de não sobreviverem no futuro. Há vários exemplos de grandes empresas que
não tiveram a resiliência suficiente para realizar esse desafio. Lembremo-nos
dos casos da Kodak ou da Nokia, líderes em seus setores por muito tempo até
morrerem.</p>



<p>A Kodak, foi fundada em 1888 e em 1976 dominava 90% das
vendas de filmes e 85% de câmeras nos EUA. Por essa época, chegou a desenvolver
o primeiro protótipo de câmera digital, mas decidiu não investir na novidade,
pois isso poderia canibalizar a venda de filmes, que era seu carro chefe. A
câmera digital, não fabricada pela Kodak, virou a grande disrupção e sucesso. Em
2012, a Kodak entrou com um pedido de falência: morreu por falta de inovação,
apesar de ter desenvolvido, mas não lançado, o produto que a matou!</p>



<p>Em 2007 a Nokia, uma das maiores companhias em seu ramo, &nbsp;compra a Navteq (empresa de navegação e mapeamento) por US$8,1 bilhões. A Navteq dominava a indústria de sensores de tráfego (somente na Europa cobria 400 mil Km). Nesta mesma época, foi fundado o Waze com o <em>crowdsourcing</em> de informações de localização, aproveitando os sensores de GPS dos telefones celulares dos próprios usuários. Em 2009, os números de fontes de dados de tráfegos da Waze se igualavam aos da Navteq. Em 2011, esse número era 4 vezes maior. Em 2012, o valor de mercado da Nokia caiu de US$140 bilhões para US$8,2 bilhões. Em 2013, o Google adquiriu o Waze por US$1,1 bilhão: a empresa não tinha infraestrutura, nem <em>hardware</em> e possuía aproximadamente 100 colaboradores; mas, tinha 50 milhões de usuários, ou 50 milhões de “sensores de tráfego humanos”. A Nokia pensou físico, linear, ultrapassado e o Waze pensou informação, exponencial, moderno.</p>



<p>Exitem vários exemplos
como os da Kodak ou da Nokia e são sinônimos de uma falta de sensibilidade e
flexibilidade para adaptação às mudanças céleres do nosso universo contemporâneo.
É o motivo pelo qual as organizações devem se adaptar para sobreviver. Qual
seria o maior fator contribuitivo a essa transformação? Dentre vários outros, mas
extremamente relevante neste contexto, são as competências voltadas ao futuro de
seus colaboradores. Daí chegamos do coletivo para o individual. Assim como as
pessoas jurídicas, também as pessoas físicas devem realizar a evolução
necessária para realizar essa passagem. Isso sempre foi essencial, mas agora
temos uma velocidade exponencial concorrendo na equação.</p>



<p>A Mckinsey Global realizou
um estudo para a revista Fortune, no qual apontou que as 500 maiores empresas
americanas em 1980 possuiam uma media de idade de 63 anos e que em 2016 essa
mesma media era de 19 anos. Tudo isso leva a uma necessidade de renovação das
empresas liderada pelos profissionais que nela trabalham. Segundo Magaldi e
Salibi, em seu livro “O Novo Código da Cultura”, o êxito no processo de
adaptação ao novo não está relacionado exclusivamente às transformações
tecnológicas. Não é possível que aconteçam transformações de qualquer natureza,
seja qual for a organização, que não envolvam uma profunda modificação cultural
em sua essência. E a transformação cultural é consequência dos indivíduos,
crenças e valores da empresa. </p>



<p>Neste enfoque, acreditamos
que, na amostra avaliada no estudo de caso, as pessoas e empresas estejam
conscientes desta necessidade premente: estar à frente das mudanças, ter adaptabilidade
é o segredo para o sucesso no futuro. Obviamente, a pesquisa realizada
considera um público alvo (<em>networking</em> da autora) que não pode ser extrapolado
para toda a sociedade, mas que possibilita analisar o que pensa parte de seu
todo.</p>



<p>Pudemos observar que a
pesquisa resulta na necessidade de desenvolvimento maior de <em>soft skills</em>
do que de <em>hard skills</em> para que profissionais encarem o futuro de frente.
Tanto na pergunta fechada relativa à valorização das empresas às competências
(66% <em>soft skills</em> versus 34% <em>hard skills</em>), como ainda mais na
pergunta aberta (94% de <em>soft skills</em> versus 6%de <em>hard skills</em>), referente
às capacidades profissionais dos indivíduos para ter sucesso no futuro. </p>



<p>Nossa amostra acredita que
o desenvolvimento de competências comportamentais levam o profissional a uma
maior flexibilidade e dinamismo para atuação no futuro. O indivíduo com mais
competências comportamentais disponíveis estaria mais apto a aumentar as competências
técnicas primordiais à construção do que virá.</p>



<p>Tivemos como o <em>hard
skill</em> mais apontado o conhecimento técnico da área em que atua, o que
avaliamos como coerente. A tecnologia é a responsável por todas essas mudanças
e é sem dúvidas ela que deverá ser aprendida e aperfeiçoada pelos profissionais
que quiserem ser destaques neste movimento.</p>



<p>A própria pesquisa nos
mostra como conseguir isso: o aprendizado contínuo, apontado na pergunta
aberta, como a segunda habilidade mais importante depois da adaptabilidade. O
indivíduo deve se engajar na aquisição do conhecimento de maneira proativa e isso
pode ocorrer de diversas maneiras, pois temos hoje um mundo de conhecimento
polissinodal, disponível para utilização.&nbsp;
Todos que quiserem ter alto grau de adaptação ao novo, deverão aprender
a vida inteira.</p>



<p>Vale ressaltar, ainda, várias
outras competências escolhidas pelos pesquisados como fundamentais para essa
nova realidade: inteligência emocional, criatividade, pensamento crítico, colaboração,
multidisciplinaridade, visão sistêmica, trabalho em equipe. Também não passou
desapercebida a indicação por vários respondentes da capacidade de “empreendedorismo”
como sinônimo de uma nova competência, que engloba tanto a capacidade de
execução, proatividade e inovação necessárias às novas companhias ou mesmo na atuação
naquelas já existentes. A importância dada às competências comportamentais
revela quão exclusivas elas são e como devemos considerá-las fundamentais em
qualquer cenário que esteja por vir.</p>



<p>Muitos dos comentários às
respostas mencionaram a pandemia do corona vírus, a qual continuamos vivendo no
momento, como um fator externo em forma de crise que veio apressar a
necessidade de adaptação cultural e tecnológica das organizações e pessoas às novidades.
Entre abril e junho, meses de pico do distanciamento social, 5,7 milhões de
clientes fizeram <strong>sua primeira compra</strong> pela internet, de acordo com dados
da Neotrust Compre&amp;Confie, segundo publicado no jornal Folha de São Paulo
de 23/07/20. Os clientes que antes se sentiam receosos de utilizar esse canal, foram
incentivados pelo novo cenário a tomar um outro tipo de atitude e as empresas viram-se
mandatoriamente mais abertas a explorar ou fomentar novas opções não tão
utilizadas anteriormente. É assim que as oportunidades se apresentam: quem
estiver mais preparado, consegue crescer e se desenvolver. As crises podem, sim,
serem vistas como um acelerador das mudanças organizacionais e pessoais, mas é
preciso ter mente aberta para aproveitá-las como tal.</p>



<p>O resultado final da pesquisa mostra que as variáveis
analisadas tiveram alguma influência nas respostas: ramo de atividade das
empresas, seu porte, função e geração do respondente trouxeram algumas
reflexões sobre atitudes essenciais às transformações mais abrangentes ao
futuro. Por vezes, as lideranças ainda não estão capturando os anseios de sua
base. De um modo geral, porém, o resultado foi homogêneo indicando as
conclusões acima.</p>



<p>Para terminar, deve-se destacar que analisando empresas e
profissionais, vale a máxima do protagonismo individual para adaptação e
enfrentamento ao futuro. Quando analisamos, porém, os países e a grande
necessidade de requalificação de mão de obra que o futuro já vem demandando e demandará
cada vez mais, como apontado pelo Fórum Econômico Mundial, faz-se essencial a
adoção de políticas de estado para ajudar a promover toda essa adequação social,
sob pena de termos países em graus ainda mais díspares de desenvolvimento.</p>



<p>Quer desenvolver suas competências
para o futuro?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp:
(11) 99851-1275</p>
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