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	<title>adaptabilidade &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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		<title>Quais as competências mais importantes para 2024?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2023 12:36:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL: O encerramento de um ano é o momento ideal para estabelecermos um marco e realizarmos conjecturas sobre o que fizemos, nossos sucessos e pontos de aprendizado além de reavaliarmos nossos objetivos e o que devemos desenvolver no próximo período. Isso requer conhecimento das nossas próprias habilidades, de nossos gaps e das tendências do...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL:</strong></p>



<p>O encerramento de um ano é o momento ideal para estabelecermos um marco e realizarmos conjecturas sobre o que fizemos, nossos sucessos e pontos de aprendizado além de reavaliarmos nossos objetivos e o que devemos desenvolver no próximo período. Isso requer conhecimento das nossas próprias habilidades, de nossos <em>gaps</em> e das tendências do mercado.</p>



<p>Devemos nos recordar sempre que os profissionais são seres humanos com um conjunto de características e que não basta focar em um só espectro de competências num mercado tão mutável e competitivo. As habilidades técnicas, particularmente proficiência digital, análise de dados e inteligência artificial são chave em qualquer ramo de atividade, mas, aptidões comportamentais continuam fundamentais, afinal, mesmo no trabalho mais técnico, não se vive isolado.</p>



<p>Dentre as diversas habilidades apontadas como relevantes para atendimento aos requisitos do mundo atual, temos algumas que são quase unanimidade dentre os estudiosos do assunto.</p>



<p><strong>COMPETÊNCIAS TÉCNICAS MAIS RELEVANTES</strong></p>



<p>Segundo o site Rede Jornal Contábil, no artigo “Se ligue! 5 habilidades para dominar o mundo da tecnologia em 2024” de Bia Montes, uma pesquisa recente da&nbsp;Gartner, publicada em 2023, a média de aplicativos utilizados por colaboradores aumentou significativamente em comparação a 2019, passando de 6&nbsp;para 11, demonstrando como a tecnologia se tornou parte relevante de nossas vidas profissionais.</p>



<p>É crescente a utilização de inteligência artificial (IA), análise de dados e colaboração digital e apenas o Word e o Excel não são mais suficientes para atender a demanda laboral. &nbsp;Afinal, dados são importantes para reforçar argumentos e dar embasamento às tomadas de decisão e o uso de inteligência artificial torna os processos mais ágeis e seguros.</p>



<p>Devemos, no entanto, ter a habilidade de pensamento crítico para podermos tirar o melhor das tecnologias sem sermos escravizados pela “opinião” das máquinas.</p>



<p><strong>COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS MAIS RELEVANTES</strong></p>



<p>Como vimos, para atender as necessidades da vida atual, é importante desenvolver habilidades em uma velocidade muito mais rápida do que anteriormente e, para isso, a adaptabilidade é essencial. Segundo o site Eduaca+Brasil, em seu artigo “Conheça as cinco&nbsp;soft skills mais valorizadas para 2024”, a&nbsp;capacidade de se adaptar a novas situações, tecnologias e processos é crucial; a adaptabilidade demonstra flexibilidade e resiliência tornando o novo um desafio a ser vencido ao invés de um empecilho intransponível.</p>



<p>Além disso, é essencial saber lidar com pessoas. Segundo artigo publicado no LinkedIn “Visão 2024: As Profissões Mais Promissoras e Como Fazer Parte Delas” é fundamental termos a capacidade de união e interação positiva com as diferentes áreas e funcionários da empresa, de forma a obter um todo harmônico e efetivo. Construir relacionamentos interpessoais sadios e proveitosos e saber lidar com diferenças podem agregar muito valor tanto na vida profissional como pessoal.</p>



<p>Nesse contexto, os gestores são particularmente exigidos no sistema em geral, pois podem ser, inclusive, a principal causa de insatisfação dos funcionários com a empresa. Ao contrário do que se imaginava um tempo atrás, a liderança humanizada será uma habilidade bastante requisitada para aqueles que quiserem gerir suas equipes de forma produtiva e saudável. Segundo publicação da Você Rh de dezembro/23, em seu artigo “2024: o ano para obter mais e melhores habilidades”, chegou o momento de os líderes admitirem suas vulnerabilidades, pois isso irá aproximá-los mais de seus times fazendo com que entendam e interajam melhor seus colaboradores.</p>



<p><strong>APRENDER A VIDA INTEIRA</strong></p>



<p>Seja qual for sua avaliação sobre quais competências desenvolver para o próximo período é importante ter a mente aberta ao novo e estar disponível ao aprendizado constante, reconhecendo que não estamos nunca “prontos”, mas que somos sempre seres em construção, ou seja, adotarmos o pensamento da mentalidade de crescimento tanto preconizado por Carol Dweck em seu livro “Mindset”, no qual se acredita que é possível desenvolver novas habilidades durante a vida inteira.</p>



<p>Quer avaliar que competências desenvolver em 2024?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Todas as pessoas nascem criativas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 20:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Podemos resumir os atributos do mundo de hoje pelo acrônimo VUCA. O mundo hoje está Volátil, pois muda o tempo todo; incerto (do inglês Uncertain), ou seja, cada vez mais difícil de fazer previsões; Complexo, em razão de precisarmos de muitas interações multidisciplinares para entender as coisas; e Ambíguo, na medida em que as respostas...]]></description>
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<p>Podemos resumir os atributos do mundo de hoje pelo acrônimo VUCA. O mundo hoje está <strong>V</strong>olátil, pois muda o tempo todo; incerto (do inglês <strong>U</strong>ncertain), ou seja, cada vez mais difícil de fazer previsões; <strong>C</strong>omplexo, em razão de precisarmos de muitas interações multidisciplinares para entender as coisas; e <strong>A</strong>mbíguo, na medida em que as respostas não são mais únicas e exatas.</p>



<p>Nesse contexto, e com a automatização e digitalização em franca expansão, percebemos o crescimento da exigência por uma capacidade típica do ser humano: <strong>a criatividade</strong>, competência mais solicitada por empresas que procuram talentos, segundo pesquisa do Linkedin. Mas, essa não é uma habilidade possuída apenas por artistas e gênios?</p>



<p>Criatividade é uma habilidade inata de todo ser humano. Na verdade, é o que fez o <em>homo sapiens</em> desenvolver-se diferentemente das outras espécies, pois através dela, pode empregar soluções originais para resolver seus problemas, como por exemplo: ter armadilhas para caça, desenvolver técnicas de agricultura, inventar a máquina a vapor ou construir o computador.</p>



<p>Naturalmente todos somos pessoas criativas, toda criança tem imaginação e, no entanto,  normalmente perdemos esta característica durante o crescimento. O estilo de educação vigente é o mesmo de séculos atrás e visa criar seres não acostumados a questionar ou dar novas soluções aos problemas. A escola não nos prepara para potencializarmos nossa criatividade, muito pelo contrário: a escola nos encaixa em modelos pré-definidos, nos prepara para dar respostas pré-estabelecidas para perguntas conhecidas. Ou seja, a escola nos coloca dentro da caixa e o mundo VUCA requer pensamentos fora da caixa. </p>



<p>O experimento em grupo da construção de uma torre composta por espaguetes e <em>marshmallows</em>, mostra crianças de educação infantil alcançando melhores resultados do que estudantes de escola superior de negócios. Os adultos têm vergonha de tentar, ficam pensando, discutindo e planejando e, no final, a torre desaba. </p>



<p>O grande desafio do ser humano em nossos dias é recuperar e desenvolver o ser criativo que foi quando criança, cujas asas foram cortadas à medida do crescimento e da “adaptação” à sociedade adulta. Como fazer isso? </p>



<p>Em primeiro lugar, não se deve ter medo de errar ou de se mostrar vulnerável. Um dos fatores através do qual as crianças conseguem maior êxito no experimento dos espaguetes é que elas são mais abertas à tentativa e erro.  O aprendizado advindo do erro dá novas ideias para a resolução do problema e, consequentemente, propicia a obtenção de solução criativa. O medo de errar tolhe a criatividade. Mostrar-se vulnerável, segundo pesquisa da cientista social norte americana Brené Brown, permite às pessoas, dentre outros itens, serem mais criativas. Quem tem medo do julgamento dos outros não conseguirá obter ou apresentar ideias novas. As empresas ávidas por inovação devem se conscientizar da importância de seus colaboradores não terem receio de cometer erros ou mostrarem-se vulneráveis, incentivando seus funcionários para tal. Tornou-se famoso o caso de um funcionário da Microsoft, que cometeu um erro, o qual ocasionou uma perda de US$100 mil à empresa; ao ser chamado pelos chefes perguntou onde assinaria sua demissão e obteve como resposta: “Está louco? Você não está demitido. Acabamos de investir US$100 mil na sua aprendizagem!”.</p>



<p>O segundo item importante para desenvolvimento da criatividade é a adaptabilidade a mudanças. Nosso cérebro é constituído de tal forma a gastar a menor quantidade possível de energia e, portanto, procurar sempre por situações conhecidas. Isso pode ter sido fundamental para a sobrevivência num mundo pré-histórico, mas agora é um problema. Gerar novas ideias requer construir novas sinapses, novas formas de pensamento, e é preciso acostumar nosso organismo a isto. Estar aberto a aprender novidades faz parte deste processo. Em seu livro “Uma Pergunta Mais Bonita”, o qual recomendo, Warren Berger sugere que utilizar sempre as perguntas Por quê? E se? e Como? nos ajudarão a atingir uma forma mais criativa de pensar.</p>



<p>O terceiro item a considerar é a colaboração. O gênio solitário é um ser em extinção. Quanto mais aceitarmos e darmos ajuda aos demais na solução de problemas, mais criativos seremos. A diversidade de pessoas, áreas, hierarquias fomenta esse processo.  Quem já não ouviu falar no coaching invertido em que estagiários estão apoiando presidentes de empresas como forma de propiciar-lhes outra visão de seus negócios?</p>



<p>O quarto item é o propósito. Segundo Ken Robinson, estudioso inglês da criatividade, as pessoas criativas sabem o que gostam de fazer e estão fazendo o que gostam. Ou seja, a criatividade aflora num ambiente no qual as pessoas têm amor ao que fazem e não estão ali somente para cumprir uma obrigação. Permitir que seus colaboradores se divirtam trabalhando é o novo desafio para as organizações que querem inovar.</p>



<p>Finalmente, deve-se fugir da armadilha de achar que criativo é somente aquele que cria algo totalmente novo e disruptivo. Como enfatiza Murilo Gum, grande expoente brasileiro no assunto, a criatividade também é combinar de forma diferente coisas já presentes e sempre começa de um grau de conhecimento existente para adicionar elementos e saltar a um novo patamar.</p>



<p>Como disse Abraham Maslow: “O
homem criativo não é um homem comum ao qual se acrescentou algo; criativo é o
homem comum do qual nada se tirou.” </p>



<p>Que tal redescobrir sua criança
interior para recuperar e potencializar sua criatividade?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp:
(11) 99851-1275</p>
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