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	<title>aprender a vida inteira &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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		<title>Como você vê o futuro?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 12:10:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aprender a vida inteira]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sua visão, como será o futuro? Assustador como um filme distópico ou cor de rosa como o final de um conto de fadas? Podemos concordar que nosso mundo é caótico e agora reconhecido pelo anacrônimo BANI: frágil (“brittle” em inglês), ansioso, não linear e incompreensível.  E, além disso, as mudanças constantes e velozes são...]]></description>
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<p>Na sua visão, como será o futuro? Assustador como um filme distópico ou cor de rosa como o final de um conto de fadas?</p>



<p>Podemos concordar que nosso mundo é caótico e agora reconhecido pelo anacrônimo BANI: frágil (“<em>brittle”</em> em inglês), ansioso, não linear e incompreensível.  E, além disso, as mudanças constantes e velozes são  características marcantes desse novo tempo. </p>



<p>Existem muitas pessoas trabalhando em várias
iniciativas para desbravar novas fronteiras para os seres humanos. Essas
iniciativas tomam um rumo transformador para a humanidade quando várias delas
convergem ao mesmo tempo, como foi o caso do surgimento da internet. O futuro
como o conhecemos através da ficção científica está mais perto do que
imaginamos, segundo relatos de Peter Diamandis e Steven Kotler em seu livro “O
Futuro é Mais Rápido do que Você Pensa”, o qual recomendo.</p>



<p>Segundo os autores, a aceleração das mudanças é resultado do crescimento exponencial da potência computacional (computadores quânticos já são uma realidade) e de tecnologias que se utilizam umas das outras. Esse aumento da capacidade de processamento dos computadores incita a concretização de tecnologias como inteligência artificial, aprendizado das máquinas, realidade virtual, impressão em 3D, só para citar algumas. Essas tecnologias quando convergem permitem a criação de várias outras novidades como carros voadores, <em>marketplaces</em> e robôs, por exemplo.</p>



<p>Além dos fatores citados acima, os autores reconhecem a existência de 7 forças que amplificam ainda mais o ritmo das inovações:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Velocidade. Ocorre quando as tecnologias materializam um ganho de tempo para seus usuários. Exemplo: ida à biblioteca para pesquisar um assunto X utilização do Google.</li><li>Capital. Se há investimento, as inovações ocorrem mais rapidamente e hoje existe uma abundância de capital de risco disponível para empreendedores utilizarem nas novidades tecnológicas.</li><li>Desmonetização. Na medida em que as tecnologias avançam, elas se tornam mais baratas. Em 2001 sequenciar o genoma humano custava US$100 milhões, hoje o custo é de US$100. Câmeras digitais e GPS’s vêm de brinde nos <em>smart phones, </em>o que era impensável quando da sua invenção. A energia solar está ficando gradativamente mais barata e assim por diante&#8230;</li><li>Mais gênios. Em tempos passados, gênios como Leonardo da Vinci e Albert Einstein tinham que ter a sorte de poder estudar em grandes cidades para aflorar e expor o seu trabalho ao mundo. No presente, graças à conectividade, mais e mais gênios de diversos lugares do planeta estão inseridos no jogo para, com sua criatividade, ajudar a acelerar o futuro.</li><li>Conectividade. Hoje, aproximadamente metade da espécie humana ainda não está conectada à internet. Já imaginou o universo de possibilidades quando mais e mais pessoas puderem acessar a rede mundial? As previsões dizem que toda a humanidade estará conectada em apenas 10 anos!</li><li>Novos modelos de negócio. Além da inovação dos produtos e serviços em si, os sistemas e processos utilizados pelas empresas para gerar valor também estão mudando: os efeitos de rede produzem novas plataformas em tempo recorde, a utilização de <em>bitcoin</em> e do <em>blockchain</em> vem inovando o sistema financeiro e muitas novidades ajudam a alavancar novos negócios.</li><li>Extensão da vida humana. A quantidade de tempo em que os humanos vivem pode aumentar drasticamente em breve. A consequência disso é uma mudança na forma de vivermos e pensarmos. Voltaremos a esse tópico mais adiante neste artigo. </li></ol>



<p>Imagine todas essas 7 forças convergindo e atuando no
presente. Bem-vindo, pois isto é o que está acontecendo neste exato momento,
enquanto você lê este texto.</p>



<p>O avanço tecnológico promoverá o aumento da mobilidade humana através de carros autônomos ou trens altamente tecnológicos. Mas, ao mesmo tempo, milhares de motoristas de Uber perderão os empregos, eliminando uma das soluções para a extinção de outros empregos hoje existente. Isso quer dizer que cada avanço terá consequências positivas e negativas.</p>



<p>O futuro das compras já está sinalizado: a maioria das pessoas não frequentará lojas ou shopping centers, em vez disso, fará suas compras digitalmente por dispositivos móveis no conforto de seus lares. A introdução da inteligência artificial no varejo vai revolucionar seu funcionamento, tornando-o mais barato, rápido e eficiente, além de redefinir a experiência de fazer compras, chegando no limite da sua inteligência artificial comprar por você! Por outro lado, teremos a eliminação de muitos postos de trabalho neste processo.</p>



<p>O futuro também chegará para uma área em que mudanças têm ocorrido mais lentamente: a educação.  Numa experiência feita em duas aldeias etíopes remotas foram entregues às crianças pequenas, que não sabiam ler e escrever, caixas lacradas com carregadores solares e <em>tablets</em> com jogos lúdicos básicos, filmes educativos, livros e coisas afins. Ninguém recebeu instruções. Em 4 minutos, uma das crianças não só abriu a caixa, mas descobriu o botão de liga-desliga do <em>tablet</em> e o ligou! Cinco dias depois estavam usando 47 aplicativos infantis por dia. Em 2 semanas, cantando canções de alfabetização ensinadas pelos aplicativos e cinco meses depois dominavam o Android. Isso mostra que aprender ler e escrever utilizando o computador como professor é viável e deve ser o embrião de uma revolução na educação. Além disso, a utilização da inteligência artificial e da realidade virtual trarão experiências de aprendizado mais aprofundadas, pois oferecerão a vivência ao aluno, como visitas virtuais ao interior das pirâmides ao invés de simplesmente ler a respeito, por exemplo. </p>



<p>As inovações no ramo de medicina e saúde estão atingindo níveis que tendem a nos levar a uma longevidade inimaginada anteriormente. Existe uma manchete do “Jornal do Commércio” de Manaus em 02 de janeiro de 1.904 que relata: “O ônibus entrou na casa humilde e foi apanhar a velhinha de 42 anos”. Espantado? Não estaria se soubesse que a expectativa de vida na virada para o século XX era de 40 anos.  A evolução da ciência aumenta a longevidade humana: pensarmos em vidas centenárias no futuro não é algo fora de contexto e isso influencia a forma de encararmos nossa existência, nosso propósito, além do trabalho.</p>



<p>A espécie humana é geneticamente programada para ser migratória. Nos últimos 70 mil anos, saímos da África, subimos montanhas, atravessamos florestas e cruzamos os oceanos para habitar cada canto do planeta. Os movimentos foram primordialmente motivados pela fuga de algum perigo ou pela procura de melhores condições de vida. Segundo os autores citados, estudos mostram que essa necessidade de migrar também é um acelerador da inovação. O livro enfatiza que neste século a humanidade está prestes a testemunhar massivos movimentos migratórios ou cruzar novas fronteiras como habitar outros planetas, viver em mundos virtuais, migrar para um corpo ou consciência que vive centenas de anos ou até mesmo se conectar numa espécie de cérebro coletivo onde nossos pensamentos serão compartilhados com outras mentes.</p>



<p>Verificamos aqui apenas algumas possibilidades para o futuro, vislumbrando o que pode acontecer num espaço de tempo talvez não tão longínquo. Como vimos, o porvir pode ser bom ou ruim, mas ele é inevitável e chega rápido. Temos que agir agora como agentes da mudança, visando influenciar o amanhã de maneira positiva, maximizando o que há de melhor e minimizando os riscos. Pensemos, por exemplo, nas mudanças climáticas: ações são necessárias no presente para delinearmos um futuro satisfatório e isso envolve não apenas saber lidar com o planeta de forma sustentável, mas também utilizar soluções inovadoras e disruptivas para evitarmos as catástrofes. Como disse Peter Drucker, “a maneira mais fácil de prever o futuro é criá-lo”. </p>



<p>Além disso, é óbvia a necessidade de termos uma mente curiosa para aprender a vida inteira, pois a cada momento, um novo mundo se apresentará e teremos de saber lidar com as novidades para sobreviver. </p>



<p>Quer aprofundar seu entendimento do passado e atuar no presente para delinear seu futuro e potencializar sua capacidade de aprender a vida inteira?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você se permite repensar suas ideias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 17:47:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[adam grant]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das características da evolução da humanidade é o enfrentamento às mudanças durante toda sua história: “Nada é permanente, exceto a mudança” já dizia Heráclito, filósofo grego, em aprox. 500 A.C. Imaginemos a grande transformação que a descoberta do fogo causou aos nossos ancestrais caçadores coletores. O desenvolvimento das técnicas de agricultura e a domesticação de animais, iniciados há cerca de 10.000 anos e denominado por Yuval Noah Harari, em seu livro “Sapiens”, de revolução agrícola, fizeram com que os antigos nômades tivessem que se fixar para poder tratar a terra, ocasionando o surgimento das cidades e a consequente urbanização. Mais adiante, acontece a revolução industrial, outra enorme mudança que veio transformar o estilo de vida, a maneira de obtenção de recursos para sobrevivência e os relacionamentos sociais. Esta é subdividida, segundo suas invenções características e sua forma de utilização em cada período. A primeira revolução industrial foi iniciada pela invenção da máquina a vapor na segunda metade do século XVIII, vindo substituir a força muscular pela energia mecânica. A segunda revolução industrial, cujo início ocorreu no final do século XIX, tornou possível a produção em massa, através da utilização da eletricidade e da linha de montagem. A terceira revolução industrial começou com o desenvolvimento dos semicondutores e da computação em <em>mainframe</em> (década de 1960), passando pelo computador pessoal (décadas de 1970 e 1980) e da internet (década de 1990). Hoje vivemos a quarta revolução industrial, baseada na transformação digital, sendo caracterizada por uma internet mais ubíqua e móvel, por sensores menores, mais poderosos e mais baratos, pela inteligência artificial e aprendizagem das máquinas.</p>



<p>Como se vê, mudanças sempre ocorreram. Então, por que
falamos como se fosse um atributo exclusivo de nossos tempos? É a velocidade em
que ela ocorre. A título de exemplo, para atingir 50 milhões de usuários, o
rádio levou 38 anos, a televisão 13 anos, a internet levou 4 anos, o Facebook
levou 3,5 anos, o Twitter 9 meses, o Instagram levou 6 meses e o jogo Pokemon
Go 22 dias! É a era da modernidade líquida. A evolução do mundo não é mais
linear, é exponencial. </p>



<p>Antes era possível a uma geração assimilar conhecimento e transmiti-lo
aos seus filhos que, com algumas alterações, repassariam aos seus descendentes.
Não mais. Hoje uma mesma geração deve se transformar várias vezes durante sua
vida para poder se adaptar às novidades cada vez mais rápidas. Isso nos leva à necessidade
de aprendermos a vida inteira.</p>



<p>O desafio é constante, uma vez que não se trata apenas de
aprender coisas novas, mas ter que desconstruir pensamentos e conceitos antigos
para poder entender e absorver as novidades. Alvin Toffler já previa essa
necessidade quando disse: “O analfabeto do século XXI não será aquele que não
consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e
reaprender”.</p>



<p>A inteligência geralmente é vista como a capacidade de pensar e de aprender, mas em um mundo em rápida mudança há outro conjunto de habilidades cognitivas que podem ser mais importantes: a capacidade de repensar e desaprender. A maioria das pessoas prefere o conforto da convicção ao desconforto da dúvida. Em geral, só damos ouvido às opiniões que confirmam as nossas. Descartamos as ideias que nos fazem pensar muito e vemos o desacordo como uma ameaça. É nesse momento que devemos nos valer do repensamento. Se o conhecimento é poder, saber o que não sabemos é sabedoria. Adam Grant, ph.D. em Psicologia Organizacional pela Universidade de Michigan e bacharelado pela Universidade de Harvard, nos traz essa visão em seu livro “Pense de Novo”.</p>



<p>Para podermos aprender a vida inteira, teremos que aprofundar nossa competência de repensamento, ou seja, de manter a mente aberta para novos conceitos e visões de mundo. Segundo Grant, uma das primeiras coisas a fazer é “pensar como um cientista”, ou seja, encarar cada opinião como um palpite ou uma hipótese e testá-la com dados. Além disso, é importante buscar informações que vão contra nossas crenças, pois temos que evitar cair no viés de confirmação e entrar em bolhas de pensamentos iguais aos nossos. Ao invés disso, ter contato com ideias desafiadoras de nossas concepções, através de relacionamentos com pessoas que nos façam pensar, mesmo discordando delas.</p>



<p>Tudo isso significa que não existe pensamento acabado, mas
algo sempre em mutação. </p>



<p>O segredo é manter a mente aberta e exercitar o constante repensamento; para isso, é necessário praticar o que foi denominado por Grant, de &#8220;humildade confiante&#8221;, ou seja, se sentir seguro o bastante de seus pontos fortes para reconhecer suas fraquezas. Acreditar que a melhor forma de provar seu valor é se aprimorar. A confiança humilde faz com que você tenha a coragem de dizer “não sei”, ao invés de fingir ter todas as respostas. De dizer “eu estava errado”, em vez de insistir que estava certo. Ela te encoraja a ouvir ideias que te fazem pensar mais, e não apenas aquelas que fazem com que se sinta bem. E a se cercar de pessoas que desafiam seu processo de pensamento, não só daquelas que concordam com suas conclusões. </p>



<p>Essa forma de pensar nos leva a não ter medo de cometer erros, o que é fundamental à inovação e ao aprendizado. É melhor se concentrar menos em se autoafirmar e mais em se aprimorar.</p>



<p>Repensar não é apenas uma habilidade individual, é uma capacidade coletiva quando enfocamos as empresas. A criatividade e o pensamento crítico são competências profissionais muito procuradas atualmente e elas serão mais bem fomentadas em organizações com cultura de aprendizado, onde os funcionários sabem o que não sabem, duvidam de métodos utilizados e permanecem curiosos por novidades a serem testadas. Para desenvolver essa cultura, as empresas devem se preocupar em:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Abandonar a busca por melhores práticas. A expressão “melhores práticas” sugere que os processos ideais foram alcançados. Nunca chegamos ao topo e sempre é possível melhorar dadas as mudanças na conjuntura, para isso é preciso adotar a responsabilização por processos e buscar sempre práticas melhores e não melhores práticas.</li><li>Criar segurança psicológica. Em culturas de aprendizado, as pessoas devem ter liberdade de questionar e desafiar o <em>status quo</em>, sabendo que não serão punidas. A segurança psicológica somente ocorre num clima de respeito, confiança e abertura.</li><li>Manter um placar de repensamento. Isso implica em não tomar decisões com base apenas em resultados, mas em como opções diferentes foram consideradas. A NASA perdeu um ônibus espacial por não considerar corretamente desajustes ocorridos em missões anteriores, tidas como um sucesso. </li></ul>



<p>Há algum tempo éramos exigidos quanto ao nosso quociente de inteligência (QI) para resolvermos problemas adequada e rapidamente. Depois, vimos chegar o conceito de quociente emocional (QE) para termos habilidades de perceber e expressar emoções, desenvolvendo relações interpessoais salutares. No futuro, essas capacidades ainda serão importantes, mas a grande diferenciação para a sobrevivência e adaptação às mudanças será o quociente de curiosidade (QC): ter um desejo intenso de conhecer, de apreciar novas ideias e novas abordagens. </p>



<p>Por isso tudo, mãos à obra: vamos aprender, sempre!</p>



<p>Quer aprofundar seu autoconhecimento para potencializar sua
capacidade de repensamento e aprendizagem à vida inteira?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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