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	<title>autoconhecimento &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>autoconhecimento &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Você tem a coragem de não agradar?</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 20:25:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORANA GERAL Sempre acreditei que agradar outras pessoas fosse uma forma de humanidade, de consciência da vida social e até de humildade. Por isso me chamou a atenção o título do livro “A Coragem de Não Agradar”, best seller escrito por Ichiro Kishimi e Fumitake Koga. Os autores são inspirados nas ideias de Alfred Adler – um...]]></description>
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<p><strong>PANORANA GERAL</strong></p>



<p>Sempre acreditei que agradar outras pessoas fosse uma forma de humanidade, de consciência da vida social e até de humildade. Por isso me chamou a atenção o título do livro “A Coragem de Não Agradar”, <em>best seller</em> escrito por <a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_1?ie=UTF8&amp;field-author=Ichiro+Kishimi&amp;text=Ichiro+Kishimi&amp;sort=relevancerank&amp;search-alias=stripbooks">Ichiro Kishimi</a> e <a href="https://www.amazon.com.br/Fumitake-Koga/e/B07FM42SQF/ref=dp_byline_cont_book_2">Fumitake Koga</a>. Os autores são inspirados nas ideias de Alfred Adler – um dos expoentes da psicologia ao lado de Sigmund Freud e Carl Jung. A obra apresenta o debate entre um jovem e um filósofo que, ao longo de cinco noites, discutem temas como autoestima, raiva, autoaceitação e complexo de inferioridade. Aos poucos, fica claro que libertar-se das expectativas alheias e das dúvidas que nos paralisam e encontrar a coragem para mudar estaria ao alcance de todos.</p>



<p><strong>O SENTIDO DE NOSSAS EXPERIÊNCIAS</strong></p>



<p>Segundo Adler, nenhuma experiência é, em si, a causa de nosso sucesso ou fracasso. Nós não sofremos do choque de nossos traumas, mas os transformamos em algo que atende aos nossos propósitos. Não somos determinados por nossas experiências, mas sim pelo sentido que damos a elas.</p>



<p>Somos nós que determinamos nossa vida de acordo com o sentido que damos às experiências passadas. Sua vida não é algo que alguém dá a você, mas algo que você próprio escolhe, e é você quem decide como viver.</p>



<p>As pessoas não são impelidas por causas do passado, mas avançam para cumprir metas que elas próprias fixam. Quem é infeliz o é porque em algum estágio da vida optou por ser assim. Não foi porque nasceu em circunstâncias infelizes ou foi parar numa situação infeliz. Segundo Adler, isso aconteceu porque essa pessoa considerou “ser infeliz” uma boa coisa para ela naquele contexto.</p>



<p>Para a psicologia adleriana, as pessoas são capazes de mudar a qualquer momento, não importa o ambiente em que estejam. Alguém só se sente incapaz de mudar porque está tomando a decisão de não mudar, por achar mais prático deixar as coisas como estão. Quando tentamos mudar de estilo de vida, colocamos nossa coragem à prova. A mudança gera ansiedade e a inércia causa desapontamento. É tudo uma questão de escolha.</p>



<p><strong>OS RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS</strong></p>



<p>Adler dizia que “todos os problemas têm base nos relacionamentos interpessoais”. A base de nossos problemas está na comparação com os outros e na forma de nos relacionarmos.</p>



<p>A comparação em si não é o transtorno, pois a busca da superioridade e o sentimento de inferioridade não são doenças, mas estimulantes ao empenho e ao crescimento normais. O problema passa a existir quando, por um lado, atingimos o complexo de inferioridade o qual surge quando o indivíduo usa o sentimento de inferioridade como uma desculpa para não evoluir. Exemplos: minha instrução é deficitária, por isso não vou alcançar o sucesso; não tenho boa aparência, por isso não consigo me casar.</p>



<p>Por outro lado, a pessoa que sente precisar ostentar sua superioridade o tempo todo tem um complexo de superioridade, o que também não é bom. Na verdade, ela teme que sem a ostentação ninguém a aceitaria do jeito que é. Quem tem autoconfiança não sente necessidade de se vangloriar.</p>



<p>Para Adler, os relacionamentos interpessoais não devem ser encarados como uma competição, pois se assim for, os outros serão sempre considerados inimigos. Para sermos felizes é necessário, segundo essa teoria, nos tornamos capazes de contribuir ativamente para a felicidade do outro.</p>



<p>A psicologia adleriana considera que quando conseguimos sentir que as pessoas são nossas companheiras e não competidoras, nossa maneira de ver o mundo muda por completo: ele passa a ser um lugar seguro e agradável e nossos problemas de relacionamento diminuem consideravelmente.</p>



<p><strong>AS TAREFAS DE CADA UM</strong></p>



<p>Quando desejamos muito sermos reconhecidos, acabamos vivendo para satisfazer as expectativas das outras pessoas. Para Adler, ao fazer isso, jogamos fora quem realmente somos e passamos a viver a vida alheia.</p>



<p>Segundo a psicologia adleriana, todos os problemas de relacionamento são causados pela nossa intromissão nas tarefas das outras pessoas ou pela intromissão alheia nas nossas tarefas. Cabe ao responsável pela tarefa arcar com as decisões sobre ela e também com as consequências de sua decisão.</p>



<p>Às vezes o problema é identificar de quem é a tarefa e existe uma forma simples de saber, que é responder à questão “quem vai acabar recebendo o resultado final causado pela escolha feita?”</p>



<p>O que outra pessoa pensa de nós – se gosta ou não de nós – é tarefa dela, não nossa. Isso é separação de tarefas.</p>



<p>Um exemplo comum é quem diz: “Não consigo fazer bem meu trabalho porque meu chefe não gosta de mim.” Para os estudiosos adlerianos, a pessoa que diz esse tipo de coisa está usando a existência do chefe como desculpa para o trabalho malfeito.</p>



<p>Segundo Adler, o que devemos fazer sempre é enfrentar nossas próprias tarefas em nossas próprias vidas sem mentir. Se alguém vive para satisfazer as expectativas alheias e confia a vida aos outros, está mentindo para si e estendendo a mentira para incluir as pessoas à sua volta.</p>



<p>Dado todo esse pensamento, o preço da liberdade nos relacionamentos interpessoais é desagradar algumas pessoas. Quando nos comportamos de forma a agradar todo mundo, passamos a viver sem liberdade. Devemos nos lembrar que pode haver uma pessoa que não simpatize conosco, mas isso não é tarefa nossa. Antes de nos preocuparmos com o que os outros pensam de nós, devemos agir com nosso próprio ser; isso é viver em liberdade.</p>



<p>Quando se está preso ao desejo de reconhecimento alheio, as cartas do relacionamento estão nas mãos do outro. Temos que escolher entre dar as cartas da nossa vida para outra pessoa ou segurá-las nós mesmos.</p>



<p>Todos os seres humanos podem ser felizes; isto não significa que todos os seres humanos são felizes. A pessoa precisa se sentir útil a alguém para ser feliz, ou seja, precisa ter a sensação de contribuição. Se um indivíduo realmente tem a sensação de contribuição, deixa de buscar o reconhecimento alheio, pois já terá a consciência real de que é útil a alguém e não precisará fazer qualquer esforço para obter o reconhecimento.</p>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>A psicologia adleriana é, no mínimo, intrigante. Com certeza, coloca o ser humano num papel de maior protagonismo, pois não aceita que os traumas e condições passadas influenciem quem somos no presente. Para Adler, é uma questão de qual o significado queremos dar a esses fatores em nossas vidas.</p>



<p>Ainda segundo Adler, somos sempre capazes de mudar, tudo é uma questão de “custo x benefício”, pois algumas vezes preferimos a inércia do status quo a enfrentar o medo da transformação.</p>



<p>A coragem de não agradar vem do reconhecimento da separação de tarefas nos relacionamentos interpessoais. Quando passamos a separar nossas tarefas das tarefas dos demais, verificamos que o que o outro pensa de nós é função dele e não nossa.</p>



<p>Não é fácil pensar assim e, sinceramente, não sei se concordo com tudo, mas é muito interessante ver uma forma diferente de análise do ser humano do que dita a psicologia tradicional.</p>



<p>Quer avaliar seus relacionamentos interpessoais?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você tem claro que ações tomar para promover seu crescimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:35:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORANA GERAL Sabemos que o mundo atual é caracterizado por mudanças rápidas, avanços tecnológicos e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para prosperar nesse cenário, é essencial desenvolver um conjunto de habilidades que combinam competências técnicas, emocionais e cognitivas. Nesse contexto, as ideias apresentadas por Hendel Favarin e Josef Rubin em seu livro...]]></description>
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<p><strong>PANORANA GERAL</strong></p>



<p>Sabemos que o mundo atual é caracterizado por mudanças rápidas, avanços tecnológicos e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para prosperar nesse cenário, é essencial desenvolver um conjunto de habilidades que combinam competências técnicas, emocionais e cognitivas.</p>



<p>Nesse contexto, as ideias apresentadas por Hendel Favarin e Josef Rubin em seu livro <em>&#8220;Ou Vai ou Voa&#8221;</em> ressoam como um chamado à ação. Os autores são sócios fundadores da <em>Conquer</em>, a escola de negócios inovadora que vem crescendo muito nos últimos tempos. A obra, que aborda a necessidade de assumir o controle da própria trajetória e transformar desafios em oportunidades, é um guia valioso para qualquer profissional, incluindo empreendedores. Segundo eles, o ensino tradicional não prepara os alunos para serem profissionais que enfrentam as necessidades de mercado, pois enfocam nas habilidades técnicas num momento em que o mercado exige cada vez mais outros tipos de competências.</p>



<p><strong>7 PRINCÍPIOS</strong></p>



<p>A partir de sua experiência, os autores estabeleceram 7 princípios essenciais para qualquer pessoa que almeja ver sua carreira decolar. Vamos verificar, em grandes linhas, quais são eles e porque são fundamentais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Seja humilde. Pessoas humildes estão abertas àquilo que é novo. Sabem escutar. Reconhecem suas falhas e admitem quando não sabem algo. Valorizam opiniões diferentes. São profissionais colaboradores e não exibicionistas. Deixam a “posição” ou “status” de lado e sempre querem aprender, com quem quer que seja, independentemente do grau hierárquico. E mais do que isso, estão sempre dispostos a ajudar. Já dizia Albert Einstein, “quanto maior o conhecimento, menor o ego; quanto maior o ego, menor o conhecimento”.</li>



<li>Procure entender sobre pessoas. É extremamente importante desenvolver, além das habilidades técnicas, os soft skills, ou seja, aquelas habilidades que têm a ver com a relação e interação com outras pessoas. São habilidades comportamentais, mentais, emocionais ou sociais. Não que devamos apenas focar nas pessoas, mas como disse Ben Horowitz, um dos nomes mais respeitados do Vale do Silício: “Cuide das pessoas, dos produtos e dos lucros. Nessa ordem”. É importante ainda desenvolver o autoconhecimento onde a inteligência emocional surge como grande habilidade. Ela melhora a maneira de lidarmos com as situações de crise, pressão e estresse, bem como fortalece nossa capacidade de adaptação e resiliência – caraterísticas importantes para lidar com o mundo atual.</li>



<li>Ache seu propósito. Devemos ter em mente que nosso propósito está onde estiver nossa excelência, pois ele deve estar naquela nossa capacidade única de entregar determinados resultados e impactar de maneira positiva a vida de quem os recebe. Porém, temos que concordar que às vezes não é fácil conhecermos nosso propósito. A ideia de que se atuarmos na área de nosso propósito nunca mais trabalharemos na vida é falaciosa na medida em que para atingirmos objetivos é necessário o trabalho duro e nem sempre prazeroso. O “por que” pode ser lindo, mas o “como” (o dia a dia para viver seu propósito) em geral é bem difícil. Como diz Hendel Favarin no livro citado: “Só vive o propósito quem suporta o processo “. Outro aspecto a se considerar é que se ficarmos esperando pelo propósito, talvez estagnemos em nossa vida: o importante é avançarmos e criarmos experiências hoje que sejam conectadas no futuro: enfrentar novos desafios, assumir novos projetos, novas responsabilidades, abraçar o novo, aprender novos conhecimentos, fazer coisas diferentes, mergulhar em novos hobbies para que, no futuro, todos esses pontos se  conectem, e assim consigam formar novas pontes, as quais poderão levar na direção de seu propósito.</li>



<li>Tenha coragem para tomar decisões. Levar em consideração as regras fornecidas por Favarin e Rubin: no momento de tomar decisões tenha em mente 3 pontos importantes: (a) não escolha de cara o que é mais fácil, avalie a consequência imediata versus o resultado no futuro; (b) tome mais cuidado com decisões irreversíveis (exigem prudência e muita cautela) e tenha em mente que decisões reversíveis (têm pouca dificuldade ou custo) podem permitir experimentação); (c) avalie esforço necessário versus resultado a ser obtido, sendo que a menor correlação deve ser escolhida.</li>



<li>Aplique o poder da colaboração. As maneiras são diversas, entretanto, a mola propulsora é uma só: valorizar a diversidade de opiniões mediante uma escuta genuinamente ativa.</li>



<li>Aja com garra, perseverança e suor. Tem garra aquele profissional quer dá tudo de si e age com força de vontade para alcançar objetivos. Perseverança significa dedicação contínua. O suor é a energia e o entusiasmo empregado na realização da tarefa. Todos esses atributos contagiam quem está à volta e impulsionam o ambiente de trabalho.</li>



<li>Priorize a ação. A ação, ao contrário do planejamento que pode ser realizado no conforto de um escritório com ar-condicionado, está geralmente fora das zonas de conforto das pessoas. Ela obriga profissionais ou equipes a testar ideias, se expor, vender, conversar com clientes, ouvir reclamações, validações ou contestações. A maioria das pessoas de sucesso não é necessariamente talentosa, inteligente ou sortuda. Elas só agiram enquanto os outros ficaram apenas na conversa sem fazer nada.</li>
</ol>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>Existem muitos outros autores que falam a respeito dos atributos necessários para encararmos os desafios pessoais e profissionais, mas achei interessante um enfoque moderno e atual e é isso que “Ou vai ou voa” nos fornece. O livro traz a metáfora do “voar” como símbolo de liberdade e superação.</p>



<p>Devemos nos esforçar para romper barreiras, identificando nossas forças e tendo coragem para voar mais alto.</p>



<p>Quer aprofundar seu autoconhecimento e definir as ações que vão auxiliá-lo a crescer na carreira e na vida?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>Do que você se arrependeria na sua vida se soubesse que vai morrer amanhã?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 12:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PROPÓSITO DE VIDA O propósito de vida é uma questão fundamental que muitas pessoas buscam entender ao longo de sua jornada. Ele está relacionado ao sentido e à razão pela qual uma pessoa vive, ou seja, o que dá significado à sua existência. Esse conceito pode ser interpretado de diferentes formas dependendo da filosofia, religião...]]></description>
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<p><strong>PROPÓSITO DE VIDA</strong></p>



<p>O propósito de vida é uma questão fundamental que muitas pessoas buscam entender ao longo de sua jornada. Ele está relacionado ao sentido e à razão pela qual uma pessoa vive, ou seja, o que dá significado à sua existência. Esse conceito pode ser interpretado de diferentes formas dependendo da filosofia, religião ou visão de mundo de cada indivíduo.</p>



<p>O assunto é sério e nada simples, pois algumas pessoas têm dificuldade em concluir qual o sentido maior de sua vida. Acredito que uma das maneiras avaliarmos essa questão é verificarmos que coisas não deveríamos focar e, para isso, recomendo o livro “Antes de Partir: Os 5 principais arrependimentos das pessoas antes de morrer” de Bronnie Ware, que traz reflexões profundas sobre o que realmente importa na vida. Bronnie Ware, enfermeira paliativa, passou anos cuidando de pacientes em seus últimos dias ouviu as confissões mais íntimas de pessoas em fase terminal. Através dessas conversas, ela identificou cinco arrependimentos comuns que as pessoas expressam antes de sua morte.</p>



<p><strong>OS MAIORES ARREPENDIMENTOS</strong></p>



<p>Bronnie Ware, ao lidar com cuidados paliativos, prestou atenção ao remorso que as pessoas expressavam em seus leitos de morte e pensou que havia uma “grande lição” que poderíamos aprender com elas. Eis os 5 principais arrependimentos relatados pelas pessoas na hora de morrer:</p>



<p>1. &#8220;Gostaria de ter tido coragem de viver a minha vida de acordo com os meus próprios desejos, e não de acordo com as expectativas dos outros.&#8221;</p>



<p>Este é o arrependimento mais comum entre as pessoas que Bronnie Ware cuidou. Muitas delas, ao refletirem sobre suas vidas, perceberam que viveram tentando agradar os outros, seja a família, amigos ou sociedade. Muitas vezes, as pessoas deixam de seguir seus próprios sonhos e desejos por medo de desapontar ou ser julgadas. Esse arrependimento enfatiza a importância de viver de forma autêntica, de seguir o que realmente nos faz felizes e não se prender a expectativas externas.</p>



<p>Lição: A vida é curta demais para ser vivida conforme os padrões dos outros. Encontre coragem para seguir seus próprios desejos e se permita ser quem você realmente é.</p>



<p>2. &#8220;Gostaria de não ter trabalhado tanto.&#8221;</p>



<p>Esse arrependimento revela como, muitas vezes, a busca incessante por uma carreira bem-sucedida acaba roubando momentos preciosos da vida. Muitas pessoas, ao olhar para trás, lamentam o tempo que passaram trabalhando e o quanto isso as afastou de sua família e amigos, além de prejudicar sua saúde física e mental. Esse arrependimento é um chamado para encontrar equilíbrio e lembrar que a vida não se resume ao trabalho.</p>



<p>Lição: A busca pelo sucesso profissional não deve ser em detrimento das relações pessoais e do bem-estar. Reserve tempo para as pessoas que você ama e para cuidar de si mesmo.</p>



<p>3. &#8220;Gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.&#8221;</p>



<p>As pessoas muitas vezes guardam seus sentimentos para si mesmas, seja por medo de rejeição ou para evitar conflitos. Esse comportamento, no entanto, pode levar a arrependimentos quando se percebe que, por não expressar emoções de forma honesta, se perdeu a oportunidade de criar conexões mais profundas e autênticas ou de seguir um caminho diverso na vida. O medo de não ser aceito ou compreendido muitas vezes impede que as pessoas sejam verdadeiramente elas mesmas.</p>



<p>Lição: A comunicação aberta e honesta é fundamental para construir relações genuínas. Não tenha medo de se expressar e de compartilhar o que realmente sente, pois isso pode fortalecer laços e trazer mais felicidade à sua vida.</p>



<p>4. &#8220;Gostaria de ter mantido contato com os meus amigos.&#8221;</p>



<p>Com o passar dos anos, muitas pessoas perdem o contato com amigos de longa data. Esse distanciamento ocorre frequentemente devido à vida agitada, mudanças de residência ou simples descuido. Quando se chega ao fim da vida, a solidão e a falta de vínculos profundos podem ser fontes de grande arrependimento. A importância das amizades verdadeiras é muitas vezes subestimada até que se perceba que elas são fundamentais para uma vida plena.</p>



<p>Lição: Nutrir e manter amizades ao longo da vida é essencial. Não deixe que a rotina e as circunstâncias afastem você das pessoas que realmente importam.</p>



<p>5. &#8220;Gostaria de ter me permitido ser mais feliz.&#8221;</p>



<p>Muitas pessoas, quando chegam ao final de suas vidas, percebem que a felicidade era uma escolha que não souberam fazer. Muitas vezes, o medo, a rotina ou as preocupações constantes afastam a pessoa daquilo que realmente a faria feliz. A verdade é que a felicidade não depende das circunstâncias externas, mas de como reagimos a elas e da forma como escolhemos viver.</p>



<p>Lição: A felicidade é uma escolha. Permita-se ser feliz e aproveite os pequenos momentos que a vida oferece. Não espere circunstâncias perfeitas para ser feliz, porque elas talvez nunca cheguem.</p>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>O livro “Antes de Partir” oferece um olhar comovente sobre os finais de vida e os arrependimentos que surgem quando as pessoas começam a refletir sobre suas escolhas e ações. Ao explorar essas lições, podemos aprender a viver de maneira mais plena, autêntica e significativa. Não é tarde demais para aplicar essas lições em nossas próprias vidas. Ao priorizar o que realmente importa — nossas relações, nossa saúde mental, a autenticidade de nossas escolhas e o valor da felicidade — podemos evitar os arrependimentos mais comuns e criar uma vida mais rica e satisfatória.</p>



<p>Seria uma grande tristeza chegarmos ao fim da vida e verificarmos que não identificamos nosso verdadeiro propósito e / ou que não vivemos de acordo com ele. É necessária uma reflexão sobre nossa existência e atinar com as mudanças necessárias antes que seja tarde demais. Afinal, a verdadeira sabedoria surge quando se tem tempo para contemplar o que realmente importa na vida.</p>



<p>Quer aprofundar seu autoconhecimento e definir as ações que mais vão satisfazer em seu propósito de vida?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>Como você lida com as situações caóticas que aparecem em sua vida?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 12:43:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[12 regras para a vida]]></category>
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		<category><![CDATA[Jordan Peterson]]></category>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL Como tratar as incertezas que se manifestam em nossa existência? Sabemos que são muitas e, dependendo da forma com a qual reagimos a elas, podemos sair vencedores ou perdedores. Ordem e significado ajudam a lidar com esse mundo de caos. Mas, o que devemos fazer para estarmos preparados e reagir corretamente quando esses...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Como tratar as incertezas que se manifestam em nossa existência? Sabemos que são muitas e, dependendo da forma com a qual reagimos a elas, podemos sair vencedores ou perdedores. Ordem e significado ajudam a lidar com esse mundo de caos. Mas, o que devemos fazer para estarmos preparados e reagir corretamente quando esses acontecimentos ocorrerem? Como utilizar a ordem de forma coerente para sair do caos?</p>



<p>A vida é composta por muitos momentos de sofrimento e cada um poderá e irá reagir de forma diferente aos obstáculos que se apresentarem. Tendo isso em mente, é importante reconhecer que não existe “receita de bolo”. O que pode nos ajudar é aprendermos com o que nos acontece, bem como estudarmos e avaliarmos a experiência de outras pessoas em situações análogas.</p>



<p>Foi com essa mentalidade que resolvi ler o livro “12 Regras para a Vida: Um antídoto para o caos” de Jordan Peterson. O autor é psicólogo, palestrante, educador, escritor, tendo ministrado cursos por mais de 20 anos nas Universidades de Harvard e Toronto, além de ter realizado conferências para quase 1 milhão de pessoas em mais de 300 cidades ao redor do mundo. Ao contrário do que possa parecer, este autor não me era simpático num primeiro momento. Já havia assistido alguns vídeos de suas palestras e posso afirmar que não concordava com muitas de suas posições. E continuo não concordando. No entanto, fiquei feliz ao me predispor a lê-lo como forma de me aprofundar em suas análises e ter a oportunidade de me confrontar com pensamentos diferentes aos meus. Saindo de minha zona de conforto, reconheço que pude entender o embasamento das opiniões do autor e retirar vários ensinamentos positivos dessa leitura.</p>



<p>No livro em referência, Peterson oferece doze princípios práticos sobre como viver uma vida com significado. Vou explorar aqui, algumas dessas regras para nos auxiliar a organizar o caos da vida e seguir em frente com mais habilidades para enfrentar novos desafios.</p>



<p><strong>TENHA A POSTURA DE UMA PESSOA SEGURA DE SI</strong></p>



<p>A parte ancestral de nossos cérebros observa como somos tratados por outras pessoas. Se somos julgados pelos outros como de pouca importância, nosso cérebro restringe a disponibilidade de serotonina; isso faz com que fiquemos muito mais reativos, física e psicologicamente, a qualquer circunstância ou evento que possa produzir emoção, especialmente se for negativa; esse processo consome muito dos nossos recursos energéticos e físicos. Em consequência, nosso cérebro ancestral vai priorizar os prazeres a curto prazo, em detrimento de qualquer preparação para o futuro.</p>



<p>Por outro lado, se tivermos um status nas posições mais altas, o mecanismo frio, pré-reptiliano do cérebro entende sermos seguros e produtivos, além de bem amparados socialmente. Neste caso, a serotonina flui plenamente, deixando-nos confiantes e calmos.</p>



<p>No entanto, às vezes o mecanismo dessa “calculadora” do cérebro que avalia nosso status, pode não funcionar. Contribuem para isso distúrbios do sono, hábitos errôneos na alimentação e mau funcionamento físico desta parte do cérebro.</p>



<p>Se caminharmos por aí com a postura de um “coitadinho” nosso cérebro vai acreditar nisso e nos mostrar inferiores, fazendo com que as pessoas nos atribuam um status baixo. Desta forma, nosso cérebro não produzirá tanta serotonina e isto nos fará menos felizes, mais ansiosos e tristes, diminuindo nossas chances ter acesso aos melhores recursos, o que leva a um círculo vicioso.</p>



<p>Se nossa postura for ruim, por exemplo: costas curvadas, ombros caídos, peito para dentro e cabeça para baixo, parecendo pequenos, derrotados e incapazes, nos sentiremos exatamente assim. Se nos apresentarmos como um derrotado, as pessoas vão reagir como se fôssemos um perdedor. Se começarmos a nos alinhar, elas nos olharão de forma diferente. É importante salientar que essa é uma atitude física; mas não só. Levantar a cabeça, manter as costas eretas e os ombros para trás também é aceitar a responsabilidade da vida com olhos bem abertos, sem espaço para ter pena de si mesmo. As pessoas, incluindo nós mesmos, começarão a pensar que somos competentes e capazes, ou, pelo menos, não concluirão o contrário imediatamente, dando-nos a chance de provarmos nosso valor sem ideias preconcebidas.</p>



<p><strong>NÃO SE COMPARE AOS OUTROS</strong></p>



<p>Num mundo de tantos habitantes e a um clic de conhecermos muita gente, não importa o quanto somos bons em algo ou como classificamos nossas realizações, sempre haverá alguém por aí que pode fazer melhor e, consequentemente, nos fazer parecer incompetentes. Um indivíduo pode cozinhar bem, mas não é a Paola Carosella ou pode correr maratonas, mas não é o Usain Bolt, alguém começou a faculdade aos 23 anos, mas existem pessoas que já se tornaram milionárias a esta idade. Nosso grande mundo virou tão pequeno, que “conhecemos” sempre alguém melhor do que nós em qualquer quesito.</p>



<p>Devemos estar atentos com comparações, pois elas nem sempre levam em consideração toda a situação. Por exemplo, a celebridade que você admira é preconceituosa e uma motorista bêbada reincidente; a vida dela é realmente preferível à sua?</p>



<p>Na verdade, possuímos um conjunto de características e, em algumas delas somos muito bons, em outras medianos e em outras péssimos. Temos que nos avaliar e tentar nos desenvolver naqueles pontos que aumentará as habilidades que nos ajudem a atingir nosso propósito. Então, devemos evoluir em relação a nós mesmos.</p>



<p>A grande pergunta é “O que posso fazer hoje para que minha vida se torne um pouco melhor?” e sempre refazer a pergunta após cada melhora. Começar devagar e ir melhorando.</p>



<p>O importante de toda essa análise é levar em consideração a nossa própria evolução. O processo deve comparar você ontem com você hoje e delinear onde quer chegar no futuro, definindo ações que o façam chegar lá. Essa análise deve ser constante e adaptada a cada momento.</p>



<p><strong>RESOLVA PRIMEIRO OS SEUS PROBLEMAS, ANTES DE QUERER RESOLVER OS PROBLEMAS DO MUNDO</strong></p>



<p>Há pessoas que, com muito boas intenções, criticam a sociedade e o mundo em que vivemos. Querem lutar por um futuro melhor. Mas, o começo de tudo está em olhar para si mesmo. Está tudo certo aí ou existem pontos a melhorar? Somente melhorando a nós mesmos, mudaremos o mundo, pois nós somos o mundo.</p>



<p>Você deixou de aproveitar totalmente as oportunidades que lhe foram oferecidas? Está fazendo coisas que te geram amargura e ressentimento e que no futuro o tornarão alguém com raiva de quase toda a humanidade? Fez as pazes com seu irmão ou quer apenas que as pessoas sejam colaborativas umas com as outras, sem ter aplicado isso dentro de sua própria família? Isso é somente uma reflexão para pensarmos: se não conseguirmos arrumar nossa própria casa, como mudaremos o mundo?</p>



<p>Avalie a si mesmo e deixe sua vida em ordem antes de criticar o mundo.</p>



<p><strong>DIGA A VERDADE AOS OUTROS E A SI MESMO</strong></p>



<p>Já percebeu quanto mentimos para poder conquistar coisas? Primeiro, uma mentirinha; depois, várias mentirinhas para dar suporte. Depois, um pensamento distorcido para evitar a vergonha que essas mentiras produzem; então, mais algumas para encobrir as consequências do pensamento distorcido e, enfim, a transformação através da prática dessas mentiras em uma crença e ação automatizada. Neste momento, deixamos de viver a realidade, pois nossa vida será uma grande mentira.</p>



<p>A maior mentira é aquela que contamos a nós mesmos e na qual acreditamos. Aconteceu o que eu queria? Não. Então, o mundo é injusto, as pessoas são invejosas e ignorantes demais para entender, é culpa de alguém ou alguma coisa. Há uma distância muito curta daqui para “eles devem ser impedidos”, “eles devem ser machucados” ou “eles devem ser destruídos”.</p>



<p>Ao invés disso, considerar: “Aconteceu o que eu queria? Não. Então meu objetivo ou meus métodos estavam errados. Ainda tenho que aprender algo.”</p>



<p>Enxergue a verdade; diga a verdade. Ela não virá de opiniões compartilhadas pelos outros, assim como não virá de uma coleção de <em>slogans </em>de uma ideologia. Ela será pessoal. Baseada nas circunstâncias únicas da vida de cada um.</p>



<p><strong>SEJA PRECISO EM SUAS ANÁLISES E EM SEUS PROPÓSITOS</strong></p>



<p>Existe maior subjetividade no mundo do que imaginamos. Quando enxergamos alguma coisa, percebemos apenas o suficiente para que nossos planos e ações funcionem e para que possamos enfrentar a situação. Essa é uma simplificação funcional, inconsciente do mundo e, muito provavelmente, as outras pessoas não têm a mesma visão. É por essa razão que devemos ser precisos em nosso propósito. Sem essa precisão, afogamo-nos na complexidade das coisas. Isso se aplica inclusive à nossa percepção de nós mesmos.</p>



<p>No dia a dia, ignoramos grande parte da realidade pois focamos apenas no que nos interessa. Mas, quando as coisas quebram, tudo aquilo que foi ignorado emerge. Quando não são especificadas com precisão, as paredes ruem e o caos se faz presente. É desse tipo de caos que a intenção focada, a precisão da meta e a atenção cuidadosa nos protegem.</p>



<p>Normalmente, o caos emerge aos poucos, mas recusamo-nos a percebê-lo até que se transforme num enorme dragão à nossa frente, obrigando-nos a agir de forma emergencial, o que é um dos fatores de sofrimento e insucesso.</p>



<p>Especificar um problema é, em primeiro lugar, admitir que ele existe. É reconhecer de forma clara e precisa contra o que se deve lutar, mesmo que tenhamos sofrimento no processo da resolução.</p>



<p>Ao falarmos com cuidado e precisão, somos capazes de compreender as coisas, colocá-las em seu devido lugar, estabelecer objetivos e superar o caos.</p>



<p>Especifique e olhe atentamente, mova-se adiante de forma clara e direta.</p>



<p><strong>FECHAMENTO</strong></p>



<p>Devemos reconhecer a existência de um caos fora e dentro de nós. Existem males que não podemos mudar. Mas, existem problemas para os quais uma atitude proativa pode resolver. Quanto mais nossa postura e mentalidade forem firmes e assertivas, mais conseguiremos reagir positivamente ante os inúmeros desafios que se apresentam em nossa vida. Enfrentar os problemas é sempre melhor do que fugir deles. Para atuarmos com inteligência emocional é necessário termos conhecimento aprofundado de nós mesmos, como agimos no dia a dia e reagimos aos desafios. Também é preciso sairmos de nossas “bolhas” e buscarmos a visão de pessoas diferentes, como eu fiz ao me aventurar no livro citado acima; não concordo com a maioria das posições do autor, mas sempre há ensinamentos positivos, além do pensamento crítico ser acentuado com maior embasamento.</p>



<p>Quer avaliar como aumentar seu autoconhecimento?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>VOCÊ SABE POR QUE A ANTROPOLOGIA TEM SIDO MUITO UTILIZADA PELAS EMPRESAS?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2024 11:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gillian tett]]></category>
		<category><![CDATA[um novo olhar]]></category>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL Entender o ser humano é uma missão profunda e necessária tanto para os indivíduos quanto para as empresas e, neste contexto, muitos autores vêm se utilizando de conhecimentos de diferentes ciências e áreas de estudo. Vou abordar neste artigo o incremento de valor que a visão antropológica tem trazido ao tema. ANTROPOLOGIA NOS...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Entender o ser humano é uma missão profunda e necessária tanto para os indivíduos quanto para as empresas e, neste contexto, muitos autores vêm se utilizando de conhecimentos de diferentes ciências e áreas de estudo.</p>



<p>Vou abordar neste artigo o incremento de valor que a visão antropológica tem trazido ao tema.</p>



<p><strong>ANTROPOLOGIA NOS NEGÓCIOS E NA VIDA</strong></p>



<p>Uma das melhores referências no assunto vem do livro “Um Novo Olhar – Lições da Antropologia para os Negócios e para a Vida” de Gillian Tett. A autora é editora geral e presidente do conselho do <em>Financial Times</em>, além de antropóloga. Para ela, a Antropologia é um enquadramento intelectual que nos capacita a enxergar o que está do outro lado do muro, a identificar aquilo que está escondido bem debaixo de nossos olhos, a ter empatia pelos outros e a ver os problemas de novas formas. Essa visão seria mais necessária do que nunca no mundo de hoje, à medida que lidamos com a crise climática, as pandemias, o racismo, a mídia social descontrolada, a inteligência artificial, a turbulência financeira e o conflito político.</p>



<p>Gillian Tett define 3 princípios através dos quais a Antropologia pode ajudar na percepção e enfrentamento dessas “batalhas”. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A necessidade de tornar o “estranho familiar”: Os humanos instintivamente evitam e desprezam culturas que parecem “estranhas”. Uma lição oferecida pela Antropologia é que vale a pena abraçar o “estranho” e o choque cultural procurando novas formas de enxergar a vida e resolver problemas.</li>



<li>A necessidade de tornar o “familiar estranho”: É da natureza humana supor que é “normal” a maneira como vivemos e que todo o resto é estranho. Isso está errado. Quando observamos o mundo pelos olhos do outro, podemos olhar para nossa realidade e nos ver de forma mais objetiva também, enxergando riscos e oportunidades, vislumbrando novas formas de atuação.</li>



<li>A necessidade de ouvir o silencio social: Certos silêncios querem dizer muito. Para ouvir o significado do silêncio social a Antropologia adota ferramentas da etnografia (estudo descritivo das diversas culturas e etnias humanas), analisando itens como: hábitos, costumes, valores e práticas, que podem ser utilizados em dilemas empresariais e até pessoais.</li>
</ul>



<p>Em suma, Gillian Tett defende que precisamos desenvolver uma mentalidade antropológica, aplicando empatia com desconhecidos e&nbsp;valorizando a diversidade. Para ela, ouvir a opinião de outra pessoa, por mais “estranha” que tal visão nos pareça, torna mais fácil o entendimento de outras posições de forma mais abrangente. Além disso, acredita que o conceito estranho-familiar permite ver pontos cegos nos outros e em nós mesmos.&nbsp;Ou seja, a aplicação de princípios antropológicos nos permite ampliar nossa visão de mundo.</p>



<p><strong>UTILIZAÇÃO DA ANTROPOLOGIA PELAS EMPRESAS</strong></p>



<p>No artigo <a href="https://www.publico.pt/2009/04/17/jornal/antropologos--a-arma-secreta-das-empresas-303210">Antropólogos, a arma secreta das empresas | SUP. ECONOMIA | PÚBLICO (publico.pt)</a> , Christian Madsbjerg constata que algumas das maiores companhias mundiais, como a Microsoft, Nokia e IBM, passaram a integrar antropólogos nas suas equipes, para conhecer melhor os apetites dos consumidores e a pensar em novos produtos.</p>



<p>Mas, em termos práticos, o que fazem realmente os antropólogos nas empresas? O ponto de partida é usar os tradicionais métodos antropológicos &#8211; observação minuciosa, entrevistas aprofundadas e documentação sistemática &#8211; para conhecer os consumidores e ver o que falta nas suas vidas &#8211; o mobile ideal, uma mobília para a casa, um computador diferente. Daí, deveria seguir o trabalho com designers e engenheiros para os ajudar a conceber produtos e serviços que encaixam nessas necessidades. A visão antropológica também pode agregar no entendimento da forma de utilização dos produtos permitindo sua adaptação às reais necessidades do usuário e melhor comunicação com o potencial cliente.</p>



<p>Podemos verificar que foi sobretudo com as empresas tecnológicas que a importância dos antropólogos se tornou mais visível. A intensa competição criada com a explosão da Internet fez com que os executivos do setor precisassem cada vez mais saber como a tecnologia afeta os consumidores e como eles reagem a ela. Isso permitiria avaliar a viabilidade do produto e qual seu impacto antes do lançamento ao mercado.<br></p>



<p>A entrada dessas empresas nos países emergentes tornou a pesquisa antropológica, mais do que uma vantagem competitiva, uma necessidade.  Apenas alguns exemplos básicos para tangibilizar o que vem ocorrendo: foi com a ajuda de antropólogos que a Intel criou o seu portátil para os mercados emergentes e que a Apple criou uma organização diferente no &#8220;desktop&#8221; dos seus computadores. É também graças a estes profissionais que a Samsung repensa as suas televisões na era digital e que a Nokia foi a primeira a lançar celulares com várias listas de contatos.</p>



<p>Mas, a atuação de antropólogos não se restringe ao mundo tecnológico. Segundo artigo publicado no site da Exame, <a href="https://exame.com/carreira/antropologos-corporativos/">Grandes empresas recrutam antropólogos. Saiba por quê | Exame</a> , de autoria de Helena Fruet, empresas como&nbsp;<a href="https://exame.com/noticias-sobre/unilever" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unilever</a>, Mena, Citroën, Telefônica, Toyota, Kraft Food e&nbsp;<a href="https://exame.com/noticias-sobre/pepsico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pepsico</a> também&nbsp;se utilizam dos serviços desse tipo de profissional para entenderem melhor o seu público e prestar um serviço de melhor qualidade.</p>



<p><strong>UTILIZAÇÃO DA ANTROPOLOGIA PELOS INDIVÍDUOS</strong></p>



<p>Como já foi dito, a Antropologia é um ramo das ciências sociais que estuda o ser humano e a sua origem de maneira abrangente. Por meio de pesquisas sobre as características físicas, a cultura, a linguagem e as construções dos conjuntos de indivíduos, o antropólogo busca determinar, com base em grupos sociais específicos, como se formaram os seres humanos a ponto de tornarem-se o que são em suas comunidades. Promover essa visão para avaliar as características dos indivíduos pode ajudar também a nos entendermos melhor, verificando influências culturais na nossa forma de ser e nas atitudes dos demais indivíduos nas diversas comunidades com as quais interagimos. Isso nos propicia maior autoconhecimento e empatia, fatores fundamentais para o aprimoramento individual e coletivo.</p>



<p>Estarmos abertos a novas abordagens e conhecimentos cruzados nos permitirá uma visão mais ampla da sociedade e dos indivíduos, fornecendo insumos para tomada de decisões certeiras nos aspectos sociais, empresariais e pessoais.</p>



<p>Quer avaliar novos enfoques para se desenvolver mais profundamente?</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Qual o seu talento?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 18:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[euipes]]></category>
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		<category><![CDATA[talentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Panorama geral É maravilhoso que as pessoas possuam talentos diferentes, pois é na conjunção deles que atingimos objetivos complexos, tanto em termos organizacionais como da sociedade como um todo. O difícil, para alguns, é achar esse talento. Ao conversar recentemente com um grupo de adolescentes, percebi que alguns têm muito claro o que querem ser,...]]></description>
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<p><strong>Panorama geral</strong></p>



<p>É maravilhoso que as pessoas possuam talentos diferentes, pois é na conjunção deles que atingimos objetivos complexos, tanto em termos organizacionais como da sociedade como um todo. O difícil, para alguns, é achar esse talento. Ao conversar recentemente com um grupo de adolescentes, percebi que alguns têm muito claro o que querem ser, mas que a maioria não sabe ainda o que gostariam de fazer na vida. Como criticar se existem adultos que até hoje desconhecem suas verdadeiras habilidades naturais ou que não as empregam na sua atividade laboral.</p>



<p>O trabalho ocupa grande parte de nossa vida e atuar na área cujas atividades sejam aquelas que nos realizem é fundamental para uma existência feliz. Cada um de nós aprecia tipos distintos de trabalho. Se atravessarmos a vida sem compreender nossos dons naturais, corremos um sério risco de não fazermos aquilo que amamos. Naturalmente, podemos incorporar competências durante toda a vida e é nesta máxima que se baseia a teoria defendida por Carol Dweck sobre a mentalidade de crescimento. Mas, acima de tudo, devemos respeitar nossos dons naturais para escolher o espectro das habilidades a serem desenvolvidas, pois é aí que teremos prazer.</p>



<p><strong>Os tipos de talento</strong></p>



<p>Segundo Patrick Lencioni, autor do livro “Os 6 tipos de talento profissional”, no qual se baseia este artigo, as pessoas que utilizam seus talentos naturais são muito mais realizadas e bem-sucedidas do que as que não os utilizam. Além disso, equipes e organizações que ajudam as pessoas a tirar proveito de seu talento natural são muito mais prósperas e produtivas do que as que não o fazem.</p>



<p>A descoberta de nossos talentos naturais é fundamental neste contexto e pressupõe a utilização de um autoconhecimento mais aprofundado. Para ajudar nessa tarefa, Patrick Lencioni nos propõe o modelo dos “6 Talentos Profissionais”, a saber:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Talento da Reflexão. Capacidade de ponderar, especular e questionar o atual estado de coisas, fazendo perguntas que provocam respostas e ação. Alguém precisa levantar a questão certa, cogitar a possibilidade de um resultado melhor, fazer um alerta ou especular sobre o atual estado de coisas.</li><li>Talento da Invenção. Trazer novas ideias e soluções aos questionamentos. Trata-se de criar uma solução, elaborar um planejamento, propor uma nova ideia ou projetar uma abordagem inovadora para resolver o problema proposto.</li><li>Talento do Discernimento. Relacionado ao instinto, à intuição e ao bom senso. Capacidade de oferecer conselhos e feedbacks preciosos sobre os mais variados temas. Consiste em avaliar e reagir à ideia que surge da Invenção. Exige analisar a proposta, dando feedback em relação à solução ou aprimorando o método.</li><li>Talento do Arrebatamento. Capacidade de arregimentar, motivar e provocar as pessoas a tomar atitude em relação a uma ideia ou iniciativa. Trata-se de definir a equipe, escolher quem vai construir a solução e inspirar o grupo a abraçar o trabalho.</li><li>Talento da Facilitação. Envolve proporcionar às pessoas o suporte e assistência necessários à execução de suas tarefas. Trata-se de responder ao chamado para agir, disponibilizar-se, concordar em fazer o que for necessário para a solução decolar e seguir em frente.</li><li>Talento da Tenacidade. Satisfação de levar as coisas até a linha de chegada. Inclinado a terminar projetos, certificando-se de que foram concluídos conforme o exigido. Trata-se de completar o projeto, terminar o programa, passar pelos obstáculos para garantir a entrega do planejado.</li></ol>



<p>Nossa missão é encontrar em quais tipos de talento somos muito bons, em quais somos neutros e quais não se encaixam no nosso perfil. Se, na formação de equipes, as lideranças conseguirem obter pessoas com os talentos certos para as tarefas certas, miscigenando os perfis, construirão times mais eficientes e felizes.</p>



<p><strong>Talentos, Competências e Frustrações</strong></p>



<p>Ninguém pode afirmar possuir todos os talentos. Todos nós temos áreas em que vamos bem, áreas em que vamos mal e áreas que ficam mais ou menos entre umas e outras. O sucesso exige compreender os aspectos em que brilhamos, bem como aqueles em que não brilhamos. Podemos dividir nossos talentos nessas categorias:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Categoria 1 – Talento Profissional. Cada um de nós tem duas áreas que são consideradas nossos verdadeiros talentos. São aquelas atividades que nos trazem alegria, energia e paixão. Em consequência, costumamos ser bastante bons nelas. O ideal para nós, e para as organizações em que atuamos, é fazer a maior parte do nosso trabalho, se não todo ele, nessas áreas.</li><li>Categoria 2 – Competência Profissional. São atividades que não consideramos nem totalmente insuportáveis nem totalmente empolgantes e que executamos bastante bem, às vezes até muito bem. Também aqui são duas áreas de Talentos.</li><li>Categoria 3 – Frustação Profissional. Dois tipos de trabalho que sugam nossa alegria e nossa energia. Evidentemente, ninguém pode evitar ter de fazer um trabalho esporádico nessas áreas de frustação, mas, quando essas atividades nos tomam um tempo significativo, tendemos a ficar insatisfeitos no trabalho.</li></ul>



<p><strong>O talento profissional e a saúde organizacional</strong></p>



<p>Equipes não têm como ser coesas quando seus líderes não entendem nem aproveitam os talentos de cada participante. O talento profissional é crucial para a produtividade: as pessoas realizam mais, em menos tempo e com menos atrito.</p>



<p>Esse é o fator responsável por reter, engajar e motivar os empregados mais do que qualquer outro. Quando as pessoas da organização sabem que seus talentos estão sendo utilizados e valorizados pelos gestores, chegam para trabalhar com mais paixão e entusiasmo, e é menos provável que abandonem a empresa em tempos difíceis.</p>



<p>Desta forma, é interessante tanto para o indivíduo, como para a equipe e a organização conhecer e alocar os talentos certos nas funções certas, lembrando-se da engrenagem “azeitada” formada pela interação das peculiaridades de cada um.</p>



<p>Quer descobrir seus talentos?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>O que o tornará feliz no futuro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 18:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos queremos atingir a felicidade. Mas, segundo alguns estudiosos, o ser humano tem dificuldades em estabelecer como será feliz no futuro, tendo em vista uma série de vieses inconscientes que afetam nossa análise. Desta forma, é relevante aumentarmos nosso autoconhecimento para estabelecermos objetivos que realmente nos farão felizes, sob pena de ficarmos frustrados quando chegarmos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todos queremos atingir a felicidade. Mas, segundo alguns estudiosos, o ser humano tem dificuldades em estabelecer como será feliz no futuro, tendo em vista uma série de vieses inconscientes que afetam nossa análise. Desta forma, é relevante aumentarmos nosso autoconhecimento para estabelecermos objetivos que realmente nos farão felizes, sob pena de ficarmos frustrados quando chegarmos lá.</p>



<p>Resumidamente, ser feliz é ter prazer. Mas, será apenas isso? Segundo Aristóteles, filósofo grego (384 a.c. a 322 a.c.), a felicidade é o bem supremo pois, ao contrário de outros bens, ela serve apenas a si mesma. Para ele, a virtude estaria no meio termo; exemplo: a ambição seria um vício quando em excesso, mas também seria um vício quando em falta, o indivíduo que não possui ambição alguma não tem motivo para desenvolver-se. O caminho do meio, e assim também pensava Lao Tse (filósofo da Antiga China por volta de 590 a.c.), é aquele que representa as virtudes e que nos tornaria mais felizes.</p>



<p>Para Epicuro, filósofo grego (341 a.c. a 270 a.c.), a vida consistiria na busca constante do prazer e o afastamento da dor. Isso poderia ser entendido como a ênfase desenfreada no prazer, mas, ao mesmo tempo, Epicuro considerava ser a felicidade a capacidade de nos contentarmos com pouco, de nos sentirmos bem com as pequenas coisas, de nos afastarmos dos desejos não naturais e não necessários. A prudência seria a virtude por excelência, pois representaria a capacidade de entender o que podemos ou não fazer, considerando a saúde do corpo e do espírito.</p>



<p>Segundo Espinoza, filósofo de origem judaico-portuguesa, nascido nos Países Baixos (1.632- 1677), a única coisa que garantiria a felicidade seria o conhecimento, pois através dele, conseguiríamos gozar dos prazeres o quanto bastasse para a manutenção da saúde e a acumular dinheiro só o quanto necessário para o sustento de uma vida saudável.</p>



<p>Schopenhauer, filósofo alemão do século XIX, pensava que a felicidade estaria muito menos no que temos ou representamos e muito mais no que realmente somos.</p>



<p>Para Byung Chul Han, filósofo sul coreano de nossos tempos, vivemos numa sociedade do cansaço e, para atingirmos a felicidade, seria necessário termos mais tempo livre em nossas vidas, longe principalmente das redes sociais, de forma a podermos realizar um “auto cultivo”.  Segundo ele, a ideologia da sociedade do cansaço, que faz crer que o único responsável pelo “sucesso” é o indivíduo, cria a necessidade de que as pessoas estejam sempre ativas, buscando modos de agir, de empreender, descansando cada vez menos e ficando cada vez mais fissuradas pela busca do sucesso, gerando o adoecimento psicológico e a infelicidade.</p>



<p>Assim como esses autores, poderíamos citar outros tantos, que pensaram e teorizaram a respeito da felicidade, daí verificamos ser esse um tema mais diverso do que parece à primeira vista.</p>



<p>Daniel Gilbert, autor do livro “Felicidade por Acaso”, analisa como equilibrar as expectativas do futuro para alcançar uma vida feliz no presente. Ele é professor de psicologia na Universidade de Harvard e diretor do Laboratório de Emoção e Cognição Social nos Estados Unidos.</p>



<p>Segundo Gilbert, o ser humano é o único animal que pensa no futuro. Pesquisadores contaram os itens que flutuam no fluxo de consciência de uma pessoa média e constataram que 12% dos nossos pensamentos diários giram em torno do porvir. &nbsp;Mas, a felicidade é uma experiência subjetiva difícil de descrever para nós mesmos e para os outros. Não podemos nos certificar de que duas pessoas que afirmam ser felizes têm a mesma experiência, ou que nossa experiência vigente de felicidade é realmente diferente da nossa experiência anterior de felicidade, ou que sequer estamos tendo uma experiência de felicidade.</p>



<p>O ser humano tem dificuldade de estabelecer o que realmente o fará feliz no futuro. Isto ocorre, segundo o Dr. Gilbert, por uma série de vieses.</p>



<p>Em primeiro lugar, pesquisas sugerem que, quando as pessoas fazem previsões sobre suas reações a eventos futuros, tendem a negligenciar o fato de que seu cérebro executa o truque o preenchimento como parte integral do ato da imaginação. O exemplo fornecido pelo autor é: se eu pedir para você imaginar um prato de espaguete, provavelmente, você imaginará o molho que o envolve, o local em que irá comê-lo, com quem estará desfrutando essa experiência, talvez o vinho que o acompanha e assim por diante, de forma que se amanhã, realmente tiver espaguete no jantar, você poderá se decepcionar caso não tenha todos os atributos imaginados. Ou seja, quando a imaginação pinta um quadro do futuro, muitos detalhes ficam necessariamente faltando, e ela resolve esse problema de ausência preenchendo as lacunas com detalhes que toma emprestados do presente.</p>



<p>Além do truque do preenchimento, nossa mente tende também a fazer o truque de deixar coisas de fora, ou seja, deixa de levar em consideração certas variáveis da realidade, e isto pode levar a um resultado totalmente diferente do “sonhado” para o futuro. E fazemos isso tão bem que não temos consciência do que está acontecendo. Assim, tendemos a aceitar os sonhos para o futuro de forma acrítica e esperar que eles aconteçam com os detalhes – apenas aqueles que – nosso cérebro imaginou.</p>



<p>Em terceiro lugar, temos a tendência a supor que o que sentimos ao imaginar o futuro é o que sentiremos quando chegarmos lá, mas na verdade, o que sentimos ao imaginar o futuro é quase sempre uma resposta ao que está acontecendo no presente, o que não garante a felicidade quando chegarmos mais adiante. O presenteísmo ocorre porque deixamos de reconhecer que nossos “eus” futuros irão se modificar e não necessariamente enxergarão o mundo da maneira que o enxergamos agora.</p>



<p>Se estamos sujeitos a erros quando tentamos imaginar o futuro, então como deveríamos decidir o que fazer? Nossa capacidade de imaginar nossas emoções futuras é falha, mas poderíamos nos valer das experiências de outros para colocarmos as perspectivas na rota certa. Esse é o motivo pelo qual comecei este artigo com um breve apanhado de filósofos de várias épocas analisando a felicidade. Além disso, existem as experiências vividas: cada um de nós está rodeado de gente com muitas vivências que podem nos relatar suas próprias experiências e, ao fazê-lo, nos mostrar quais futuros mais valem a pena desejar. O que ocorre, porém, é que não o fazemos, simplesmente porque nos consideramos diferentes de todos os demais e porque não confiamos que a experiência do outro servirá de base para nosso futuro. Pensamos em nós mesmos como entidades únicas – mentes incomparáveis, diferentes de quaisquer outras – e, portanto, volta e meia rejeitamos lições que a experiência emocional dos outros tem a nos ensinar. estatísticas mostram que não somos tão diferentes assim.</p>



<p>A preocupação da humanidade com a felicidade remonta de muito tempo e, uma vez que dependemos menos de fatos fortuitos do ambiente, ela vem se acentuando. Gilbert cita que, em 1738, um polímata holandês chamado Daniel Bernoulli sugeriu que a sabedoria de qualquer decisão pode ser calculada multiplicando-se a probabilidade de que a decisão nos dará o que queremos pela utilidade de conseguir o que queremos, sendo esta a sensação de bem-estar ou prazer que conseguiríamos.  A primeira parte da descrição de Bernoulli é relativamente simples de obter: qual a probabilidade de eu ser promovido neste emprego; qual a probabilidade de eu me casar com meu atual namorado? e assim por diante. O problema é que não temos meios de avaliar facilmente como nos sentiremos quando conseguirmos o que queremos. Sem uma fórmula para prever a utilidade, tendemos a fazer o que apenas nossa espécie faz: imaginar. Nosso cérebro é dotado de uma estrutura singular graças à qual temos a possibilidade de nos transportar mentalmente para circunstâncias futuras e, em seguida, perguntarmos a nós mesmos qual é a sensação de estar lá. Porém, como comentado anteriormente, essa capacidade de imaginarmos circunstâncias futuras não é perfeita: nós as preenchemos com detalhes que de fato não acontecerão e deixamos de fora detalhes que acontecerão, além disso, achamos impossível ignorar o que estamos sentindo agora e impossível reconhecer como pensaremos nas coisas que acontecem depois. Não existe uma fórmula simples para a felicidade. Mas, se nosso cérebro não nos permite avançar com passo firme rumo ao futuro, pelo menos nos permite entender o que nos faz tropeçar.</p>



<p>Ao estudar as ideias dos grandes filósofos, fica claro que querer obter o máximo de prazer a qualquer preço não é um caminho para a felicidade. Esta também tem componentes éticos e necessidade de ampliar a visão para considerar a sociedade como um todo. O importante é pensarmos a respeito e determinarmos um ponto de chegada que nos permita sermos felizes também no caminho que nos levará até ele.</p>



<p>Quer desenvolver seu autoconhecimento para poder estabelecer metas visando atingir a felicidade?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>O que você está esperando para desenvolver sua liderança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 18:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo tem exigido de nós cada vez mais habilidades para lidar com sua agilidade exponencial, complexidade e interconexão crescentes. Fala-se em capacidades técnicas, necessidade de inovação e adaptabilidade. Mas, há uma competência que sempre foi muito demandada e continua sendo neste novo contexto: a liderança. Mesmo com novas tecnologias e filosofias de trabalho, as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mundo tem exigido de nós cada
vez mais habilidades para lidar com sua agilidade exponencial, complexidade e
interconexão crescentes. Fala-se em capacidades técnicas, necessidade de inovação
e adaptabilidade. Mas, há uma competência que sempre foi muito demandada e
continua sendo neste novo contexto: a liderança.</p>



<p>Mesmo com novas tecnologias e filosofias
de trabalho, as pessoas são componentes fundamentais para a geração de valor às
empresas e quando se fala em equipe, fala-se de gente e, portanto, da
necessidade de liderança apropriada para realização das entregas necessárias. Trata-se
da disposição para dirigir, assumir o comando e oferecer orientação de forma a
obter a energia adequada ao trabalho a ser realizado. No final das contas, liderar
é a capacidade de conduzir um grupo de indivíduos, transformando-os em uma
equipe que gera resultados. Liderar é influenciar pessoas. &nbsp;</p>



<p>Existem vários tipos de liderança, inclusive as negativas que ocorrem quando o líder não acredita na equipe, quando não ajuda a construir competências, quando não delega, quando não aceita o erro não intencional. Por outro lado, a liderança positiva é inspiradora.</p>



<p>Muito se discute se o líder bom já nasce feito; exemplos como Martin Luther King, Barack Obama, Gandhi, Luiza Trajano ou Steve Jobs, parecem dizer &#8220;sim&#8221; à questão. Mas, será que qualquer ser humano não pode desenvolver novas habilidades quando realmente quer? A neurociência nos explica a necessidade de fazer coisas inéditas para estabelecer outras conexões cerebrais, para manter viva a nossa capacidade de aprender. Assim como outras competências, a liderança também pode ser aprendida desde que se trabalhe dois fatores fundamentais como pré-requisito a esse desenvolvimento: autoconhecimento e inteligência emocional.</p>



<p>Liderar é baseado em sabermos lidar
com pessoas: suas crenças, comportamentos, valores, defeitos e virtudes. Se não
entendemos a nós mesmos como poderemos compreender os outros? O
autoconhecimento ajuda no processo, explicando inclusive afinidades e
antipatias, julgamentos e avaliações. Quanto mais se conhecer, melhor líder um
indivíduo poderá ser, entendendo sua equipe e sendo mais imparcial.</p>



<p>A inteligência emocional é primordial
em todos os tipos de relacionamento humano, imagine numa relação com liderados!
Trata-se de compreender e
gerenciar as próprias emoções e aprender a lidar com as emoções e sentimentos
de outras pessoas. Controlar impulsos, ser empático e manter-se em bom estado
de espírito são algumas das características da inteligência emocional que
ajudam exercer liderança positiva.</p>



<p>Alguns temas devem ser focados para
quem deseja desenvolver liderança:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Saber lidar com a diversidade: As melhores equipes têm participantes diferentes (sexo, raça, gênero, idade, formação, classe social, conhecimento) que se complementam na solução dos problemas e construção das entregas.</li><li>Saber delegar: Controle no gerenciamento de indivíduos é conceito ultrapassado, a tônica hoje é dar autonomia, empoderar pessoas, desenvolver competências. As pessoas se motivam quando têm liberdade para executar tarefas da melhor forma possível. Além disso, o melhor líder é aquele que forma seu(s) substituto(s), sem medo de perder algo, se preparando ele mesmo para novos desafios.</li><li>Saber se comunicar e ter escuta ativa: Ter domínio da fala, escrita e expressão corporal, leitura e observação. Não basta saber se expressar, é preciso ser capaz de ouvir e interpretar o que os outros têm a dizer. Também é fundamental compartilhar informações.</li><li>Fomentar a colaboração: Incentivar a troca de informações na equipe, dar valor à ajuda, não alimentar a competição exacerbada, eliminar feudos, não ser uma ilha, construir pontes.</li><li>Transformar e mudar: o líder jamais pode ser avesso a mudanças, pois está no seu papel desafiar o estabelecido, identificar oportunidades, tornar os desafios significativos, assumir riscos e aprender com os erros.</li><li>Engajar pessoas: Definir objetivos claros, fornecer feedback constante, oferecer recompensas, dar reconhecimento.</li><li>Considerar o como e o porquê se entrega: Entender o propósito de cada um e alinhar com o propósito da organização. Ter um propósito para trabalhar muda a maneira como o trabalho é significado, colaboradores se sentem mais motivados e engajados em trabalhar em empresas que têm propósitos inspiradores. Líderes com propósito entusiasmam as equipes. Não trair seu propósito implica em ter coerência entre discurso e ação.</li></ul>



<p>Para finalizar, gostaria de comentar a falácia sobre “lideranças que consideram seres humanos não entregam resultados”. Em primeiro lugar, ser bom líder não necessariamente quer dizer “ser bonzinho”, há situações que requerem pulso forte, mas isto não implica em abrir mão do <strong>respeito</strong> a todos os envolvidos. Além disso, segundo pesquisa Green Peak e Universidade Cornell, 2019 publicada na revista “Você S.A” edição agosto/2019, os executivos capazes de construir boas relações <strong>com e entre times </strong>entregam melhores resultados financeiros.</p>



<p>O que você está esperando para
desenvolver sua liderança?</p>



<p>&nbsp;Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Há algo dentro de você te boicotando? Como reconhecer e lidar com a autossabotagem.</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2020/09/28/voce-sente-que-ha-algo-dentro-de-voce-que-esta-te-boicotando-como-reconhecer-e-lidar-com-a-autossabotagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 19:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[auto sabotagem]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autossabotagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se pegou, antes mesmo de começar um desafio, de forma a pensar que não vai conseguir realizá-lo, não está pronto, não é para você? Esse é o típico comportamento da autossabotagem, que ocorre quando se cria obstáculos, geralmente de maneira inconsciente, no momento de agir para realizar seus objetivos. Algumas pessoas têm esse...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já se pegou, antes mesmo de
começar um desafio, de forma a pensar que não vai conseguir realizá-lo, não
está pronto, não é para você? Esse é o típico comportamento da autossabotagem,
que ocorre quando se cria obstáculos, geralmente de maneira inconsciente, no
momento de agir para realizar seus objetivos. </p>



<p>Algumas pessoas têm esse comportamento uma vez ou outra, mas há os que se boicotam frequentemente, agindo para se punir e não chegar ao sucesso almejado. Através de pensamentos negativos, agem no sentido oposto às suas necessidades e desejos. A pessoa desiste de seus objetivos por não acreditar ser capaz de alcançá-los. O medo de falhar é maior que o desejo de tentar. </p>



<p>Esses comportamentos podem ser causados por vários fatores e muitos
deles tem sua causa origem na infância ou na adolescência. Os traumas vivenciados
nesses períodos podem ficar guardados no inconsciente provocando reações
inesperadas no indivíduo adulto, sendo a autossabotagem uma das possibilidades.
Mesmo sem saber e sem querer, estas pessoas acabam vítimas de sentimento de
culpa, rejeição ou abandono. </p>



<p>O indivíduo que sucumbe à autossabotagem geralmente lida com uma baixa
autoestima, responsável por prejudicar a forma como encara suas qualidades e
capacidades.</p>



<p>Por ser um processo inconsciente, a autossabotagem pode não ser óbvia à própria pessoa que a carrega. Assim sendo, seguem alguns sintomas que ajudam a identificá-la:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ver sempre o lado negativo das coisas</strong>: Há indivíduos, que dizendo-se realistas, sempre olham para o copo vazio em cada situação. Isso faz com que a pessoa não aproveite suas conquistas, não veja progresso e não acredite que coisas boas acontecem em sua vida. Sem contar que olhar para o lado ruim gera perda do foco, fazendo com que o auto sabotador não direcione sua atenção de forma adequada. Não devemos viver em um mundo de Poliana, mas temos que avaliar o lado positivo e o negativo da situação de forma a termos todo panorama para a melhor tomada de decisão, visando atingirmos nossos objetivos. </li><li><strong>Medo de errar</strong>:  A princípio, o medo é saudável, pois é a presença dele que evita que nos arrisquemos demais em situações de perigo desnecessário. No entanto, quem vive se boicotando tem um medo constante de errar, o que faz o indivíduo deixar de assumir tarefas por acreditar que não saberá fazer o que lhe foi solicitado ou achar que não é digno de tal responsabilidade. Externamente, essas pessoas dirão “não me importa”, “não me agrada”, “não quero isso” ou “não me interessa”, mas por dentro é o medo de errar que está atuando. Isso afeta o círculo social e as relações como um todo. No mundo atual essa atitude pesa ainda mais, pois a falha é reconhecidamente condição para o aprendizado constante e a pessoa com medo de errar não ampliará seus horizontes, pré-requisito para seu desenvolvimento. </li><li><strong>Procrastinar constantemente</strong>:  O ato de sempre adiar afazeres e compromissos funciona como um mecanismo de defesa diante da sensação de incapacidade de realizar algo.  Ao longo do tempo, esse hábito pode se tornar tóxico. Deixar tudo para última hora interfere na produtividade e na performance do indivíduo, tanto profissional quanto pessoalmente. A consequência desse adiamento de tarefas é um alto grau de estresse, gerado pelo afastamento dos objetivos e por acabar tendo que dar conta de muitas tarefas no limite do prazo.</li><li><strong>Confiar em demasia na sua autossuficiência</strong>: Querer dar conta de todas as tarefas faz com que a pessoa se sinta no controle da situação, mas também a sobrecarrega, o que é um sinal nítido de autossabotagem. Por querer manter um padrão de resultados, a pessoa concentra todos os trabalhos em si e não delega funções. Mais adiante, a desculpa para não ter alcançado os resultados será “Não consegui porque não dei conta de fazer tudo sozinho, dado que estou sobrecarregado!” ou “Não posso confiar em ninguém!”.</li><li><strong>Se comparar demais aos outros</strong>: O indivíduo que se compara constantemente com as outras pessoas pode acreditar numa inferioridade inexistente, simplesmente porque cada pessoa é única, com características positivas e negativas. Nesse contexto, tudo que fizermos parecerá insuficiente e o sentimento de inferioridade irá atrapalhar o crescimento pessoal e profissional do indivíduo. </li><li><strong>Querer sempre agradar os outros</strong>: Tentar agradar sempre às expectativas do outro é um dos principais motivos que levam a autossabotagem, pois na busca por aceitação e pertencimento, as pessoas tendem a tirar o foco de suas prioridades e sonhos, concentrando-se naquilo que satisfaz o outro, mas esquecendo-se de si mesmo. Uma coisa é querer evoluir e outra é querer ser quem não é apenas para agradar aos demais e deixar de viver a sua própria vida.</li><li><strong>Abandonar projetos e se abster de tomar decisões</strong>: Começar um projeto e desistir dele no caminho leva ao fracasso e garante ao autossabotador não ser avaliado pela entrega da tarefa abandonada. Evitar as tomadas de decisão também é um método para o auto boicote, pois nos exime da responsabilidade pelas consequências. O autossabotador não se coloca como protagonista da sua vida, ou seja, a culpa do que lhe acontece está sempre em outro alguém ou em outra coisa.</li></ul>



<p>Será possível recuperar o indivíduo que sofre de autossabotagem?  Essa cura é difícil, uma vez que a pessoa não se dá conta de que está se sabotando. Mas, nada é impossível. A cura da autossabotagem requer, primeiramente, a tomada de consciência do processo de boicote e de todas as consequências disso. A busca por autoconhecimento é o primeiro passo para identificar o comportamento negativo e consequentemente, passar a ter atitudes e hábitos saudáveis. Nos casos mais acentuados, será imprescindível a ajuda de profissionais especializados (terapeutas, psicólogos, psiquiatras, coaches). A mudança de hábitos é algo essencial para o tratamento, garantindo que o desejo de transformação se concretize através da alteração dos padrões comportamentais.</p>



<p>Muitas vezes sentimos medo, pessimismo e incerteza sobre o que está por vir. Ou seja, todos temos um sabotador dentro de nós.  Ele sempre nos fará acreditar não sermos capazes de atingir nossos objetivos e fortalecerá o medo para nos manter dentro da nossa zona de conforto. A forma mais racional de lidar com esse sabotador é aprender a conviver com ele, considerando seus receios, mas não congelando diante deles. Lembre-se a coragem não é a ausência do medo, mas a ação apesar do medo. Para superar a autossabotagem é preciso desenvolver o autoconhecimento e a autoestima: detectar nossos pontos fortes para ampliá-los e identificar nossos pontos fracos para melhorá-los. A arte de se aceitar vulnerável também é um fator fundamental, afinal ninguém é perfeito e o desenvolvimento é um processo constante.</p>



<p>Como disse Albert Bandura: <em>“Confiar em si mesmo não garante o
sucesso, mas não o fazer garante o fracasso.”</em><em></em></p>



<p>Quer se conhecer melhor e acabar
com a autossabotagem?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



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		<title>Você domina ou é dominado por suas emoções?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2019/08/29/voce-domina-ou-e-dominado-por-suas-emocoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 13:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[Num dos momentos mais transformadores da história da humanidade, novas habilidades são requisitadas aos indivíduos a cada momento. Dentre elas, a inteligência emocional continua em destaque. O que vem a ser inteligência emocional? Segundo Howard Gardner, psicólogo da Escola de Educação de Harvard, é a capacidade de compreender outras pessoas; é a capacidade de formar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num dos momentos mais transformadores
da história da humanidade, novas habilidades são requisitadas aos indivíduos a
cada momento. Dentre elas, a inteligência emocional continua em destaque. </p>



<p>O que vem a ser inteligência
emocional? Segundo Howard Gardner, psicólogo da Escola de Educação de Harvard,
é a capacidade de compreender outras pessoas; é a capacidade de formar um
modelo preciso, verídico, de si mesmo e poder usá-lo para agir eficazmente na
vida.</p>



<p>Trata-se da habilidade de
conhecer e lidar com suas próprias emoções. Sabemos que nosso cérebro tem dois
lados, o emocional e o racional, que muitas vezes batalham entre si; é preciso
saber harmonizar os dois para não sermos um barril de pólvora ambulante.&nbsp; </p>



<p>Além disso, a inteligência emocional
envolve a automotivação, chegando inclusive no estado de fluxo (algo como um
estado de graça), onde se obtém a maior satisfação de uma atividade, acarretando
grande produtividade e eficácia.</p>



<p>Compreende a capacidade de
controlar-se a si mesmo. Saber adiar a satisfação e conter a impulsividade. Experimentos
mostram que as crianças que adiaram o prazer imediato de comer um marshmallow
para esperar pelo dobro, foram adultos mais bem sucedidos em suas carreiras. O potencial
de autocontrole está na raiz disso.</p>



<p>Outra característica fundamental da inteligência emocional é a empatia. A aptidão de se colocar e sentir no lugar do outro é algo detectável já em bebês, mas que pode se perder por diversos fatores. As pessoas empáticas sabem entender as emoções alheias e podem melhor reagir e interagir com o mundo que as rodeia.</p>



<p>Tanto no âmbito pessoal como
profissional, saber lidar com relacionamentos, com as emoções dos outros pode
ser uma arte. Desde o exercício de liderança e gestão de pessoas até relações
entre parceiros e filhos.</p>



<p>Várias pesquisas científicas
mostram que os indivíduos com maior quociente emocional têm mais sucesso a
longo prazo do que aqueles simplesmente com maior quociente de inteligência.
Além disso, saber lidar com suas emoções torna as pessoas mais felizes.</p>



<p>Os seres humanos diferem em seus atributos para tratar cada um dos pontos citados, mas como nossa maior virtude é a faculdade de aprender, também é possível evoluir no campo emocional através do autoconhecimento. O entendimento da existência de emoções tóxicas, cientificamente falando, como a raiva, o pânico e a ansiedade e de itens altamente saudáveis como o otimismo e o bom humor, ajuda nesse caminho.</p>



<p>O assunto é tão importante, que
deveria fazer parte dos currículos escolares de todos os níveis, o que
infelizmente ainda é um sonho.</p>



<p>Para um aprofundamento indico
Daniel Goleman e seu livro “Inteligência Emocional”.</p>



<p>Quer se conhecer melhor? Marque
uma conversa.</p>



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