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		<title>Você consegue pensar como um cientista de foguetes?</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 12:07:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todos nós enfrentamos no nosso dia a dia problemas complexos e desconhecidos. A resolução desses obstáculos pressupõe a utilização de pensamento crítico e de criatividade, duas habilidades muito aclamadas mas difíceis de encontrar, motivo pelo qual são tão procuradas pelo mercado de trabalho. O pensamento crítico é a opinião fora da manada, que implica em...]]></description>
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<p>Todos nós enfrentamos no nosso dia a dia problemas complexos e desconhecidos. A resolução desses obstáculos pressupõe a utilização de pensamento crítico e de criatividade, duas habilidades muito aclamadas mas difíceis de encontrar, motivo pelo qual são tão procuradas pelo mercado de trabalho.</p>



<p>O pensamento crítico é a opinião fora da manada, que implica em não seguir cegamente líderes de ocasião. Quando você concordar totalmente e sempre com alguma liderança, comece a se sentir desconfortável e verifique se não está faltando análise isenta em suas atitudes. É necessário avaliar as questões objetivamente, filtrando preconceitos e permitindo diversas perspectivas. Uma grande vantagem do pensamento crítico é que ele pode melhorar a criatividade, o que implica em dar soluções inesperadas e eficientes para as questões que requeiram alguma resposta.</p>



<p>Dado esse contexto, como entender melhor os requisitos para tais habilidades? Como se exercitar e beneficiar delas? Uma abordagem bem peculiar foi a exposta no livro “Pense como um Cientista de Foguetes”, de Ozan Varol. O autor é um turco que se mudou para os Estados Unidos para se formar em astrofísica pela Universidade de Cornell e, então, trabalhou na equipe operacional do projeto <em>Mars Exploration Rovers</em> da NASA em 2003. Além disso, estudou direito e é professor da Faculdade de Direito Lewis &amp; Clark. Seus artigos aparecem em periódicos como Wall Street jornal, Newsweek, BBC, Time, CNN, Washington Post, Slate e Foreign Policy.</p>



<p>Varol nos relata que pensar como um cientista de foguetes é enxergar o mundo através de uma lente diferente. Os cientistas de foguetes imaginam o inimaginável e resolvem o que a princípio não tem solução, transformam derrotas em triunfos e restrições em vantagens, além de enxergar reveses como quebra-cabeças que têm solução em vez de bloqueios intransponíveis. Eles não são movidos pela convicção cega, mas pelo autoquestionamento; seus objetivos não são resultados de curto prazo, mas descobertas a longo prazo. Eles sabem que as regras não são fixas, que o padrão pode ser alterado e que um novo caminho pode ser traçado.</p>



<p>Vamos examinar neste artigo, algumas características dos cientistas de foguetes, relatadas pelo referido autor, que podem ser utilizadas para o desenvolvimento de nosso pensamento crítico e criativo, retirando as lições tanto positivas como negativas do mundo da exploração espacial e trazendo-as para o nosso cotidiano.</p>



<p>Um dos enfoques necessários a quem deseja ter a efetividade de pensamento de um cientista de foguetes é abraçar a incerteza. Todos nós fomos programados para ter medo do incerto, pois nossos antepassados tinham receio do desconhecido para não virar comida de tigres-dentes-de-sabre e aqueles com essa característica viveram o suficiente para transmitir seus genes até nós. O problema do mundo moderno, segundo Bertrand Russel, é que “os burros têm certezas, ao passo que os inteligentes têm muitas dúvidas”. Se explorarmos apenas caminhos já trilhados e se evitarmos jogos que não sabemos jogar, permaneceremos no mesmo lugar. A incerteza faz parte do processo e é, na verdade, essencial ao progresso.</p>



<p>Outro pensamento para quem deseja avançar na obtenção de sucesso em qualquer projeto são as ideias em princípios básicos. O crédito para esse conceito se deve a Aristóteles, que o definiu como “a base pela qual uma coisa é conhecida”. O filósofo e cientista francês René Descartes o descreveu como um questionamento sistemático de tudo o que for possível questionar até que tenhamos apenas verdades inquestionáveis. Os princípios básicos nos levam às soluções mais simples, sem confundir simplicidade com facilidade. É como diz aquela frase muito citada: “Se eu tivesse mais tempo, teria escrito uma carta menor.” A virtude de efetuar cortes nos leva de volta ao começo para encontrar o original.</p>



<p>A próxima atitude desejada a quem deseja pensar como um cientista de foguetes é a realização de experimentos mentais. Há registros de experimentos mentais pelo menos desde a Grécia antiga. Por mais incrível que pareça, podemos fazer descobertas apenas pensando: apenas você e sua imaginação. Einstein disse: “O puro pensamento pode entender a realidade.”  Os pensamentos podem refutar um argumento, mostrar por que uma coisa vai ou não vai funcionar, e iluminar o caminho à frente – tudo sem um experimento físico. Para se aprimorar em experimentos mentais devemos focar em recuperar nossa curiosidade infantil de forma a estimular a originalidade. Além disso, e ao contrário do que a vida moderna parece exigir de nós, devemos usufruir do ócio como forma de cristalizar novos conhecimentos fomentando nossa habilidade em resolver problemas de forma criativa.</p>



<p>Uma ideia chave para a realização de experimentos mentais segundo Varol é a obtenção de repertório. A vida não é compartimentalizada em silos. Não aprendemos muito comparando coisas similares, mas o senso comum nos leva a comparar laranjas com laranjas e não com maçãs, no entanto, é mais fácil pensar fora da caixa quando exercitamos nossa criatividade com várias caixas. A criatividade combinatória obriga a nos expor a um grande leque de ideias, enxergar o similar em coisas diferentes e combinar maçãs e laranjas para criar uma fruta nova. Quanto mais amplo for seu repertório de conhecimentos aleatórios, mais interessante será o resultado se suas criações. Por isso, pegue uma revista ou livro de um assunto sobre o qual você não sabe nada. Participe de uma conferência de outra indústria. Cerque-se de pessoas de profissões, históricos e interesses diferentes. Enfim, permita-se conhecer coisas novas para ter ideias criativas.</p>



<p>Além disso tudo é importante ter pensamento divergente, que é uma maneira de gerar ideias diferentes com mente aberta e de forma livre. No pensamento divergente não focamos nas restrições, nas possibilidades ou no orçamento. O objetivo é criar um conjunto de opções – boas e ruins – sem julgá-las prematuramente, limitá-las ou escolher entre elas. Para ativá-lo, precisamos desligar o pensador racional que existe em nós – o pensamento convergente. Somente depois de ter ideias malucas podemos adaptá-las à realidade utilizando o pensamento convergente: passando do idealismo ao pragmatismo.</p>



<p>As descobertas, ao contrário da sabedoria popular, não começam com uma resposta inteligente. Elas começam com uma pergunta inteligente. Da próxima vez que se sentir tentado a resolver um problema, tente descobrir primeiro qual é o problema. Pergunte-se: “Estou fazendo a pergunta correta? Se eu trocasse de ponto de vista, como o problema mudaria? Como posso formular a pergunta em termos de estratégia em vez de táticas? Enfim, chegar à verdadeira questão para a qual procuramos uma solução.</p>



<p>Outro ponto a considerar é o autoconhecimento que permite reconhecer nossos preconceitos de forma a poder analisar as opções de forma isenta e sem viés. Antes de anunciar uma hipótese, pergunte-se: “Quais são minhas preconcepções?”. Verifique, ainda, se quer que determinada hipótese seja a escolhida e, se sim, tenha cuidado, pois  quando gostamos de algo ou alguém, tendemos a ignorar suas falhas. Para se certificar de que não nos apaixonaremos por uma única hipótese, é melhor criar várias e o ideal é que as hipóteses criadas entrem em conflito umas com as outras.</p>



<p>Somos programados para ter medo do fracasso. Mas, no mundo moderno a tendência natural de evitar o fracasso é uma receita para a derrota. Por trás de cada foguete não lançado, cada quadro não pintado, cada projeto não iniciado, cada livro não escrito e cada canção não cantada está o intimidador medo do fracasso. No outro extremo, temos uma espécie de endeusamento do fracasso, defendido pelo Vale do Silício, que também não é desejável, pois, segundo Varol a ideia de falhar rápido é enganosa uma vez que o foco deveria estar no aprendizado com os erros e não no erro em si. O objetivo não deve ser falhar rápido, mas aprender rápido. Não aprendemos a andar na primeira tentativa; nós caímos várias vezes e, com cada queda, nossos corpos aprendiam o que fazer e o que não fazer: ao aprender a não cair, aprendemos a andar. O fracasso é o portal da descoberta, da inovação e do sucesso a longo prazo. No entanto, a maioria das organizações sofre de amnésia coletiva em relação aos seus fracassos. Os erros permanecem ocultos porque os funcionários têm muito medo de compartilhá-los, uma vez que somente o sucesso é incentivado e, normalmente, o erro é punido. É necessário implementar segurança psicológica para que as pessoas não tenham receio de errar e tenham coragem de relatar os erros, com os respectivos aprendizados.</p>



<p>Pensar como um cientista de foguetes implica em ser ao mesmo tempo racional e criativo, focado e abrangente, reconhecer todo o histórico das conquistas anteriores e tratar cada projeto como o primeiro de forma a obter soluções peculiares e simples. Tudo isso é importante também na experiência  em qualquer empreendimento e pode ser aplicado para melhoria de nossa capacidade de resolução de problemas e visão de mundo em geral.</p>



<p>Quer desenvolver suas aptidões de pensamento crítico e criatividade?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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