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	<title>comece pelo porquê &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>comece pelo porquê &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Você sabe o seu porquê?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 19:00:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[comece pelo porquê]]></category>
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					<description><![CDATA[De uma maneira simplista, podemos dizer que o objetivo maior do ser humano é ser feliz. Mas, a definição de felicidade é diferente para cada um, dependendo se seu propósito. Estudos mostram que a maioria das pessoas não estão no emprego dos seus sonhos. Isto ocorre, na maioria das vezes, porque o trabalho é encarado...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De uma maneira simplista, podemos
dizer que o objetivo maior do ser humano é ser feliz. Mas, a definição de
felicidade é diferente para cada um, dependendo se seu propósito. </p>



<p>Estudos mostram que a maioria das
pessoas não estão no emprego dos seus sonhos. Isto ocorre, na maioria das vezes,
porque o trabalho é encarado como uma atividade sem “glamour”, sem significado
em si mesmo, é mais um dever que um prazer. Se mais gente soubesse construir
organizações que inspiram, poderíamos viver em um mundo no qual as estatísticas
indicassem que a maioria das pessoas acordam felizes para ir ao trabalho e,
portanto, são profissionais mais produtivos e mais criativos, voltando para
casa mais felizes e influenciando sua família a ser mais feliz; além disso, tratariam
melhor os colegas, clientes e consumidores, fazendo-os também mais propícios à
felicidade. </p>



<p>Segundo Simon Sinek, em seu livro
“Comece pelo Porquê”, funcionários inspirados contribuem para companhias mais
fortes e economias mais robustas.</p>



<p>Os seres humanos desejam agregar
valor e ter sucesso. Quando encontram motivos inspiracionais, podem fazer as
mesmas atividades, mas com um ânimo novo. É bastante conhecida a história de dois
pedreiros que trabalhavam na construção de uma enorme parede de tijolos; ao serem
questionados sobre como se sentiam ao fazer essa atividade, o primeiro respondeu:&nbsp; é muito cansativa e monótona, eu passo o dia
inteiro carregando, empilhando e assentando tijolos, não vejo a hora de chegar ao
final de cada dia para poder descansar e ao final da semana para receber meu
pagamento. O segundo pedreiro respondeu à mesma pergunta: a atividade é bem
cansativa, mas vale a pena, não vejo a hora ver a catedral finalizada. Qual dos
dois homens é mais feliz?</p>



<p>Organizações e lideranças que entendam
essa diferença são mais produtivas. Inspirar pessoas pode ser difícil, mas dá
resultado. Isto serve para empregados, clientes ou quaisquer outros tipos de interlocutores.</p>



<p>Simon Sinek propõe a utilização
do “círculo dourado” para entender a forma de atuação das organizações. Trata-se
da resposta às perguntas: O quê, Como e Por quê:</p>



<p>O CÍRCULO DOURADO</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O quê: trata-se dos produtos ou serviços que a
empresa faz ou a função do cargo que o profissional desempenha dentro deste
contexto. “O quê” é fácil de identificar.</li><li>Como: trata-se do modo pelo qual alguma coisa é
feita; não tão óbvio quanto “o quê”, são fatores diferenciadores ou motivadores
em uma decisão.</li><li>Por quê: trata-se do propósito pelo qual se faz
alguma coisa. É uma pergunta muito mais difícil de responder e para a qual a
maioria nem tem a resposta. Não se trata de ter lucro ou ganhar dinheiro, pois
essa é a consequência e não a origem. Por que sua companhia existe? Por que você
sai da cama toda manhã? Por que alguém deveria se importar?</li></ul>



<p>Quando a maioria das organizações
ou pessoas pensa, age ou se comunica, elas o fazem de fora para dentro do
círculo dourado, priorizando o “O quê”, justamente por ser mais claro. Todos
sabem dizer o que fazem, às vezes, como fazem, mas raramente porquê fazem o que
fazem. Mas, as companhias e os líderes inspirados pensam, agem e se comunicam
de dentro para fora: começam pelo Por quê.</p>



<p>Vamos dar um exemplo para
tangibilizar essa teoria. Imagine uma empresa que quer anunciar um novo tipo de
gravador digital. A maioria falaria algo como: “Esse
é o novo (nome do superproduto!), ele pausa TV ao vivo, pula comerciais, grava
os seus programas favoritos e mais! Ele consegue aprender sobre o que você
gosta e gravar programas similares sem que você tenha que pedir!” Então,
interessados? Muitos consumidores se interessariam, mas muitos passariam
direto. Agora veja essa nova possibilidade de texto: “Você gosta de ter
controle de tudo o que faz? Quer ter a liberdade de assistir aos seus programas
de TV favoritos a qualquer momento? Quer pular comerciais chatos? E tudo isso
de uma maneira simples e intuitiva? Nós temos a resposta! Esse é o (nome do
produto superincrível)! Ele pausa TV ao vivo, grava todos os seus shows
favoritos sem você ter que pedir e pula os intervalos comerciais!”. Bem melhor,
não? Repare então que no segundo exemplo, o texto percorre o círculo de dentro
para fora, explicando primeiro a razão do aparelho em si, passando pelo como e
apenas no fim pelos recursos e o que ele faz. É justamente essa diferença que,
segundo o autor, inspira as pessoas e as ajuda a tomarem uma atitude, a agir. Simon
apresenta esse modo de se comunicar como o oposto do que ele chama de
incentivos ou manipulações (que nada mais são que as promoções, ofertas,
descontos, bônus aos funcionários etc.).</p>



<p>Um porquê é apenas uma crença. Os “comos” são
as ações que você empreende para realizar essa crença. E os “o quês” são o
resultado dessas ações – tudo o que você diz e faz: produtos, serviços, cultura
e quem você contrata. E todas essas coisas devem ser consistentes. Esse é o
motivo pelo qual devemos começar pelo porquê; é ele que rege o como e o quê;
sem essa coerência, as pessoas não comprarão seu discurso, não aceitarão sua
influência e não verão autenticidade em você.</p>



<p>“As pessoas não compram o que você faz, elas
compram o por que você faz” – Simon Sinek</p>



<p>Organizações ou pessoas podem viver e ter
sucesso não fundamentados em seu porquê. Na verdade, essa é a realidade da
maioria delas em nosso mundo. Mas, aquelas que conseguem inspirar, agregar
valor, elevar o patamar, inovar radicalmente, essas se baseiam no porquê. Um
dos exemplos é a Apple – ano após ano essa é uma empresa que tem milhões de
“seguidores”, que existem porque se engajaram no seu propósito: desafiar o
status quo.&nbsp; Desta forma, existem filas
para comprar seus produtos logo no lançamento, não pelo produto em si, mas pelo
que ele significa para quem o possui.</p>



<p>Como já deve ter ficado óbvio, o círculo
dourado foi criado para explicar organizações, sua forma de comunicação com seu
público. Mas, pode ser aplicado a indivíduos, tanto na influência em sua
performance quando existem lideranças inspiradoras, como na vida pessoal
cotidiana, quando o próprio indivíduo descobre o seu porquê.&nbsp; </p>



<p>Qual sua motivação? O que o faz levantar feliz
numa segunda feira de manhã para ir trabalhar? Quanta coerência existe entre suas
crenças e suas ações? As respostas se baseiam no seu propósito, no seu porquê:
eis a base das pessoas realmente felizes. A identificação do seu propósito não
é um processo fácil, pois necessita autoconhecimento apurado a partir de muitos
auto questionamentos.</p>



<p>Quer se conhecer melhor para
identificar o seu propósito?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11)
99851-1275</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por quê você faz o que faz?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2021/01/29/por-que-voce-faz-o-que-faz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 19:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comece pelo porquê]]></category>
		<category><![CDATA[porquê]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[simon sinek]]></category>
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					<description><![CDATA[De uma maneira simplista, podemos dizer que o objetivo maior do ser humano é ser feliz. Mas, a definição de felicidade é diferente para cada um, dependendo se seu propósito. Estudos mostram que a maioria das pessoas não estão no emprego dos seus sonhos. Isto ocorre, na maioria das vezes, porque o trabalho é encarado...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De uma maneira simplista, podemos
dizer que o objetivo maior do ser humano é ser feliz. Mas, a definição de
felicidade é diferente para cada um, dependendo se seu propósito. </p>



<p>Estudos mostram que a maioria das pessoas não estão no emprego dos seus sonhos. Isto ocorre, na maioria das vezes, porque o trabalho é encarado como uma atividade sem “glamour”, sem significado em si mesmo, é mais um dever que um prazer. Se mais gente soubesse construir organizações que inspiram, poderíamos viver em um mundo no qual as estatísticas indicassem que a maioria das pessoas acordam felizes para ir ao trabalho e, portanto, são profissionais mais produtivos e mais criativos, voltando para casa mais felizes e influenciando sua família a ser mais feliz; além disso, tratariam melhor os colegas, clientes e consumidores, fazendo-os também mais propícios à felicidade. </p>



<p>Segundo Simon Sinek, em seu livro
“Comece pelo Porquê”, funcionários inspirados contribuem para companhias mais
fortes e economias mais robustas.</p>



<p>Os seres humanos desejam agregar
valor e ter sucesso. Quando encontram motivos inspiracionais, podem fazer as
mesmas atividades, mas com um ânimo novo. É bastante conhecida a história de dois
pedreiros que trabalhavam na construção de uma enorme parede de tijolos; ao serem
questionados sobre como se sentiam ao fazer essa atividade, o primeiro respondeu:&nbsp; é muito cansativa e monótona, eu passo o dia
inteiro carregando, empilhando e assentando tijolos, não vejo a hora de chegar ao
final de cada dia para poder descansar e ao final da semana para receber meu pagamento.
O segundo pedreiro respondeu à mesma pergunta: a atividade é bem cansativa, mas
vale a pena, não vejo a hora ver a catedral finalizada. Qual dos dois homens é
mais feliz?</p>



<p>Organizações e lideranças que entendam
essa diferença são mais produtivas. Inspirar pessoas pode ser difícil, mas dá
resultado. Isto serve para empregados, clientes ou quaisquer outros tipos de interlocutores.</p>



<p>Simon Sinek propõe a utilização
do “círculo dourado” para entender a forma de atuação das organizações. Trata-se
da resposta às perguntas: O quê, Como e Por quê:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="158" height="163" src="https://humanagente.com.br/wp-content/uploads/2021/01/image.png" alt="" class="wp-image-658"/></figure>



<p>O CÍRCULO DOURADO</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O quê: trata-se dos produtos ou serviços que a
empresa faz ou a função do cargo que o profissional desempenha dentro deste
contexto. “O quê” é fácil de identificar.</li><li>Como: trata-se do modo pelo qual alguma coisa é
feita; não tão óbvio quanto “o quê”, são fatores diferenciadores ou motivadores
em uma decisão.</li><li>Por quê: trata-se do propósito pelo qual se faz
alguma coisa. É uma pergunta muito mais difícil de responder e para a qual a
maioria nem tem a resposta. Não se trata de ter lucro ou ganhar dinheiro, pois
essa é a consequência e não a origem. Por que sua companhia existe? Por que você
sai da cama toda manhã? Por que alguém deveria se importar?</li></ul>



<p>Quando a maioria das organizações
ou pessoas pensa, age ou se comunica, elas o fazem de fora para dentro do círculo
dourado, priorizando o “O quê”, justamente por ser mais claro. Todos sabem
dizer o que fazem, às vezes, como fazem, mas raramente porquê fazem o que fazem.
Mas, as companhias e os líderes inspirados pensam, agem e se comunicam de
dentro para fora: começam pelo Por quê.</p>



<p>Vamos dar um exemplo para tangibilizar
essa teoria. Imagine uma empresa que quer anunciar um novo tipo de gravador
digital. A maioria falaria algo como: “Esse
é o novo (nome do superproduto!), ele pausa TV ao vivo, pula comerciais, grava
os seus programas favoritos e mais! Ele consegue aprender sobre o que você
gosta e gravar programas similares sem que você tenha que pedir!” Então,
interessados? Muitos consumidores se interessariam, mas muitos passariam
direto. Agora veja essa nova possibilidade de texto: “Você gosta de ter
controle de tudo o que faz? Quer ter a liberdade de assistir aos seus programas
de TV favoritos a qualquer momento? Quer pular comerciais chatos? E tudo isso
de uma maneira simples e intuitiva? Nós temos a resposta! Esse é o (nome do
produto superincrível)! Ele pausa TV ao vivo, grava todos os seus shows
favoritos sem você ter que pedir e pula os intervalos comerciais!”. Bem melhor,
não? Repare então que no segundo exemplo, o texto percorre o círculo de dentro
para fora, explicando primeiro a razão do aparelho em si, passando pelo como e
apenas no fim pelos recursos e o que ele faz. É justamente essa diferença que,
segundo o autor, inspira as pessoas e as ajuda a tomarem uma atitude, a agir. Simon
apresenta esse modo de se comunicar como o oposto do que ele chama de
incentivos ou manipulações (que nada mais são que as promoções, ofertas,
descontos, bônus aos funcionários etc.).</p>



<p>Um porquê é apenas uma crença. Os “comos” são
as ações que você empreende para realizar essa crença. E os “o quês” são o
resultado dessas ações – tudo o que você diz e faz: produtos, serviços, cultura
e quem você contrata. E todas essas coisas devem ser consistentes. Esse é o
motivo pelo qual devemos começar pelo porquê; é ele que rege o como e o quê;
sem essa coerência, as pessoas não comprarão seu discurso, não aceitarão sua
influência e não verão autenticidade em você.</p>



<p>“As pessoas não compram o que você faz, elas
compram o por que você faz” – Simon Sinek</p>



<p>Organizações ou pessoas podem viver e ter
sucesso não fundamentados em seu porquê. Na verdade, essa é a realidade da maioria
delas em nosso mundo. Mas, aquelas que conseguem inspirar, agregar valor,
elevar o patamar, inovar radicalmente, essas se baseiam no porquê. Um dos
exemplos é a Apple – ano após ano essa é uma empresa que tem milhões de “seguidores”,
que existem porque se engajaram no seu propósito: desafiar o status quo. &nbsp;Desta forma, existem filas para comprar seus
produtos logo no lançamento, não pelo produto em si, mas pelo que ele significa
para quem o possui.</p>



<p>Como já deve ter ficado óbvio, o círculo dourado
foi criado para explicar organizações, sua forma de comunicação com seu público.
Mas, pode ser aplicado a indivíduos, tanto na influência em sua performance
quando existem lideranças inspiradoras, como na vida pessoal cotidiana, quando
o próprio indivíduo descobre o seu porquê.&nbsp;
</p>



<p>Qual sua motivação? O que o faz levantar feliz numa segunda feira de manhã para ir trabalhar? Quanta coerência existe entre suas crenças e suas ações? As respostas se baseiam no seu propósito, no seu porquê: eis a base das pessoas realmente felizes. A identificação do seu propósito não é um processo fácil, pois necessita de autoconhecimento apurado a partir de muitos auto questionamentos.</p>



<p>Quer se conhecer melhor para
identificar o seu propósito?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11)
99851-1275</p>
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