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	<title>competências &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>competências &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Você está pronto para trabalhar no modelo &#8220;skill-based&#8221;?</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 23:09:49 +0000</pubDate>
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<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Uma pesquisa com 400 líderes de empresas brasileiras, denominada “Mind The Soft Gap” realizada em 2025 pela Afferolab, consultoria especializada em educação corporativa, constatou que RHs e CEOs precisam reavaliar suas estratégias de recrutamento, gestão e desenvolvimento de talentos frente à ascensão do modelo <em>skill-based</em>, que valoriza mais competências profissionais do que diplomas. Segundo Alessandra Lotufo, sócia e diretora da consultoria, o mercado brasileiro está sem dúvida absorvendo esse novo movimento, o que surpreendeu, pois “mostrou que nós estamos realmente alinhados com as tendências globais quando o assunto é trabalho”.</p>



<p>Ainda segundo Alessandra Lotufo, o modelo <em>skill-based</em> é um avanço que todas as organizações vão ter que realizar, pois é aquele que atende com mais flexibilidade e melhores resultados os desafios estratégicos das mudanças do mundo moderno. Ou seja, o comportamental passa a ser o centro das atenções das empresas.</p>



<p>Para maiores detalhes indico a reportagem da revista Você RH de 20/08/2025: “A ascensão do modelo <em>skill-based</em> no Brasil”.</p>



<p><strong>REQUISITOS MODELO <em>SKILL-BASED</em></strong></p>



<p>Como apontado anteriormente, o modelo skill-based é caracterizado polo maior enfoque nas habilidades do profissional do que em seus diplomas. Porém, é necessário evitar-se uma confusão frequente: isso não necessariamente vai substituir a necessidade de diplomas. A obtenção de melhores recursos visando atender aos desafios dos problemas complexos da atualidade, pressupõe a escolha dentre aqueles que estudaram a fundo determinado assunto e, para isso, os cursos de graduação e pós-graduação continuam a ser grande manancial como fonte de profissionais com maior potencial. As micro certificações, características do <em>skill-based</em> agregam valor, mas não podem acontecer como único recurso. A inovação, grande requisito do movimento atual para as organizações, acontece baseada em conhecimentos profundos. Portanto, os dois movimentos são positivos para esse novo panorama que se apresenta.</p>



<p>O enfoque passa ser na resolução de problemas ao invés da antiga atuação baseada no “Job description”. O intuito é montar equipes com as melhores pessoas para resolver o problema que se apresenta. O olhar passa a ser sobre quais as competências o colaborador pode aportar ao grupo para resolver o desafio apresentado pela organização. Tratam-se de times multidisciplinares. Grandes empresas como o Google e a IBM já adotam esse modelo de trabalho.</p>



<p><strong>COMPETÊNCIAS MAIS VALORIZADAS</strong></p>



<p>As competências mais valorizadas segundo a pesquisa citada, são relacionadas com a parte racional e relacional dos funcionários.  Raciocínio lógico, pensamento crítico, visão sistêmica e habilidades como maturidade e agilidade emocional das pessoas e o quanto elas conseguem trabalhar em rede colaborativa.</p>



<p>Avaliar quais competências desenvolver, vai depender de cada profissional em cada desafio que se apresentar. Segundo Alessandra Lotufo, no entanto, existem algumas qualidades básicas necessárias a boa performance em qualquer organização para atender aos desafios modernos. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>capacidade de ser político: saber quem são os influenciadores, os tomadores de decisão nas áreas envolvidas, que pontes utilizar para atingir mais rapidamente os objetivos, como se relacionar melhor com as áreas e pessoas utilizando seu capital político;</li>



<li>capacidade de acompanhar o ritmo contemporâneo: agilidade baseada na avaliação do que é importante a curto, médio e longo prazos;</li>



<li>autoconhecimento: avaliação das próprias forças e debilidades, visando ter flexibilidade em mudar seu modelo mental e, consequentemente, ter capacidade em aprender as novas habilidades requisitadas.</li>
</ul>



<p><strong>PRÉ-REQUISITOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO</strong></p>



<p>Para adoção do modelo <em>skill-based</em>, faz-se necessário a implementação de avaliações de habilidades comportamentais de forma estruturada. Tudo começa pelo estabelecimento das competências da própria organização, descendo-se até o nível de quais são as competências necessárias por desafio estratégico definido. No final, obtém-se uma série de comportamentos observáveis por tipo de problema.</p>



<p>Tudo isso só reforça a necessidade de <em>upskilling</em> da força de trabalho, como já vem apontando o Fórum Econômico Mundial. É necessária uma requalificação em massa para adaptação ao mercado que se apresenta a partir do avanço tecnológico. Agilidade e aprendizado contínuo são competências imprescindíveis no mundo atual e vieram para ficar. Nesse contexto, deve-se utilizar a inteligência artificial para aliviar as atividades mais operacionais e permitir a concentração no aprendizado das competências mais estratégicas, como: interpretação de dados, pensamento crítico e entendimento sistêmico.</p>



<p></p>



<p><strong>O PAPEL DA LIDERANÇA</strong></p>



<p>As lideranças devem se preocupar com a construção de vínculos de qualidade com seus colaboradores, sejam eles funcionários ou não.&nbsp;</p>



<p>O líder deve ser a bússola que identifica onde cada colaborador se encontra e para onde deve seguir. Cabe a ele juntar os objetivos estratégicos da empresa e de sua área com a equipe que vai encarar esse desafio e ser capaz de avaliar o desenvolvimento de competências pelos subordinados.</p>



<p>Também deve ser considerado que mais diversidade nas equipes será um requisito chave para atingimento da ambição desejada, pois ajuda a quebrar o modelo mental visando entender outros tipos de problemas que não eram resolvidos anteriormente.</p>



<p>Quer avaliar que competências desenvolver para atendimento ao modelo <em>skill-based</em>?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Sua liderança responde às necessidades do mundo moderno?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2025/02/28/sua-lideranca-responde-as-necessidades-do-mundo-moderno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 11:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[liderança disruptiva]]></category>
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					<description><![CDATA[PANORANA GERAL Um dos papéis de mais difícil adaptação às mudanças constantes e profundas que vivenciamos no mundo de hoje é o da liderança. Sua importância se revela não só para um trabalho em equipe sadio e produtivo como para o desempenho geral da organização e do ecossistema no qual se insere. Podemos elencar alguns...]]></description>
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<p><strong>PANORANA GERAL</strong></p>



<p>Um dos papéis de mais difícil adaptação às mudanças constantes e profundas que vivenciamos no mundo de hoje é o da liderança. Sua importância se revela não só para um trabalho em equipe sadio e produtivo como para o desempenho geral da organização e do ecossistema no qual se insere.</p>



<p>Podemos elencar alguns dos principais desafios para a liderança moderna:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A transformação digital. A revolução tecnológica tem impactado todas as áreas de negócio, exigindo que os líderes compreendam e incorporem inovações como Inteligência Artificial, Big Data e automação.</li>



<li>Gestão da diversidade e inclusão. A diversidade cultural e geracional dentro das empresas demanda uma liderança empática e inclusiva, capaz de valorizar diferentes perspectivas e promover um ambiente de trabalho harmonioso.</li>



<li>Sustentabilidade e responsabilidade social. Empresas são cada vez mais cobradas por sua postura socioambiental, e os líderes precisam integrar a sustentabilidade à estratégia do negócio.</li>



<li>Mudanças contínuas e incertezas. Em um mundo instável, líderes devem ser capazes de tomar decisões rápidas e assertivas, mesmo em cenários incertos.</li>
</ul>



<p>O modelo clássico de liderança sempre esteve baseado na lógica que ficou conhecida como “comando e controle”. Porém, a adaptação à nova realidade mutante, requer que seja instituído um sistema de gestão menos hierarquizado e capaz de engajar mais colaboradores no processo de reflexão estratégica. As habilidades tradicionais não deixaram de ser importantes, porém é necessário agregar um novo conjunto de competências que contribuam para práticas mais afinadas com as demandas atuais.</p>



<p>É sobre esse assunto que trata o livro “Liderança Disruptiva” de Sandro Magaldi e José Salibi Neto. Os autores são pesquisadores de temas ligados à administração moderna, particularmente no contexto de um mundo global e exponencial.</p>



<p>Segundo eles, cabe ao líder a responsabilidade de estruturar um modelo que não leve a um processo decisório excessivamente lento e conservador, impedindo que a organização seja presa fácil de novos concorrentes, além de garantir maior proteção e menor exposição aos riscos.</p>



<p>Esse novo papel da liderança requer que os líderes se tornem conectores de várias faces de sua organização. O <strong>líder conector</strong> pratica a colaboração, a experimentação e o empreendedorismo, além de engajar todos os colaboradores com o mesmo propósito. Esse líder traduz a visão de uma sociedade interconectada e é estimulado a pensar em redes e a não fazer tudo sozinho. Em termos pessoais, trata-se de uma vigorosa combinação de curiosidade, autoconfiança, sociabilidade, gestão e humildade. Líderes conectores possuem a habilidade de unir todos em prol de um mesmo objetivo. Ele não apenas conecta os especialistas dentro da organização como também faz ligações adequadas dos talentos e das competências essenciais da companhia com o mercado consumidor.</p>



<p><strong>NOVAS COMPETÊNCIAS DO LÍDER MODERNO</strong></p>



<p>Segundo os autores citados, o líder conector possui várias facetas que, em conjunto, o tornam mais habilitado a lidar com os desafios modernos. Eis algumas dessas facetas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ser líder exponencial</strong>. A principal responsabilidade do líder exponencial é capturar o futuro para o presente, ou seja, desenvolver um pensamento ambicioso orientado ao desenvolvimento de possibilidades que alavanquem o futuro do negócio, assim como implementar um sistema que coloque a organização à frente das próximas ondas evolutivas, mapeando possibilidades e perspectivas que gerem rupturas em seu setor de atuação e negócio.</li>



<li><strong>Ser líder algorítmico</strong>. Aquele que adapta com sucesso seu processo decisório, seu modelo de gestão e atuação à complexidade da era das máquinas. O modelo decisório clássico baseado em opiniões deve dar espaço para o modelo baseado em evidências.</li>



<li><strong>Ser líder arquiteto de negócios. </strong>Atua na construção de um ecossistema de negócios, onde atua para realizar parcerias estratégicas que visem aumentar a criação de valor de seus projetos, sempre tendo o cliente no centro de suas soluções.</li>



<li><strong>Ser líder ambidestro</strong>. Equilibra seu foco em atividades de natureza tática com as estratégicas.</li>



<li><strong>Ser líder colaborador</strong>. É a liga que une as visões funcionais com a visão integrada. Desenvolve uma estrutura organizacional colaborativa. Age constantemente para promover a visão da estratégia unificada do negócio.</li>



<li><strong>Ser líder comunicador.</strong>  Entende que a comunicação é a tarefa mais importante do seu papel. Dedica-se à construção de um ambiente caracterizado pela transparência, em que todos tenham acesso a informações críticas do negócio. Estrutura um sistema formal de comunicação, definindo as bases de uma linguagem comum para toda a organização. </li>



<li>S<strong>er líder construtor de ambientes de aprendizado.</strong> Tem humildade para saber que necessita aprender continuamente para atualizar seu repertório. Incentiva o aprendizado de seus colaboradores.</li>



<li><strong>Ser líder sustentável.</strong> Entende que o papel de uma organização vai além da dimensão meramente financeira, mas envolve uma dimensão social na relação com todos os agentes com que interage. Promove o crescimento sustentável da organização. Articula a visão do propósito da empresa, que contempla seu papel inserido na sociedade com a estratégia de negócio. Entende que seu papel é empoderar as pessoas para que sejam capazes de empregar todo seu potencial.</li>
</ul>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>A liderança no mundo atual exige muito mais do que conhecimento tradicional, ensinado pelas escolas de administração.</p>



<p>Naturalmente, avaliando todas as competências elencadas, parece que estamos exigindo que as lideranças sejam super-heróis ou heroínas. Na verdade, é difícil exercer o papel de liderança justamente pelo tipo der atuação exigido. A maior habilidade requerida é uma grande sensibilidade para saber como atuar em cada situação, sem perder o rumo maior.</p>



<p>Além disso, como defendem os autores do livro já citado, é preciso uma grande dose de coragem, que é a condição básica para a adoção de medidas práticas e concretas, a começar pela análise de como todo esse contexto se reflete em seu comportamento atual.</p>



<p>Vale lembrar ainda que o exercício da liderança não está circunscrito ao papel hierárquico que um indivíduo assume em sua trajetória pessoal, e sim ao fato de liderar situações particulares nas quais assume seu protagonismo. Assim, somos todos líderes em algum momento de nossas trajetórias.</p>



<p>Quer desenvolver suas habilidades de liderança?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você tem claro que ações tomar para promover seu crescimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:35:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORANA GERAL Sabemos que o mundo atual é caracterizado por mudanças rápidas, avanços tecnológicos e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para prosperar nesse cenário, é essencial desenvolver um conjunto de habilidades que combinam competências técnicas, emocionais e cognitivas. Nesse contexto, as ideias apresentadas por Hendel Favarin e Josef Rubin em seu livro...]]></description>
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<p><strong>PANORANA GERAL</strong></p>



<p>Sabemos que o mundo atual é caracterizado por mudanças rápidas, avanços tecnológicos e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Para prosperar nesse cenário, é essencial desenvolver um conjunto de habilidades que combinam competências técnicas, emocionais e cognitivas.</p>



<p>Nesse contexto, as ideias apresentadas por Hendel Favarin e Josef Rubin em seu livro <em>&#8220;Ou Vai ou Voa&#8221;</em> ressoam como um chamado à ação. Os autores são sócios fundadores da <em>Conquer</em>, a escola de negócios inovadora que vem crescendo muito nos últimos tempos. A obra, que aborda a necessidade de assumir o controle da própria trajetória e transformar desafios em oportunidades, é um guia valioso para qualquer profissional, incluindo empreendedores. Segundo eles, o ensino tradicional não prepara os alunos para serem profissionais que enfrentam as necessidades de mercado, pois enfocam nas habilidades técnicas num momento em que o mercado exige cada vez mais outros tipos de competências.</p>



<p><strong>7 PRINCÍPIOS</strong></p>



<p>A partir de sua experiência, os autores estabeleceram 7 princípios essenciais para qualquer pessoa que almeja ver sua carreira decolar. Vamos verificar, em grandes linhas, quais são eles e porque são fundamentais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Seja humilde. Pessoas humildes estão abertas àquilo que é novo. Sabem escutar. Reconhecem suas falhas e admitem quando não sabem algo. Valorizam opiniões diferentes. São profissionais colaboradores e não exibicionistas. Deixam a “posição” ou “status” de lado e sempre querem aprender, com quem quer que seja, independentemente do grau hierárquico. E mais do que isso, estão sempre dispostos a ajudar. Já dizia Albert Einstein, “quanto maior o conhecimento, menor o ego; quanto maior o ego, menor o conhecimento”.</li>



<li>Procure entender sobre pessoas. É extremamente importante desenvolver, além das habilidades técnicas, os soft skills, ou seja, aquelas habilidades que têm a ver com a relação e interação com outras pessoas. São habilidades comportamentais, mentais, emocionais ou sociais. Não que devamos apenas focar nas pessoas, mas como disse Ben Horowitz, um dos nomes mais respeitados do Vale do Silício: “Cuide das pessoas, dos produtos e dos lucros. Nessa ordem”. É importante ainda desenvolver o autoconhecimento onde a inteligência emocional surge como grande habilidade. Ela melhora a maneira de lidarmos com as situações de crise, pressão e estresse, bem como fortalece nossa capacidade de adaptação e resiliência – caraterísticas importantes para lidar com o mundo atual.</li>



<li>Ache seu propósito. Devemos ter em mente que nosso propósito está onde estiver nossa excelência, pois ele deve estar naquela nossa capacidade única de entregar determinados resultados e impactar de maneira positiva a vida de quem os recebe. Porém, temos que concordar que às vezes não é fácil conhecermos nosso propósito. A ideia de que se atuarmos na área de nosso propósito nunca mais trabalharemos na vida é falaciosa na medida em que para atingirmos objetivos é necessário o trabalho duro e nem sempre prazeroso. O “por que” pode ser lindo, mas o “como” (o dia a dia para viver seu propósito) em geral é bem difícil. Como diz Hendel Favarin no livro citado: “Só vive o propósito quem suporta o processo “. Outro aspecto a se considerar é que se ficarmos esperando pelo propósito, talvez estagnemos em nossa vida: o importante é avançarmos e criarmos experiências hoje que sejam conectadas no futuro: enfrentar novos desafios, assumir novos projetos, novas responsabilidades, abraçar o novo, aprender novos conhecimentos, fazer coisas diferentes, mergulhar em novos hobbies para que, no futuro, todos esses pontos se  conectem, e assim consigam formar novas pontes, as quais poderão levar na direção de seu propósito.</li>



<li>Tenha coragem para tomar decisões. Levar em consideração as regras fornecidas por Favarin e Rubin: no momento de tomar decisões tenha em mente 3 pontos importantes: (a) não escolha de cara o que é mais fácil, avalie a consequência imediata versus o resultado no futuro; (b) tome mais cuidado com decisões irreversíveis (exigem prudência e muita cautela) e tenha em mente que decisões reversíveis (têm pouca dificuldade ou custo) podem permitir experimentação); (c) avalie esforço necessário versus resultado a ser obtido, sendo que a menor correlação deve ser escolhida.</li>



<li>Aplique o poder da colaboração. As maneiras são diversas, entretanto, a mola propulsora é uma só: valorizar a diversidade de opiniões mediante uma escuta genuinamente ativa.</li>



<li>Aja com garra, perseverança e suor. Tem garra aquele profissional quer dá tudo de si e age com força de vontade para alcançar objetivos. Perseverança significa dedicação contínua. O suor é a energia e o entusiasmo empregado na realização da tarefa. Todos esses atributos contagiam quem está à volta e impulsionam o ambiente de trabalho.</li>



<li>Priorize a ação. A ação, ao contrário do planejamento que pode ser realizado no conforto de um escritório com ar-condicionado, está geralmente fora das zonas de conforto das pessoas. Ela obriga profissionais ou equipes a testar ideias, se expor, vender, conversar com clientes, ouvir reclamações, validações ou contestações. A maioria das pessoas de sucesso não é necessariamente talentosa, inteligente ou sortuda. Elas só agiram enquanto os outros ficaram apenas na conversa sem fazer nada.</li>
</ol>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>Existem muitos outros autores que falam a respeito dos atributos necessários para encararmos os desafios pessoais e profissionais, mas achei interessante um enfoque moderno e atual e é isso que “Ou vai ou voa” nos fornece. O livro traz a metáfora do “voar” como símbolo de liberdade e superação.</p>



<p>Devemos nos esforçar para romper barreiras, identificando nossas forças e tendo coragem para voar mais alto.</p>



<p>Quer aprofundar seu autoconhecimento e definir as ações que vão auxiliá-lo a crescer na carreira e na vida?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>Você consegue usar as lições das &#8220;startups&#8221; em sua carreira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 12:41:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL Vivemos em um mundo altamente mutável em curtos espaços de tempo. Esse aspecto transformador se diferencia de épocas anteriores pela velocidade com que ocorre. Nossa era já foi considerada VUCA e agora é dita BANI. Em linhas gerais,&#160;VUCA&#160;é a representação da volatilidade e mudança recorrente do&#160;mundo. Já&#160;BANI&#160;é a representação da “era do caos”,...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Vivemos em um mundo altamente mutável em curtos espaços de tempo. Esse aspecto transformador se diferencia de épocas anteriores pela velocidade com que ocorre. Nossa era já foi considerada VUCA e agora é dita BANI. Em linhas gerais,&nbsp;VUCA&nbsp;é a representação da volatilidade e mudança recorrente do&nbsp;mundo. Já&nbsp;BANI&nbsp;é a representação da “era do caos”, excesso de informações e o comportamento de todas as pessoas em relação às mudanças atuais do&nbsp;mundo. Enquanto&nbsp;o VUCA enfatiza a volatilidade, a incerteza, a complexidade e a ambiguidade, o BANI destaca a fragilidade, a ansiedade, a não linearidade e a incompreensibilidade do ambiente.</p>



<p>Além disso, vivemos na chamada era da modernidade líquida. Segundo o site Mundo Educação em seu artigo <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/modernidade-liquida.htm">Modernidade líquida: o que é, implicações, Bauman &#8211; Mundo Educação (uol.com.br)</a> , o conceito de modernidade líquida, desenvolvido pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, diz respeito a uma nova época em que as relações sociais, econômicas e de produção são frágeis, fugazes e maleáveis, como os líquidos. </p>



<p>Dado todo esse contexto, será que nossa carreira profissional e até nossa vida pessoal também são influenciadas pelas características de nossa atualidade? Eu diria que a resposta é sim: os atributos da modernidade interferem em todos os aspectos de nosso modo de viver.</p>



<p>O que proponho neste artigo é verificarmos as competências peculiares das <em>startups</em>, símbolos de nossa era, e avaliarmos se também são aplicáveis ao nosso desenvolvimento profissional e, por que não, pessoal.</p>



<p>Para tanto, me baseei no livro “Apaixone-se pelo problema, não pela solução” de Ure Levine, cofundador do Waze, o principal aplicativo de transporte e navegação do mundo, com mais de 700 milhões de usuários e adquirido pelo Google em 2013 por 1,15 bilhão de dólares. Levine se empenha nesse livro em disseminar o pensamento empreendedor.</p>



<p><strong>TER FOCO NO PROBLEMA</strong></p>



<p>Uma das grandes lições do livro mencionado, que inclusive justifica seu título, é a importância de nos apaixonarmos pelo problema e não pela solução.  Quantas vezes não agimos de forma a defender tanto a “nossa” solução, sem avaliar outras possibilidades, talvez mais viáveis e efetivas, como resposta ao desafio apresentado.</p>



<p>Quem se apaixona pela solução e não pelo problema carece de isenção para avaliar alternativas e não procura por outras opções que podem ser mais vantajosas.</p>



<p>Segundo Levine, canalizar um sentimento de frustração para a definição de um problema é o segredo da criação de todas as suas <em>startups</em>. O problema desencadeia tudo e, se ele for realmente significativo e houver sucesso em resolvê-lo, o retorno pode ser bom. </p>



<p>O mesmo enfoque deve ser aplicado a nossas respostas no trabalho. O que enfrentamos diariamente são problemas, que precisam ser resolvidos. Ter uma mente empreendedora vai nos ajudar tanto no enfoque dos problemas, como nas soluções que apresentamos para resolvê-los.</p>



<p>Um dos segredos a ser utilizado é conversar com muitos envolvidos para entender a percepção dos outros sobre o problema. Defina-o bem; interesse-se realmente por solucioná-lo. E, só depois parta para a solução. Se ao final a solução der certo, você vai gerar valor ao público impactado, que pode ser sua equipe de trabalho, seus clientes ou sua família. Quanto mais a definição do problema for simples, objetiva e acessível, melhor. Para Levine, o problema que o Waze tentava resolver era como os motoristas poderiam evitar congestionamentos; simples assim.</p>



<p><strong>CONSIDERAR A IMPORTÂNCIA DO ERRO</strong></p>



<p>Quem tem medo do fracasso, já falhou, porque não vai tentar. Está muito preso à sua zona de conforto e isso vale para indivíduos, organizações e até países.</p>



<p>Fracasso é um acontecimento, não uma pessoa, portanto não tenha medo de fracassar, encare isso como uma experiência e não como um rótulo sobre você.</p>



<p>Devemos estar preparados para, assim como as <em>startups</em>, cometer erros com rapidez para aumentar as chances de sermos bem-sucedidos num prazo menor. Levine defende que quanto mais rápido se fracassar, mais experimentos se poderá realizar dentro do orçamento e das mesmas restrições de tempo.</p>



<p>Naturalmente, quando falarmos de empresas, devemos avaliar em que cultura elas estão inseridas: aquelas que só punem os erros ou aquelas que enxergam o erro como um passo fundamental para chegar aos seus objetivos. Isso vale também para nossas carreiras: o que chamamos de experiência profissional também se refere às lições aprendidas com os erros.</p>



<p><strong>TER VISÃO E ARGUMENTOS SOBRE SOLUÇÕES INOVADORAS</strong></p>



<p>Às vezes, implementar uma solução inovadora requer clareza e argumentação para convencimento dos envolvidos. Os disruptores ouvem o mesmo feedback reiteradas vezes: “Isso nunca vai funcionar”.</p>



<p>No mundo empresarial das <em>startups</em>, temos muitos exemplos de como uma solução disruptiva pode causar a rejeição imediata, vou apontar os dois mais famosos, relatados por Levine em seu livro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2000 uma novata iniciante chamada Netflix abordou a gigante da indústria de vídeo chamada Blockbuster, na época avaliada em 6 bilhões de dólares. Reed Hastings, CEO da Netflix, fez uma oferta a John Antioco, chefe da Blockbuster: comprar a empresa por 50 milhões de dólares. Antioco disse não e declarou com segurança: “A Netflix é um negócio de nicho muito pequeno. Tudo que eles podem fazer, faremos ainda melhor.” A Netflix entrou na bolsa em 2002; em 2010 a Blockbuster declarou falência. Na década seguinte, a Netflix não apenas era sinônimo de streaming de vídeo, mas também virou um estúdio de cinema completo, com valor de mercado de 250 bilhões de dólares em 2021, cerca de quarenta vezes mais que a Blockbuster em seu auge.</li>



<li>Steve Sasson, engenheiro da Kodak de 24 anos, criou o conceito da câmera digital em 1973. Quando o apresentou para a equipe de gestão da empresa, o CEO, Walter Fallon disse para não contar essa novidade a ninguém, evidentemente com receio de que ela ameaçaria o que considerou seu “core business” na indústria de papel e química. Para ele, uma câmera digital seria irrelevante para o negócio principal da empresa. Concorrentes mais ágeis não esperaram e a chegada dos smartphones somente aprofundou a concorrência. A kodak entrou com pedido de falência em 2012.</li>
</ul>



<p>Tudo isso para dizer que soluções inovadoras exigem visão de um lado e boa capacidade de argumentação do outro. Não basta ter uma solução criativa, é necessário saber “vendê-la” aos envolvidos e, naturalmente, encontrar gente com visão para “comprá-la”.</p>



<p><strong>CONSIDERAR A RESISTÊNCIA A MUDANÇAS</strong></p>



<p>Para dar soluções eficientes aos problemas, deve-se sempre entender o cliente que será impactado, seja ele interno ou externo. Leve em consideração que as pessoas têm medo de mudanças e, na maior parte das vezes, não gostarão de se adaptar a um novo <em>status quo</em>.</p>



<p>No caso das <em>startups</em>, Levine nos aconselha a entender o usuário, começando pela internalização da ideia de que você é apenas uma amostra de um, e os outros usuários não são como você.</p>



<p>Como premissa leve em consideração que ninguém lê muitas instruções: nem manuais, nem resumos de aplicativos, nem mensagens. Quanto mais intuitiva for a solução, mais fácil será implementá-la.</p>



<p>A solução deve agregar valor de tal forma que as pessoas devem acreditar e “se aventurar” na sua utilização.</p>



<p><strong>FECHAMENTO</strong></p>



<p>Num mundo de novos requisitos e muitas peculiaridades, o olhar inovador nas soluções para os problemas que lidamos rotineiramente pode nos ajudar a tratar nossa performance como um empreendedor trata sua <em>startup</em>.</p>



<p>Ter foco no problema para obter a melhor solução, procurar soluções inovadoras utilizando boa argumentação ao defendê-las e considerar que as pessoas (sejam clientes, equipes ou famílias) têm, naturalmente, aversão às mudanças, são alguns aprendizados que as <em>startups</em>, melhor representante desse nosso mundo moderno, nos ensinam.</p>



<p>Quer avaliar como as características das <em>startups</em> podem agregar suas competências como forma para fomentar sua carreira?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você sabe como fomentar seus talentos ocultos?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2024/05/31/voce-sabe-como-fomentar-seus-talentos-ocultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 13:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[potencial]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL Apesar de muitas pessoas acreditarem em habilidades inatas, a maioria de nós não nasce com superpoderes. É possível e necessário fomentar nossos talentos durante toda a vida. Potencial não se resume ao começo, mas tem a ver com a distância percorrida: precisamos nos concentrar menos na largada e mais no trajeto. O grande...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Apesar de muitas pessoas acreditarem em habilidades inatas, a maioria de nós não nasce com superpoderes. É possível e necessário fomentar nossos talentos durante toda a vida. Potencial não se resume ao começo, mas tem a ver com a distância percorrida: precisamos nos concentrar menos na largada e mais no trajeto. O grande impulsionador dos dons humanos é o aprendizado.</p>



<p>Para explorar nosso potencial e melhorar o desempenho, devemos sair da zona de conforto que considera apenas nossos pontos fortes e aproveitar oportunidades para desenvolver novos talentos.</p>



<p>Sobre esse assunto, indico o livro “Potencial Oculto – Como extrair o melhor de você e dos outros” de Adam Grant, no qual se baseia este artigo. O autor, escritor de vários <em>best sellers</em> (incluindo “Originais” e “Pense de Novo”), é reconhecido como um dos estudiosos mais influentes da área de recursos humanos, além de ser professor muito bem avaliado da Wharton School; tem Ph.D. em Psicologia Organizacional pela Universidade de Michigan e bacharelado pela Universidade de Harvard.</p>



<p>Segundo esse autor, para fomentarmos nossos talentos é preciso ter habilidades de caráter, contar com apoios temporários que nos ajudem a aprender e crescer por conta própria e usufruir de sistemas de oportunidades disponibilizados pela sociedade de forma a garantir que todos possam se desenvolver.</p>



<p><strong>HABILIDADES DE CARÁTER</strong></p>



<p>Quando falamos de habilidades de caráter, não estamos nos referindo às características de personalidade que possuímos, mas de como decidimos utilizá-las, ou seja, pressupõe as decisões que tomamos nos vários desafios da vida.</p>



<p>Essas habilidades envolvem proatividade, determinação e disciplina. Para obter o máximo delas é preciso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tomar coragem para encarar o incômodo. No processo de aprendizagem são necessários três tipos de coragem: de abandonar os métodos conhecidos, de aplicar o conhecimento antes de se sentir pronto e de cometer mais erros do que outras pessoas fazem tentativas. A melhor forma de acelerar o crescimento é aceitar, buscar e ampliar o desconforto.</li>



<li>Ser “esponja” de conhecimentos. Trata-se da capacidade de absorver novas informações, reconhecendo-as, valorizando-as, assimilando-as e aplicando-as. A absorção sadia no aprendizado ocorre quando a pessoa é proativa na busca do conhecimento. Com isso, ela se torna “esponja”, tomando a iniciativa de se expandir e se adaptar sempre.</li>



<li>Ser “imperfeccionista”. O que impulsiona o crescimento é ter padrões pessoais elevados, e não buscar a perfeição. O que deve ser estabelecido é uma meta precisa e desafiadora. Pesquisas revelam que, na busca de resultados impecáveis, os perfeccionistas tendem a cometer três erros: ficam obcecados por detalhes que não têm importância, fogem de situações novas e de tarefas difíceis que possam levar ao fracasso e se martirizam por cometer erros, o que faz com que tenham mais dificuldade para aprender com eles.</li>
</ul>



<p><strong>ESTRUTURAS MOTIVACIONAIS</strong></p>



<p>Habilidades de caráter nem sempre são suficientes para percorrer grandes distâncias. Habilidades novas e metas mais altas exigem estruturas de apoio temporárias para serem alcançadas.</p>



<p>Algumas dessas estruturas citadas por Adam Grant são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acrescentar paixão à rotina. A melhor maneira de revelar o potencial oculto não é sofrendo na labuta diária – é transformando a labuta diária numa fonte de alegria constante. O domínio de uma habilidade exige prática mas, apesar de a prática deliberada ser necessária para alcançarmos grandes feitos, não devemos nos esforçar tanto a ponto de eliminar o prazer da atividade e transformá-la numa chatice obsessiva. Pesquisas mostram que pessoas obcecadas pelo trabalho dedicam mais tempo a ele, porém não apresentam um desempenho melhor que seus colegas. Em 127 estudos com mais de 45 mil pessoas, a persistência se converteu mais vezes em bom desempenho quando havia entusiasmo. A questão é como construir um “andaime” para injetar paixão na nossa rotina, através de, por exemplo, uma diversão deliberada, que costuma envolver novidades e variações nas tarefas a serem executadas. Dependendo da habilidade que procuramos desenvolver, a diversão deliberada pode ser obtida num jogo, numa encenação de papéis ou num exercício de improvisação. Além disso, precisamos nos acostumar com a ideia que relaxar não é perda de tempo – é um investimento no bem-estar. Intervalos não são uma distração – são uma oportunidade de restaurar o foco e incubar ideias. A diversão não é uma atividade boba – é uma fonte de alegria e um caminho para a excelência.</li>



<li>Procurar alternativas para chegar ao topo. Quando sentimos que estamos “empacados” no desenvolvimento de nossos potenciais devemos procurar subterfúgios que nos auxiliem a sair do lugar. Por exemplo: quando chegarmos num beco sem saída é melhor dar meia volta e encontrar um novo caminho. Além disso, a procura por vários mentores pode fornecer alternativas não vislumbradas anteriormente. Se perder a motivação, faça um desvio para um novo destino de forma a obter pequenas vitórias que te satisfaça e o impulsione de volta ao caminho principal.</li>



<li>Virar-se sozinho para conseguir voar.&nbsp; Quando não tivermos a sorte de ter alguém para nos auxiliar, teremos que agir por conta própria e “cavar” maneiras de seguirmos em frente. Com este enfoque precisamos lembrar de algumas competências básicas que possuímos e utilizá-las de forma a desenvolver nosso potencial. Um exemplo é ensinar aquilo que se quer aprender ou desenvolver nossa autoconfiança aconselhando os outros. Além disso, usar expectativas altas e baixas como motivação pode ajudar: se críticos leigos duvidarem de você, encare isso como um desafio ou quando especialistas apostarem no seu potencial, prove que estão certos.</li>
</ul>



<p><strong>SISTEMAS DE OPORTUNIDADES</strong></p>



<p>Habilidades de caráter e estruturas de motivação podem nos ajudar a desvendar potenciais ocultos em nós mesmos e nas pessoas ao redor. No entanto, numa sociedade tão desigual como a que vivemos, temos que prestar assistência a outros para também desenvolverem seus talentos. Isso envolve criar oportunidades em grande escala através da reformulação das escolas, equipes e empresas, de forma a considerar a participação de todos. </p>



<p>A oportunidade faz diferença. Bons sistemas permitem que as pessoas percorram grandes distâncias. Quando criamos sistemas que despertam o potencial oculto dos indivíduos, reduzimos o risco de perdermos Einsteins, Curies e Gleisers.</p>



<p>É claro que nem todos terão condições de fazer essa grande transformação por si só, mas se cada um plantar uma semente, teremos um conjunto de esforços para um mesmo propósito, que culminará numa grande mudança.</p>



<p></p>



<p>Quer avaliar como fomentar seus talentos ocultos?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você sabe dizer muito com poucas palavras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 17:59:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL: Nunca anteriormente usamos tantas palavras, expressões e formas de comunicação como hoje, mas nem por isso equacionamos o problema dos conflitos e desentendimentos por informações mal emitidas ou recebidas. Acrescente-se a carga excessiva de mensagens, que faz com que as pessoas não consigam digerir tudo, criando o fenômeno do passar de olhos e...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL:</strong> Nunca anteriormente usamos tantas palavras, expressões e formas de comunicação como hoje, mas nem por isso equacionamos o problema dos conflitos e desentendimentos por informações mal emitidas ou recebidas. Acrescente-se a carga excessiva de mensagens, que faz com que as pessoas não consigam digerir tudo, criando o fenômeno do passar de olhos e ouvidos, capturando, muitas vezes, um sentido errôneo do que se quis transmitir ou, ainda, simplesmente do sermos desconsiderados. Sabemos que todos têm menos tempo, mas nossa forma de comunicação permanece retrógrada, utilizando-se de muitas palavras e pouca objetividade, privilegiando a nossa “preguiça” ao invés de trabalharmos melhor o que queremos transmitir. Mark Twain já constatava isso em 1871, quando em carta a um amigo confessou: “Não tive tempo de escrever uma carta curta para você, então escrevi uma comprida.”</p>



<p>No livro “Brevidade Inteligente” os autores Jim VandeHei, Mike Allen e Roy Schwartz (fundadores da Axios, companhia de mídia com foco em notícias nas áreas de negócios, política e tecnologia) nos apresentam sua experiência em criar um formato de comunicação que foca no poder de dizer muito com poucas palavras e ser efetivamente ouvido e compreendido. Segundo os autores, olhamos nosso celular mais de 344 vezes por dia, observamos quase tudo que aparece em nossas telas, mas não lemos de verdade quase nada. Outras constatações:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Apenas um terço dos e-mails de trabalho que requerem atenção é lido.</li><li>A maioria das palavras das notícias é ignorada.</li><li>A maioria dos capítulos dos livros permanece intocada.</li></ul>



<p><strong>POR QUE ISSO É IMPORTANTE:</strong> Segundo o site “Michael Page” em seu artigo “A importância da boa comunicação”, esta é uma ferramenta essencial para alcançar a produtividade e manter fortes relações de trabalho em todos os níveis de uma organização. A má comunicação conduzirá a uma equipe desmotivada que pode começar a questionar a confiança em suas habilidades e na sua organização. Para obtermos melhoras, devemos estar atentos em: definir metas e expectativas, entregar a mensagem de forma clara, escolher o meio adequado, manter todos envolvidos, e, sobretudo, ouvir e mostrar empatia. Quem aprimorar sua comunicação terá uma vantagem competitiva com relação aos demais, seja uma empresa, uma área ou uma pessoa.</p>



<p><strong>O QUE É POSSÍVEL FAZER: O</strong> livro citado anteriormente apresenta o método “Brevidade Inteligente” de comunicação, que consiste na transmissão de ideias de forma clara e objetiva onde menos é mais, pois respeita o interlocutor focando na assertividade. A proposta de uso deste método agregaria valor fazendo nossa mensagem se destacar e ser lembrada, através de:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Palavras fortes</li><li>Frases curtas</li><li>Chamadas cativantes</li><li>Visual simples</li><li>Ideias bem-organizadas.</li></ul>



<p><strong>PARA IR MAIS FUNDO:</strong> A “Brevidade Inteligente” na escrita tem quatro pilares, que não se aplicam a todas as circunstâncias, mas vão ajudar aqueles que desejam ter uma comunicação mais atraente e direta:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Uma “provocação” potente: trata-se de cerca de 6 palavras fortes para capturar a atenção de quem está lendo.</li><li>Uma primeira frase forte, ou “lide”: deve ser memorável – algo que o leitor não saiba, gostaria de saber ou deveria saber. Deixe essa frase o mais direta, curta e clara possível.</li><li>Contexto, ou “por que isso é importante”: razão pela qual o fato, ideia ou raciocínio é relevante.</li><li>A opção por saber mais ou “ir mais fundo”: o leitor deve querer continuar no texto, desta forma o detalhamento que segue deve mesmo valer a pena.</li></ol>



<p>Nos e-mails, as palavras mais importantes são as do campo de assunto, as manchetes e a primeira linha de tuítes, notas ou artigos. É necessário prender, cativar e seduzir utilizando esses espaços. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Pare de usar palavras em excesso em um título. Limite-se ao máximo de seis palavras.</li><li>Deixe claro o motivo pelo qual você decidiu escrever algo. Palavras curtas são fortes.</li><li>Leia em voz alta antes de enviar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</li></ol>



<p>Quanto à expressão verbal, tendemos a pensar muito no que queremos dizer e pouco sobre o que os outros precisam ouvir. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Concentre-se em UMA pessoa com quem quer se comunicar.</li><li>Determine UMA coisa que você quer que ela memorize.</li><li>Seja simples, claro, direto.</li></ol>



<p>Devemos agregar valor aos conteúdos, valorizando o tempo que as pessoas dispenderão para absorver nossa mensagem. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Liste os pontos mais importantes que você precisa apresentar</li><li>Se possível, reduza sua lista de pontos importantes a um ou dois</li><li>Faça uma revisão rigorosa. Tal ponto, detalhe ou conceito é essencial? Se for, existe uma forma mais simples de comunicá-lo?</li><li>Corte, corte e corte. Que palavras, frases ou parágrafos você pode eliminar antes de enviar? Cada palavra ou frase que puder cortar economiza tempo do outro.</li></ol>



<p>&nbsp;</p>



<p><strong>MENSAGEM FINAL:</strong> &nbsp;Nossa comunicação, seja através de e-mails, artigos, mensagens de redes sociais, apresentações, posicionamentos em reuniões, precisa de uma revisão urgente de forma a considerar a principal figura envolvida: nosso interlocutor. Faz parte do respeito que devemos a ele sermos objetivos e claros, priorizando o que realmente queremos transmitir. As organizações se utilizam pouco dessa forma de interação e pagam por isso, gastando rios de dinheiro com excesso de mensagens vagas, reuniões pouco assertivas e muito tempo dispendido com conteúdos que não são absorvidos. Também nos relacionamentos interpessoais a utilização de mensagens assertivas auxilia no entendimento entre as pessoas, não deixando margens para mal interpretações tão comuns em conflitos e brigas.</p>



<p>Quer desenvolver suas competências de comunicação para fomentar seus relacionamentos interpessoais e ser destaque no trabalho?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>Você sabe dizer muito com poucas palavras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 12:29:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[competências]]></category>
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<p><strong>PANORAMA GERAL:</strong> Nunca anteriormente usamos tantas palavras, expressões e formas de comunicação como hoje, mas nem por isso equacionamos o problema dos conflitos e desentendimentos por informações mal emitidas ou recebidas. Acrescente-se a carga excessiva de mensagens, que faz com que as pessoas não consigam digerir tudo, criando o fenômeno do passar de olhos e ouvidos, capturando, muitas vezes, um sentido errôneo do que se quis transmitir ou, ainda, simplesmente do sermos desconsiderados. Sabemos que todos têm menos tempo, mas nossa forma de comunicação permanece retrógrada, utilizando-se de muitas palavras e pouca objetividade, privilegiando a nossa “preguiça” ao invés de trabalharmos melhor o que queremos transmitir. Mark Twain já constatava isso em 1871, quando em carta a um amigo confessou: “Não tive tempo de escrever uma carta curta para você, então escrevi uma comprida.”</p>



<p>No livro “Brevidade Inteligente” os autores Jim VandeHei, Mike Allen e Roy Schwartz (fundadores da Axios, companhia de mídia com foco em notícias nas áreas de negócios, política e tecnologia) nos apresentam sua experiência em criar um formato de comunicação que foca no poder de dizer muito com poucas palavras e ser efetivamente ouvido e compreendido. Segundo os autores, olhamos nosso celular mais de 344 vezes por dia, observamos quase tudo que aparece em nossas telas, mas não lemos de verdade quase nada. Outras constatações:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Apenas um terço dos e-mails de trabalho que requerem atenção é lido.</li><li>A maioria das palavras das notícias é ignorada.</li><li>A maioria dos capítulos dos livros permanece intocada.</li></ul>



<p><strong>POR QUE ISSO É IMPORTANTE:</strong> Segundo o site “Michael Page” em seu artigo “A importância da boa comunicação”, esta é uma ferramenta essencial para alcançar a produtividade e manter fortes relações de trabalho em todos os níveis de uma organização. A má comunicação conduzirá a uma equipe desmotivada que pode começar a questionar a confiança em suas habilidades e na sua organização. Para obtermos melhoras, devemos estar atentos em: definir metas e expectativas, entregar a mensagem de forma clara, escolher o meio adequado, manter todos envolvidos, e, sobretudo, ouvir e mostrar empatia. Quem aprimorar sua comunicação terá uma vantagem competitiva com relação aos demais, seja uma empresa, uma área ou uma pessoa.</p>



<p><strong>O QUE É POSSÍVEL FAZER: O</strong> livro citado anteriormente apresenta o método “Brevidade Inteligente” de comunicação, que consiste na transmissão de ideias de forma clara e objetiva onde menos é mais, pois respeita o interlocutor focando na assertividade. A proposta de uso deste método agregaria valor fazendo nossa mensagem se destacar e ser lembrada, através de:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Palavras fortes</li><li>Frases curtas</li><li>Chamadas cativantes</li><li>Visual simples</li><li>Ideias bem-organizadas.</li></ul>



<p><strong>PARA IR MAIS FUNDO:</strong> A “Brevidade Inteligente” na escrita tem quatro pilares, que não se aplicam a todas as circunstâncias, mas vão ajudar aqueles que desejam ter uma comunicação mais atraente e direta:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Uma “provocação” potente: trata-se de cerca de 6 palavras fortes para capturar a atenção de quem está lendo.</li><li>Uma primeira frase forte, ou “lide”: deve ser memorável – algo que o leitor não saiba, gostaria de saber ou deveria saber. Deixe essa frase o mais direta, curta e clara possível.</li><li>Contexto, ou “por que isso é importante”: razão pela qual o fato, ideia ou raciocínio é relevante.</li><li>A opção por saber mais ou “ir mais fundo”: o leitor deve querer continuar no texto, desta forma o detalhamento que segue deve mesmo valer a pena.</li></ol>



<p>Nos e-mails, as palavras mais importantes são as do campo de assunto, as manchetes e a primeira linha de tuítes, notas ou artigos. É necessário prender, cativar e seduzir utilizando esses espaços. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Pare de usar palavras em excesso em um título. Limite-se ao máximo de seis palavras.</li><li>Deixe claro o motivo pelo qual você decidiu escrever algo. Palavras curtas são fortes.</li><li>Leia em voz alta antes de enviar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</li></ol>



<p>Quanto à expressão verbal, tendemos a pensar muito no que queremos dizer e pouco sobre o que os outros precisam ouvir. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Concentre-se em UMA pessoa com quem quer se comunicar.</li><li>Determine UMA coisa que você quer que ela memorize.</li><li>Seja simples, claro, direto.</li></ol>



<p>Devemos agregar valor aos seus conteúdos, valorizando o tempo que as pessoas dispenderão para absorver nossa mensagem. Dicas e truques:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Liste os pontos mais importantes que você precisa apresentar</li><li>Se possível, reduza sua lista de pontos importantes a um ou dois</li><li>Faça uma revisão rigorosa. Tal ponto, detalhe ou conceito é essencial? Se for, existe uma forma mais simples de comunicá-lo?</li><li>Corte, corte e corte. Que palavras, frases ou parágrafos você pode eliminar antes de enviar? Cada palavra ou frase que puder cortar economiza tempo do outro.</li></ol>



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<p><strong>MENSAGEM FINAL:</strong> &nbsp;Nossa comunicação, seja através de e-mails, artigos, mensagens de redes sociais, apresentações, posicionamentos em reuniões, precisa de uma revisão urgente de forma a considerar a principal figura envolvida: nosso interlocutor. Faz parte do respeito que devemos a ele sermos objetivos e claros, priorizando o que realmente queremos transmitir. As organizações se utilizam pouco dessa forma de interação e pagam por isso, gastando rios de dinheiro com excesso de mensagens vagas, reuniões pouco assertivas e muito tempo dispendido com conteúdos que não são absorvidos. Também nos relacionamentos interpessoais a utilização de mensagens assertivas auxilia no entendimento entre as pessoas, não deixando margens para mal interpretações tão comuns em conflitos e brigas.</p>



<p>Quer desenvolver suas competências de comunicação para fomentar seus relacionamentos interpessoais e ser destaque no trabalho?</p>



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		<title>Quais os atributos para lideranças no mundo de transformações?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2023/08/30/quais-os-atributos-para-liderancas-no-mundo-de-transformacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 13:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
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					<description><![CDATA[Seria lugar comum falarmos sobre a grande velocidade das mudanças, principalmente das transformações digitais, no mundo atual. Também seria óbvio dizer da necessidade de adaptação do ser humano às novas realidades e tendências visando sua própria sobrevivência. O assunto a abordarmos aqui é o que tudo isso acarreta aos estilos de lideranças das organizações modernas....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seria lugar comum falarmos sobre a grande velocidade das mudanças, principalmente das transformações digitais, no mundo atual. Também seria óbvio dizer da necessidade de adaptação do ser humano às novas realidades e tendências visando sua própria sobrevivência. O assunto a abordarmos aqui é o que tudo isso acarreta aos estilos de lideranças das organizações modernas. Será que as empresas e seus líderes vêm se adequando aos novos paradigmas? Isso é necessário?</p>



<p>TODOS somos impactados pelas mudanças exponenciais dos tempos modernos, particularmente se enfocarmos o trabalho. As equipes apresentam-se diferentemente quanto a sua constituição (somos mais diversos, embora ainda menos que o desejado), seu <em>mindset</em> (a geração dos <em>millennials</em> pensa diferente de seus antecessores, que também têm novos anseios), seus propósitos (muito mais gente visa objetivos além das organizações), seu tipo de trabalho (a revolução digital imprime a necessidade de atualizações nos processos das empresas), para citar alguns. Neste novo contexto, as lideranças também devem se reformatar de maneira a atender às novas necessidades, e isso somente será conseguido se líderes passarem a observar as características e desejos de seu time e vislumbrarem como encaixá-los aos objetivos da organização.</p>



<p>Uma primeira abordagem sobre o tema já pode ser analisada se verificarmos o artigo de fevereiro/23 publicado pela revista “Você RH”, que cita pesquisa realizada em agosto de 2022 pelo site de empregos <em>Indeed</em> (motor de busca de empregos criado em 2004), que ouviu 840 profissionais para saber suas prioridades e preferências no mercado corporativo. De acordo com os dados, 55% deixariam o emprego atual se o ambiente fosse tóxico e 50% pediriam demissão caso se sentissem desvalorizados. Quando questionados sobre o que esperam de um líder, 52% afirmaram valorizar gestores que incentivam e apoiam o crescimento pessoal e o desenvolvimento de carreira, e 38% gostariam que os líderes demonstrassem interesse ou preocupação com seu bem-estar. Ou seja, os colaboradores estão hoje muito mais preocupados em desenvolverem-se num bom ambiente de trabalho, além de adquirirem bem-estar geral, incluindo vida privada e outros interesses.</p>



<p>A mesma reportagem da “Você RH” relata que o <em>Indeed</em>, em outro levantamento com 504 tomadores de decisão em empresas brasileiras, detectou que incentivar e apoiar os funcionários no crescimento pessoal e no desenvolvimento de carreira é a principal competência desejada para a liderança. A pesquisa, realizada de forma <em>online</em> em novembro de 2022, identificou quais habilidades e comportamentos os executivos buscam na hora de contratar gestores. Em segundo lugar no ranking está a capacidade de demonstrar interesse genuíno pelo bem-estar da equipe, seguida pelo compromisso em promover ativamente, não só no discurso, um ambiente de trabalho diverso e inclusivo. Segue o resultado total da pesquisa com as 12 competências desejadas em um líder:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>(70%) Incentivar e apoiar os funcionários no crescimento pessoal e no desenvolvimento de carreira</li><li>(61%) Manifestar interesse e preocupação com o bem-estar dos funcionários</li><li>(53%) Apoiar e promover ativamente um ambiente de trabalho diversificado e inclusivo</li><li>(49%) Saber se comunicar, ouvir e compartilhar informações</li><li>(47%) Possuir fortes habilidades de coaching e transmitir conhecimento</li><li>(38%) Ter equilíbrio entre vida profissional e pessoal e respeitar a mesma harmonia na rotina dos funcionários</li><li>(35%) Ser capaz de ensinar colegas e funcionários</li><li>(34%) Definir critérios de desempenho transparentes e avaliar de forma objetiva</li><li>(30%) Ser especialista na área de gerência</li><li>(27%) Ser assertivo nas atribuições de trabalho</li><li>(24%) Oferecer reconhecimento oportuno e regular</li><li>(16%) Oferecer feedback regularmente</li></ol>



<p>Ao analisarmos as competências listadas acima, observamos que cada vez mais o líder precisa desenvolver suas habilidades de relacionamento interpessoal para poder impulsionar o seu time. A inteligência emocional é requisito indispensável para lidar com pessoas. Líderes devem ter como meta agregar valor às organizações através da obtenção do melhor resultado por sua equipe.</p>



<p>A liderança precisa possuir repertório para ajudar o time. Deve estar atenta às novidades na sua própria área, assim como em lidar com pessoas, além de conhecimento crítico de acontecimentos do mundo moderno, que podem influenciar sua empresa ou o desempenho de seus funcionários. O próprio líder deve evoluir sempre para poder cobrar a mesma orientação aos seus subordinados: “aprender a vida inteira” vale para todos os envolvidos. É importante ressaltar que eventualmente pode haver conflito, o colaborador não precisa concordar em tudo com o líder, mas com respeito e maturidade isso poderá ser gerido satisfatoriamente: o papel do líder é desenvolver talentos e não desenvolver seguidores.</p>



<p>Estudos mostram que o comportamental é o principal motivo para 83% dos gestores desligados das empresas, enquanto os restantes 17% são motivos técnicos. Isso nos faz reconhecer que bons técnicos podem virar maus líderes e que as empresas deveriam estar mais preparadas no momento de escolher pessoas para cargos de liderança.  É claro que o conhecimento técnico é importante, mas a habilidade de lidar com pessoas é, neste patamar, muito mais relevante.</p>



<p>Uma liderança eficaz deve reconhecer que não há comportamento padrão para ter sucesso com seus liderados. As pessoas são diversas (que bom que assim seja) e requerem ações diferenciadas dependendo de seu grau de maturidade profissional e emocional. Assim, por exemplo, no caso de um funcionário em início de carreira, é mais apropriada a atitude de cuidar, orientar e acompanhar mais de perto suas atividades. Para alguém um pouco mais experiente, é necessário utilizar-se de mais argumentação e ter a escuta ativa para identificar eventuais problemas e saber como ajudar o funcionário. No caso de colaboradores mais experientes, a estratégia deve ser o aconselhamento, com alta delegação de tarefas.</p>



<p>Segundo um estudo com mais de 400 executivos realizado pela consultoria Gartner em 2022, quando os funcionários se sentem vistos como seres humanos, e não como meros recursos, eles tendem a obter um desempenho 3,8 vezes maior. Também ficam com 3,1 vezes mais probabilidade de permanecer na empresa. A liderança tem papel fundamental na criação do ambiente saudável de forma a colocar seus colaboradores como protagonistas no sucesso da organização. O bom líder é aquele que faz com que as pessoas alcancem os resultados que precisam ser alcançados, <strong>querendo alcançá-los</strong>, o que impulsiona a criação de equipes motivadas e altamente eficazes.</p>



<p>Falando de todos esses atributos pode parecer que o líder deva atingir a perfeição, mas o importante é ter em mente a consideração e respeito ao ser humano e o restante virá com aprendizado e persistência.</p>



<p>Quer desenvolver suas habilidades de liderança?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você sabe escutar?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 14:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[saber escutar]]></category>
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					<description><![CDATA[A boa comunicação é uma das competências mais valorizadas nos dias de hoje. Ela requer saber se expressar adequadamente, ter clareza na fala e saber usar a língua a seu favor. Mas, não é só. A boa comunicação também requer uma dose significativa de empatia para interpretar bem o interlocutor e um outro elemento fundamental:...]]></description>
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<p>A boa comunicação é uma das competências mais valorizadas nos dias de hoje. Ela requer saber se expressar adequadamente, ter clareza na fala e saber usar a língua a seu favor. Mas, não é só. A boa comunicação também requer uma dose significativa de empatia para interpretar bem o interlocutor e um outro elemento fundamental: saber escutar para entender a mensagem que está sendo transmitida.</p>



<p>Profissionalmente, a escuta ativa pode ser uma excelente maneira de melhorar o seu entendimento de mercado e o relacionamento com os clientes, fornecedores e colegas, inclusive, tornando o ambiente de trabalho mais sadio. Na vida pessoal, ela é fundamental para entendermos o outro e sabermos agir em prol de um relacionamento saudável e duradouro.</p>



<p>Durante&nbsp;os processos de comunicação, é comum não absorvermos as informações expressas pelo interlocutor, ora pelo excesso de conteúdo apresentado, ora pela falta de concentração ou dificuldade de analisar e interpretar o que realmente está sendo dito.</p>



<p>Ouvimos tudo o tempo todo. Agora mesmo posso ouvir o apito do trem que passa, o cachorro que late, o vento que sopra mais forte, o canto do pássaro, alguma criança que chama a mãe, o agito da máquina de lavar, o alerta do celular sobre uma nova mensagem. Não existe silêncio na cidade e, talvez, em lugar nenhum. Ouvimos muito, mas escutamos pouco. Mesmo quando alguém fala, ouvimos, mas dificilmente escutamos. Não são sinônimos? Qual a diferença?</p>



<p>Ouvir é um processo mecânico de nosso sentido da audição; é automático e não pode ser evitado, desde que tenhamos o aparelho auditivo funcionando adequadamente. Escutar é mais que ouvir, é prestar atenção no outro e no que ele quer transmitir, é entender o que se ouve.</p>



<p>Uma das características de nossa época é não haver tempo para darmos atenção plena aos outros e, portanto, de escutar o que dizem. É comum respondermos e-mails do trabalho ao almoçarmos ou jantarmos com alguém, ou olharmos as redes sociais enquanto brincamos com os filhos, só para dar alguns exemplos.</p>



<p>Em seu artigo “Saiba Escutar” para a revista Vida Simples número 237, Gustavo Ranieri pondera que “a escuta ativa está intrinsicamente relacionada ao estado de presença”. Neste texto, o autor pondera que “trocar o modo desatenção pelo de atenção pode não ser um exercício simples; necessita de empenho, ainda mais em um mundo no qual somos afogados em milhares de informações irrelevantes nos convidando à distração permanente”.</p>



<p>Sem escutarmos com a devida atenção, não poderemos responder de forma adequada. Quantas vezes você é interrompido em uma fala com uma resposta pronta ao que está dizendo, sem nem mesmo poder concluir seu pensamento. Devemos avaliar se não fazemos a mesma coisa quando estamos na posição inversa.</p>



<p>Segundo o blog <a href="https://rockcontent.com/br/blog/author/redator/"><em>Rock Content</em></a>, existem alguns itens a considerar se quisermos desenvolver a nossa escuta ativa, dos quais destaco os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Evitar distrações no momento do diálogo. Afastar-se de mensagens no celular, de outras conversas, de telefonemas e ter foco no que se está ouvindo para garantir que a maior parte das informações sejam absorvidas.</li><li>Não ser seletivo ao ouvir o que o outro tem a dizer. Algumas vezes, selecionamos “o que nos interessa num discurso”, simplesmente ignorando todo o restante, o que pode truncar ou até mudar o sentido da mensagem a ser absorvida. Pré conceitos devem ser evitados assim como perspectivas pessoais e posições ancoradas. Se não deixarmos o outro se expressar, não teremos argumento para contra-argumentar ou mesmo, mudar nossa opinião.</li><li>Dar ao seu interlocutor o tempo necessário para a comunicação. Cada um tem seu ritmo, respeitar o tempo de fala do interlocutor, sem acelerações, é primordial para bem entender seu posicionamento. Fazer isso é mais difícil do que parece e, inclusive, a forma de se expressar e a linguagem não verbal oferecem um contexto sobre a mensagem a ser captada.</li><li>Fazer contato visual. É importante que o interlocutor sinta o interesse no que está sendo dito. Sua linguagem não verbal também auxilia a deixá-lo confortável neste aspecto.</li><li>Fazer perguntas. Questionar as dúvidas no momento adequado ajuda a garantir o entendimento do que se está ouvido e pode animar o interlocutor.</li><li>Ser empático. Se colocar no lugar do outro ajuda no entendimento da mensagem e propicia um bom diálogo, mesmo que não concordemos com toda a argumentação.</li></ul>



<p>Praticar a escuta ativa é algo no qual podemos nos aperfeiçoar, desde que estejamos atentos a alguns princípios. É preciso aprender a desenvolver um interesse genuíno no que está sendo dito, se envolver verdadeiramente na conversa e evitar distrações que impeçam a absorção de informações e conteúdos relevantes.</p>



<p>Esse aspecto da comunicação nos ajudará a torná-la mais clara e efetiva, contribuindo para um ambiente com menos desentendimentos, menos conflitos e maior confiança entre os interlocutores, mesmos que possamos não concordar em todas as mensagens.</p>



<p>Quer desenvolver suas habilidades de escuta ativa para melhorar sua comunicação?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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		<title>Você possui as competências que serão mais requisitadas em 2023?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 18:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bani]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe muita discussão a respeito de quais são as competências mais valorizadas pelas empresas, se os chamados “hard skills” ou os “soft skills”. Os “hard skills” são competências técnicas atreladas ao tipo de trabalho que se faz, tais como: saber estatística, trabalhar com planilhas Excel, lidar com informática ou operar uma máquina, habilidades aprendidas através...]]></description>
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<p>Existe muita discussão a respeito de quais são as competências mais valorizadas pelas empresas, se os chamados “<em>hard skills</em>” ou os “<em>soft skills</em>”. Os “<em>hard skills</em>” são competências técnicas atreladas ao tipo de trabalho que se faz, tais como: saber estatística, trabalhar com planilhas Excel, lidar com informática ou operar uma máquina, habilidades aprendidas através de cursos, experiência prática ou autoestudo. Os “<em>soft skills</em>” são competências de relacionamentos interpessoais, como comunicação, flexibilidade ou empatia e, ao contrário do que muitos imaginam, também essas podem ser desenvolvidas em nós, desde que tenhamos um bom autoconhecimento e a crença no <em>mindset</em> de crescimento, conceito elaborado por Carol Dweck, psicóloga americana, segundo o qual podemos e devemos aprender sempre, aumentando nossas habilidades. O fato é que ambos os tipos de competência são importantes, o que levou a cérebre frase de Peter Drucker, segundo o qual as pessoas são contratadas pelos seus &#8220;<em>hard skills</em>&#8221; e são demitidas por deficiências nos &#8220;<em>soft skills</em>&#8220;.</p>



<p>Você já parou para pensar quanto o mercado de trabalho tem mudado nos últimos tempos? Não é preciso ir muito longe pois analisando apenas do período da pandemia para cá já verificamos grandes alterações. Dado seu grande e rápido desenvolvimento, o mundo já foi conhecido pelo anacrônimo VUCA, sendo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>V</strong>OLÁTIL: muda o tempo todo. Para atender a essa característica tivemos que nos tornar mais criativos e resilientes.</li><li><strong>U</strong>NCERTAIN(incerto): difícil fazer previsões, pois são muitas opções e fatores externos que podem influenciar o destino das empresas e da vida das pessoas. Para atender a esse quesito, tivemos que desenvolver nossa flexibilidade e agilidade.</li><li><strong>C</strong>OMPLEXO: mais conectado com fatores e entidades antes tratados isoladamente. Colaboração e multidisciplinariedade foram as competências necessárias ao tratamento do mundo complexo.</li><li><strong>A</strong>MBÍGUO: sem respostas precisas. Para muitas questões do dia a dia não há resposta certa ou errada. Devemos nos acostumar à tentativa e erro, fomentando maior abertura, tolerância e coragem para lidar com as situações.</li></ul>



<p>Hoje em dia, apesar de ainda podermos observar as características citadas acima, razão pela qual fiz questão de elencá-las, e graças a influência das mudanças trazidas pela pandemia, nosso momento caótico se caracteriza por&nbsp;novos atributos. Esse mundo agora é chamado de BANI, onde:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>B</strong>RITTLE (fágil). A pandemia nos fez perceber que o mundo é mais sujeito a ameaças do que pensávamos e que podemos perder o que temos, inclusive a liberdade de ir e vir por exemplo, de uma hora para outra. Para lidarmos com essa fragilidade temos que desenvolver o conhecimento científico e a resiliência.</li><li><strong>A</strong>NSIOSO. Dada a ocorrência de tantas mudanças ao mesmo tempo, nosso mundo e nós mesmos nos tornamos mais ansiosos, sedentos por chegar ao final dos ciclos. As competências que nos auxiliam na contenção da ansiedade são a empatia e a atenção plena.</li><li><strong>N</strong>ÃO LINEAR. As coisas não têm um começo, meio e fim ordenados; tudo se cruza e a velocidade das mudanças é exponencial. Para nos darmos bem nessa situação devemos ter visão do contexto e habilidade de adaptação às novidades.</li><li><strong>I</strong>NCOMPREENSÍVEL. Com tantas características novas, o mundo torna-se mais complexo, difícil de compreender. Precisamos atuar com transparência nesta situação, não escondendo as dificuldades e não desprezar nossa intuição ao lidar com as soluções aos problemas.</li></ul>



<p>Dadas tantas novas características e competências desejadas pelas empresas, o site de recrutamento e seleção ZipRecruiter realizou um levantamento de quais seriam as 10 habilidades essenciais para os profissionais em 2023. Dar uma avaliada nesta lista pode ajudar quem deseja agregar valor a suas competências.&nbsp; Segue o resultado do estudo:</p>



<p>1. Comunicação</p>



<p>2. Relacionamento com o cliente</p>



<p>3. Planejamento</p>



<p>4. Gestão de tempo</p>



<p>5. Gerenciamento de projetos</p>



<p>6. Pensamento analítico</p>



<p>7. Adequação às normas do <em>compliance</em></p>



<p>8. Trabalho independente</p>



<p>9. Relacionamento interpessoal</p>



<p>10. Flexibilidade</p>



<p>Muito sintomática a classificação de comunicação como número 1 do ranking. Segundo artigo publicado na revista VocêRH de outubro/novembro 2022, a busca por essa competência se acentuou com a pandemia de covid-19. Desde então, tivemos a necessidade de aperfeiçoarmos a comunicação à distância: conversas por vídeo, mensagens de WhatsApp e em outras plataformas digitais, além de infinitas trocas de e-mail tiveram sua utilização incrementada. Segundo a empresa de recrutamento Robert Half, antes de 2020, apenas 5% das vagas disponibilizadas pela companhia eram remotas; agora, essa porcentagem passou dos 50%. Se presencialmente a comunicação já é uma habilidade de grande importância, imagine no ambiente virtual, onde deixamos de ter o “cara a cara” como um fator fundamental no entendimento das pessoas.</p>



<p>O relacionamento com o cliente está logo em seguida, enfatizando a importância do entendimento daquele que vai utilizar nossos produtos ou serviços, ou seja, a nossa razão de existir. Grande dose de empatia é necessária para tornar essa relação saudável.</p>



<p>Planejamento, gestão do tempo e gerenciamento de projetos mostram como é fundamental se ter organização para executar bem um trabalho. Podemos incluir nesse pacote também o pensamento analítico que engloba saber decompor o todo em partes mais simples de forma a estruturar a execução de um projeto para chegarmos a um resultado final primoroso.</p>



<p>A adequação às normas de <em>compliance</em> coloca a ética nos negócios como um tema essencial nos dias de hoje. No âmbito empresarial,&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;é o conjunto de disciplinas que visam cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição, bem como evitar, detectar e tratar quaisquer desvios ou inconformidades que possam ocorrer.</p>



<p>O trabalho independente é um dos fatores de motivação para os colaboradores. Saber delegar e deixar que a pessoa execute suas tarefas da maneira mais adequada às suas características requer habilidades tanto da liderança – delegação e confiança – como dos membros da equipe – autonomia e entrega com responsabilidade.</p>



<p>Para completar essa lista temos a flexibilidade, sem a qual não seria possível absorver todas as mudanças desse mundo VUCA e BANI ao mesmo tempo e saber torná-las um fator positivo ao desempenho da empresa e do profissional.</p>



<p>Quer desenvolver suas competências para estar mais bem preparado para o futuro?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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