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	<title>felicidade no trabalho &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>É possível ter felicidade no trabalho?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 18:10:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O trabalho representa grande parte de nossa vida. Desde a fase de escolarização, que é a preparação para o emprego, até a dedicação às atividades profissionais. Como então podemos desconsiderar a satisfação laboral como forma de atingirmos um dos objetivos mais cobiçados de todo o ser humano, que é ser feliz? Tentando responder à pergunta...]]></description>
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<p>O trabalho representa grande parte de nossa vida. Desde a fase de escolarização, que é a preparação para o emprego, até a dedicação às atividades profissionais. Como então podemos desconsiderar a satisfação laboral como forma de atingirmos um dos objetivos mais cobiçados de todo o ser humano, que é ser feliz?</p>



<p>Tentando responder à pergunta título deste artigo, lancei uma pesquisa no meu <em>linkedin</em>, questionando “Existe felicidade no trabalho?”. De uma amostra de 40 respondentes, tivemos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>67% responderam “Claro”</li><li>5% responderam “Nunca vi”</li><li>28% responderam “Às vezes”.</li></ul>



<p>Devemos, porém, reconhecer que felicidade é um conceito subjetivo. Muitas filosofias e religiões estudaram e definiram o que é ser feliz, fornecendo desde o significado mais simples da realização dos desejos até a capacidade de reunir um conjunto de virtudes que resistem a vícios, como definido por Aristóteles. A psicologia positiva &#8211; que dá maior ênfase ao estudo da sanidade mental e não das patologias – a relaciona com emoções&nbsp;e atividades construtivas nas quais o homem seria o responsável pela própria felicidade através do condicionamento psicológico a partir de atitudes como ser positivo, ser grato e fazer o bem.&nbsp;</p>



<p>Jennifer Moss é oradora internacional e expert na implementação da felicidade no local de trabalho. Suas palestras e seus estudos ampliam o debate das obrigações da liderança empresarial em relação à saúde de suas equipes. Ela é cofundadora do <em>Plasticity Labs</em>, organização dedicada ao bem-estar no ambiente de trabalho, e membro do <em>United Nations Global Happiness Council</em>. Seu livro “Felicidade no Trabalho: Estratégias para otimizar sua performance” foi vencedor do <em>Independent Press Awards 2018</em>, na categoria Motivação Empresarial sendo baseado em anos de pesquisa. Para Moss a felicidade é a consequência de se trabalhar na construção de atributos como esperança, eficácia, resiliência, otimismo, gratidão e empatia. Para muitos, felicidade significa a ausência de emoções negativas, mas Moss já escrevia em seu artigo para a <em>Harvard Business Review</em> em 2015 (“<em>Happiness isn´t the absence of negative emoticons</em>”) contra a crença que ser feliz é apenas sentir alegria, a cada minuto de cada dia, o tempo todo. Ela defende que ser feliz é ver as coisas com positividade, independente se for uma derrota, algo triste, podemos considerar como uma experiência que agrega valor e nos ensina algo. Não somos felizes quando perseguimos a felicidade. Somos mais felizes quando não estamos pensando nela; quando aproveitamos o momento presente porque estamos imersos em um projeto significativo, trabalhando para um objetivo maior ou ajudando alguém.</p>



<p>Segundo Sócrates, para alcançar a felicidade todos deveriam considerar os seguintes princípios: (1) esforçar-se para ser honesto; (2) ser a sua melhor versão possível; (3) demonstrar controle emocional. Para o filósofo grego, a felicidade é uma escolha e não algo transmitido pelos deuses. J. Moss nos dá um exemplo disso aplicado na prática:</p>



<p><em>Trata-se da história de Helen Keller, a primeira pessoa surdocega a obter um diploma em artes. Ela se destacou por ser alguém implacável na busca por aprendizado, além de ser cheia de otimismo, esperança e resiliência, apesar de todo sofrimento que sua condição lhe proporciona. Helen aprendeu a falar lendo os lábios dos outros com as mãos e passou a ser oradora pública, viajando por cidades americanas compartilhando sua mensagem sobre a alegria que a vida lhe deu. Ela estava grata pelas faculdades e habilidades que possuía e afirmou que seus prazeres mais produtivos eram a curiosidade e a imaginação. Falava ainda da alegria de servir e da felicidade que advinha em fazer coisas para os outros.</em></p>



<p>Para atingirmos a satisfação por nossas atividades é preciso consistência, coragem e perseverança. Aqui seguem exemplos de pessoas que acreditaram ser a felicidade uma escolha, uma decisão que tomamos para além das nossas limitações biológicas e sociais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>J.K. Rowling, a autora dos livros de Harry Potter, teve seu manuscrito rejeitado doze vezes e foi aconselhada a abandonar a profissão antes de convencer uma editora a aceitá-lo. Ela foi a primeira mulher a tornar-se uma autora bilionária.</li><li>Foi dito aos Beatles que eles “não tinham futuro no mundo do Show business”. Eles são a banda que mais vendeu na história com cerca de um bilhão de cópias em todo o mundo.</li><li>Michel Jordan foi cortado da equipe de basquete de sua escola. Até hoje, a Associação Nacional de Basquetebol americana afirma que ele é o “maior jogador de todos os tempos”.</li></ul>



<p>Retornando ao âmbito do trabalho, Marcela Centofanti em artigo publicado pela revista Você S/A de abril/2022, relata que muitas empresas ainda possuem a crença de que a felicidade é a recompensa pelo resultado: trabalhe duro e você terá sucesso. Na última década, no entanto, uma série de pesquisas têm mostrado que a ordem da equação é inversa. Se priorizarmos nossa saúde e bem-estar, teremos consequentemente um alto desempenho profissional. De acordo com um estudo da <em>Gallup</em>, empresas com funcionários felizes têm 50% menos acidentes laborais. Já uma pesquisa da <em>Harvard Business Review</em> revelou que colaboradores satisfeitos são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. A felicidade no trabalho está se tornando tão relevante que algumas empresas têm criado uma função especificamente dedicada a isso. A missão de um diretor de felicidade, ou <em>chief happiness officer</em> (CHO) é garantir que os funcionários sejam felizes. O conceito surgiu na Dinamarca em 2003, quando a empresa <em>Woohoo Partnership</em> criou uma metodologia voltada para promover mudanças positivas e duradouras no ambiente corporativo.</p>



<p>Segundo J. Moss, no livro já citado, o tédio é o grande assassino do comprometimento no local de trabalho, sendo a repetição de tarefas com pouco senso de realização a principal culpada. Nosso cérebro não reage favoravelmente à repetição quando pouco ou nenhum ganho é obtido. A pesquisa “Tédio e Felicidade no trabalho”, da Universidade de Kent em 2013, pediu a 2.113 graduados entre 21 e 45 anos de idade que fornecessem uma “classificação de tédio”, de no máximo dez, para suas novas funções. O resultado mostrou que a profissão docente tinha os níveis mais baixos de enfado entre dezenas de outras profissões. Estas respostas de múltipla escolha dizem muito sobre a forma como as pessoas encontram alegria no trabalho:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>81% disseram que “é o desafio do cargo”</li><li>83% disseram que “não há dois dias iguais”</li><li>86% disseram que “gostam da interação com as pessoas”</li><li>64% também observaram “a oportunidade de usar a criatividade”.</li></ul>



<p>Já os cargos administrativos, de TI, de vendas, de marketing e de fábricas estavam no topo da lista de empregos que apresentavam os mais altos níveis de tédio, pelas seguintes razões:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>61% disseram que “falta desafio em seus empregos”</li><li>60% disseram que “não usavam suas habilidades ou seus conhecimentos”</li><li>50% disseram que “faziam as mesmas coisas todos os dias”.</li></ul>



<p>Este estudo revelou, ainda, que os recém-formados e a força de trabalho <em>millennial</em> procuram um local de trabalho com desafio, novidade e comunidade em vez de aborrecimento e apropriação indevida de habilidades. O tédio é extremamente prejudicial à felicidade e ao alto desempenho no trabalho. Encontrar projetos desafiadores e significativos é obrigatório para manter qualquer pessoa engajada e esse é um desafio para as lideranças.</p>



<p>Mas, se é assim, como combater o tédio em muitas funções cuja repetição é um aspecto inevitável do trabalho? No estudo “<em>How to Motivate Assembly Line Workers</em>” da <em>Jonkoping International Business School</em> (Jusufi and Saitovic, 2007), quando questionados dos motivos de gostarem de seus trabalhos, os funcionários da manufatura identificados como os mais engajados em suas funções responderam:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>“Caso contrário, o cliente não obteria produtos limpos, a empresa não teria clientes, e nós não teríamos empregos”.</li><li>“Fornecemos têxteis limpos para hotéis em toda Suécia. Se fizermos o nosso trabalho, o pessoal do hotel pode fazer bem o trabalho deles, o que significa hóspedes felizes”.</li></ol>



<p>Envolver as pessoas nos objetivos mais amplos ajuda a dar sentido aos trabalhos do dia a dia. Uma vez que o tédio não pode ser totalmente excluído de muitos trabalhos, é necessário ver propósito no que fazemos para dar sentido e motivação às nossas atividades. Novamente, cabe à liderança propagar esses objetivos e promover o engajamento de seus funcionários.</p>



<p>Segundo J. Moss, o modelo de felicidade que ressoa com a maioria dos cientistas, pesquisadores e líderes começa com Martin Seligman, psicólogo e ex-presidente da Associação Americana de Psicologia. Seligman é responsável por definir o termo “PERMA”, raiz de muitos projetos de pesquisa da psicologia positiva em todo o mundo. A sigla representa os cinco elementos essenciais para um contentamento duradouro, sendo que já citamos alguns deles anteriormente:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>P &#8211; <em>positive emotios </em>ou ter emoções positivas: paz, gratidão, satisfação, prazer, inspiração, esperança, curiosidade e amor se enquadram nesta categoria.</li><li>E &#8211; <em>engagement</em> ou engajamento. Quando nos dedicamos em realizar uma tarefa ou projeto que amamos, temos a sensação de que o tempo “voou”, porque estamos muito empenhados. Trata-se da chamada sensação de “fluxo” ou “êxtase”.</li><li>P – <em>positive relationships</em> ou relacionamentos positivos. As pessoas que têm relações significativas e construtivas são mais felizes. Como passamos 70% do tempo que estamos acordados em atividades do trabalho, torna-se ainda mais importante que a liderança facilite relações saudáveis e positivas.</li><li>M &#8211; <em>meaning</em> ou propósito. Ter significado é resultado de servir a uma causa maior do que nós mesmos.&nbsp; Quando a liderança ajuda a construir propósito para seus colaboradores, cria-se um sentido mais profundo de realização quando as metas são atingidas.</li><li>A &#8211; <em>accomplishments</em> ou realizações. Quando analisamos o esforço, sentimos que estamos no caminho do sucesso, em vez de perseguindo um objetivo distante. Comemorar pequenas conquistas ao invés de nos concentramos somente nas grandes vitórias. O percurso é importante para chegarmos ao final do caminho.</li></ol>



<p>É importante lembrarmos da existência de fatores que ajudam a trazer alegria, mas existem fatores que são detratores desse estado. Um amigo me relatava que sua equipe andava altamente descontente porque sua empresa não reconhecia e implementava a facilidade do trabalho híbrido (parte presencial e parte home office). Esse tipo de elemento causa mais infelicidade quando não existe do que felicidade quando existe, o que não o torna menos importante para gestores desejosos em disponibilizar um ambiente mais harmônico e propenso à felicidade.</p>



<p>Uma outra pesquisa realizada através do meu <em>linkedin</em>, questionava “O que o torna mais feliz no trabalho?”. De uma amostra de 19 respondentes, tivemos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Atividades interessantes – 16%</li><li>Equilíbrio com a vida pessoal – 37%</li><li>Oportunidades de carreira – 21%</li><li>Relacionamentos positivos – 26%</li></ul>



<p>Acredito que todos os fatores influenciam a satisfação no trabalho, mas podemos observar que nossas organizações ainda precisam evoluir no quesito de respeito ao balanceamento da vida profissional e pessoal de seus funcionários. Este quesito também se encaixa mais dentre aqueles que são detratores da felicidade no ambiente organizacional.</p>



<p>A conclusão de todos os estudos realizados é que gostar do seu trabalho é fundamental para a felicidade profissional, mas amar sua atividade laboral não significa estar alegre o tempo todo. Qualquer emprego é repleto de tarefas e momentos que não necessariamente trazem prazer — muitos, inclusive, causam desgosto. No entanto, se no fim do dia a pessoa enxerga o valor do seu esforço, sente que valeu a pena para atingir um objetivo maior, então terá injetado o combustível para começar o próximo dia com vontade e engajamento e isso é felicidade no trabalho.</p>



<p>Quer desenvolver seus atributos de esperança, eficácia, resiliência e otimismo de forma a embasar sua felicidade?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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