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	<title>felicidade &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>felicidade &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Você é feliz no seu trabalho?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 19:08:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORAMA GERAL Existem verdades que reconhecemos tempos depois do auge dos acontecimentos. Conversando com colegas recentemente, deparei-me com uma realidade incômoda: às vezes não estamos felizes no trabalho e não consideramos a alternativa de sairmos para outros desafios. É como se uma venda nos cegasse sobre a resposta certa a uma questão intrigante. Inicialmente é...]]></description>
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<p><strong>PANORAMA GERAL</strong></p>



<p>Existem verdades que reconhecemos tempos depois do auge dos acontecimentos. Conversando com colegas recentemente, deparei-me com uma realidade incômoda: às vezes não estamos felizes no trabalho e não consideramos a alternativa de sairmos para outros desafios. É como se uma venda nos cegasse sobre a resposta certa a uma questão intrigante.</p>



<p>Inicialmente é preciso questionar: “É possível ser feliz no trabalho?” Eu respondo que sim. Não vamos nos iludir que essa felicidade é viver no mundo da fantasia, onde tudo é alegria. Haverá momentos de tristeza, inconformismo, insucesso; haverá momentos em que teremos de desempenhar algumas atividades das quais não gostamos, mas que são necessárias para atingirmos o propósito maior. Porém, o sentimento de infelicidade não pode ser constante, não podemos estar sempre mal no ambiente de trabalho.</p>



<p><strong>O QUE É “FELICIDADE NO TRABALHO”</strong></p>



<p>A felicidade no trabalho envolve um senso de propósito, reconhecimento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e a percepção de que o trabalho contribui para algo maior. É um conceito subjetivo, mas que se manifesta em aspectos como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bem-estar emocional: Sentir-se feliz, motivado e com energia no trabalho. </li>



<li>Satisfação: Gostar do que faz e se sentir recompensado pelo seu esforço. </li>



<li>Engajamento: Estar envolvido e interessado nas atividades e objetivos da empresa. </li>



<li>Produtividade: Sentir-se capaz de realizar suas tarefas com eficiência e qualidade. </li>



<li>Relacionamentos saudáveis: Ter boas relações com colegas e líderes, construindo um ambiente colaborativo e de apoio. </li>



<li>Equilíbrio: Conseguir conciliar as demandas do trabalho com as necessidades pessoais. </li>



<li>Propósito: Sentir que o trabalho tem um significado e contribui para algo maior. </li>
</ul>



<p><strong>O PAPEL DA CONFIANÇA</strong></p>



<p>Quando deparamos com um ambiente sem confiança, começamos a sentir medo de nos expressar e o silêncio e a concordância tácita passam a ocorrer com frequência. Esse silêncio torna-se pesado dentro de nós e nos parece cada vez mais ensurdecedor. Não se trata de dizer tudo o que pensamos, pois isso não é possível, às vezes, também em outros tipos de relacionamentos. Mas, quando não nos sentimos à vontade para discordar de questões que nos são caras, há algo de errado.</p>



<p>Como mencionado por Patrick Lencioni no livro “Os 5 Desafios das Equipes”, a ausência de confiança é a base de todas as disfunções que comprometem os resultados de uma organização. Sem confiança, há medo do conflito. Sem conflito, não há debate. Sem debate, não há inovação: o time se cala e o que poderia ser resolvido numa boa conversa vira presenteísmo, afastamento ou crise. Em um ambiente seguro, as pessoas confiam que o que elas disserem são será usado contra elas, que seus erros não serão punidos com vergonha, que externar suas vulnerabilidades não será tratado como fraqueza.</p>



<p>Segundo dados do Censo de Saúde Mental da Vittude, as empresas brasileiras possuem 31% de presenteísmo em sua força de trabalho, conforme publicado na reportagem “O Silêncio e o Novo Risco Corporativo” da Você S/A de julho/25. Isto quer dizer que as pessoas estão presentes regularmente nos locais de trabalho, exercendo suas funções habituais, utilizando, inclusive, mais horas do que o “normal”, mas atuam de maneira improdutiva, não apresentando os melhores resultados. Isso custa caro: na saúde das pessoas, nos resultados das empresas e na credibilidade das lideranças.</p>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>Muitas pessoas acreditam ser necessário sofrer para obter seu sustento e de sua família, por isso se submetem a verdadeiros torturas no trabalho. Isso marca de forma profunda o profissional. É necessário ampliar essa visão de forma a reconhecer que existe vida fora da empresa.&nbsp; Existem outras opções. Empregar nosso potencial para reconhecer e vislumbrar outras oportunidades que podem nos fazer mais felizes.</p>



<p>Também as empresas deveriam analisar com maior profundidade o ambiente que propiciam ao seu pessoal, pois ao investir na felicidade no trabalho, as empresas demostram valorizar as pessoas, criando um ambiente mais saudável, produtivo e engajador, o que trará frutos positivos a todo ecossistema envolvido: clientes, empresa, lideranças e colaboradores.</p>



<p>Quer avaliar seu grau de felicidade no trabalho e verificar opções construtivas?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>O que o tornará feliz no futuro?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 18:41:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos queremos atingir a felicidade. Mas, segundo alguns estudiosos, o ser humano tem dificuldades em estabelecer como será feliz no futuro, tendo em vista uma série de vieses inconscientes que afetam nossa análise. Desta forma, é relevante aumentarmos nosso autoconhecimento para estabelecermos objetivos que realmente nos farão felizes, sob pena de ficarmos frustrados quando chegarmos...]]></description>
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<p>Todos queremos atingir a felicidade. Mas, segundo alguns estudiosos, o ser humano tem dificuldades em estabelecer como será feliz no futuro, tendo em vista uma série de vieses inconscientes que afetam nossa análise. Desta forma, é relevante aumentarmos nosso autoconhecimento para estabelecermos objetivos que realmente nos farão felizes, sob pena de ficarmos frustrados quando chegarmos lá.</p>



<p>Resumidamente, ser feliz é ter prazer. Mas, será apenas isso? Segundo Aristóteles, filósofo grego (384 a.c. a 322 a.c.), a felicidade é o bem supremo pois, ao contrário de outros bens, ela serve apenas a si mesma. Para ele, a virtude estaria no meio termo; exemplo: a ambição seria um vício quando em excesso, mas também seria um vício quando em falta, o indivíduo que não possui ambição alguma não tem motivo para desenvolver-se. O caminho do meio, e assim também pensava Lao Tse (filósofo da Antiga China por volta de 590 a.c.), é aquele que representa as virtudes e que nos tornaria mais felizes.</p>



<p>Para Epicuro, filósofo grego (341 a.c. a 270 a.c.), a vida consistiria na busca constante do prazer e o afastamento da dor. Isso poderia ser entendido como a ênfase desenfreada no prazer, mas, ao mesmo tempo, Epicuro considerava ser a felicidade a capacidade de nos contentarmos com pouco, de nos sentirmos bem com as pequenas coisas, de nos afastarmos dos desejos não naturais e não necessários. A prudência seria a virtude por excelência, pois representaria a capacidade de entender o que podemos ou não fazer, considerando a saúde do corpo e do espírito.</p>



<p>Segundo Espinoza, filósofo de origem judaico-portuguesa, nascido nos Países Baixos (1.632- 1677), a única coisa que garantiria a felicidade seria o conhecimento, pois através dele, conseguiríamos gozar dos prazeres o quanto bastasse para a manutenção da saúde e a acumular dinheiro só o quanto necessário para o sustento de uma vida saudável.</p>



<p>Schopenhauer, filósofo alemão do século XIX, pensava que a felicidade estaria muito menos no que temos ou representamos e muito mais no que realmente somos.</p>



<p>Para Byung Chul Han, filósofo sul coreano de nossos tempos, vivemos numa sociedade do cansaço e, para atingirmos a felicidade, seria necessário termos mais tempo livre em nossas vidas, longe principalmente das redes sociais, de forma a podermos realizar um “auto cultivo”.  Segundo ele, a ideologia da sociedade do cansaço, que faz crer que o único responsável pelo “sucesso” é o indivíduo, cria a necessidade de que as pessoas estejam sempre ativas, buscando modos de agir, de empreender, descansando cada vez menos e ficando cada vez mais fissuradas pela busca do sucesso, gerando o adoecimento psicológico e a infelicidade.</p>



<p>Assim como esses autores, poderíamos citar outros tantos, que pensaram e teorizaram a respeito da felicidade, daí verificamos ser esse um tema mais diverso do que parece à primeira vista.</p>



<p>Daniel Gilbert, autor do livro “Felicidade por Acaso”, analisa como equilibrar as expectativas do futuro para alcançar uma vida feliz no presente. Ele é professor de psicologia na Universidade de Harvard e diretor do Laboratório de Emoção e Cognição Social nos Estados Unidos.</p>



<p>Segundo Gilbert, o ser humano é o único animal que pensa no futuro. Pesquisadores contaram os itens que flutuam no fluxo de consciência de uma pessoa média e constataram que 12% dos nossos pensamentos diários giram em torno do porvir. &nbsp;Mas, a felicidade é uma experiência subjetiva difícil de descrever para nós mesmos e para os outros. Não podemos nos certificar de que duas pessoas que afirmam ser felizes têm a mesma experiência, ou que nossa experiência vigente de felicidade é realmente diferente da nossa experiência anterior de felicidade, ou que sequer estamos tendo uma experiência de felicidade.</p>



<p>O ser humano tem dificuldade de estabelecer o que realmente o fará feliz no futuro. Isto ocorre, segundo o Dr. Gilbert, por uma série de vieses.</p>



<p>Em primeiro lugar, pesquisas sugerem que, quando as pessoas fazem previsões sobre suas reações a eventos futuros, tendem a negligenciar o fato de que seu cérebro executa o truque o preenchimento como parte integral do ato da imaginação. O exemplo fornecido pelo autor é: se eu pedir para você imaginar um prato de espaguete, provavelmente, você imaginará o molho que o envolve, o local em que irá comê-lo, com quem estará desfrutando essa experiência, talvez o vinho que o acompanha e assim por diante, de forma que se amanhã, realmente tiver espaguete no jantar, você poderá se decepcionar caso não tenha todos os atributos imaginados. Ou seja, quando a imaginação pinta um quadro do futuro, muitos detalhes ficam necessariamente faltando, e ela resolve esse problema de ausência preenchendo as lacunas com detalhes que toma emprestados do presente.</p>



<p>Além do truque do preenchimento, nossa mente tende também a fazer o truque de deixar coisas de fora, ou seja, deixa de levar em consideração certas variáveis da realidade, e isto pode levar a um resultado totalmente diferente do “sonhado” para o futuro. E fazemos isso tão bem que não temos consciência do que está acontecendo. Assim, tendemos a aceitar os sonhos para o futuro de forma acrítica e esperar que eles aconteçam com os detalhes – apenas aqueles que – nosso cérebro imaginou.</p>



<p>Em terceiro lugar, temos a tendência a supor que o que sentimos ao imaginar o futuro é o que sentiremos quando chegarmos lá, mas na verdade, o que sentimos ao imaginar o futuro é quase sempre uma resposta ao que está acontecendo no presente, o que não garante a felicidade quando chegarmos mais adiante. O presenteísmo ocorre porque deixamos de reconhecer que nossos “eus” futuros irão se modificar e não necessariamente enxergarão o mundo da maneira que o enxergamos agora.</p>



<p>Se estamos sujeitos a erros quando tentamos imaginar o futuro, então como deveríamos decidir o que fazer? Nossa capacidade de imaginar nossas emoções futuras é falha, mas poderíamos nos valer das experiências de outros para colocarmos as perspectivas na rota certa. Esse é o motivo pelo qual comecei este artigo com um breve apanhado de filósofos de várias épocas analisando a felicidade. Além disso, existem as experiências vividas: cada um de nós está rodeado de gente com muitas vivências que podem nos relatar suas próprias experiências e, ao fazê-lo, nos mostrar quais futuros mais valem a pena desejar. O que ocorre, porém, é que não o fazemos, simplesmente porque nos consideramos diferentes de todos os demais e porque não confiamos que a experiência do outro servirá de base para nosso futuro. Pensamos em nós mesmos como entidades únicas – mentes incomparáveis, diferentes de quaisquer outras – e, portanto, volta e meia rejeitamos lições que a experiência emocional dos outros tem a nos ensinar. estatísticas mostram que não somos tão diferentes assim.</p>



<p>A preocupação da humanidade com a felicidade remonta de muito tempo e, uma vez que dependemos menos de fatos fortuitos do ambiente, ela vem se acentuando. Gilbert cita que, em 1738, um polímata holandês chamado Daniel Bernoulli sugeriu que a sabedoria de qualquer decisão pode ser calculada multiplicando-se a probabilidade de que a decisão nos dará o que queremos pela utilidade de conseguir o que queremos, sendo esta a sensação de bem-estar ou prazer que conseguiríamos.  A primeira parte da descrição de Bernoulli é relativamente simples de obter: qual a probabilidade de eu ser promovido neste emprego; qual a probabilidade de eu me casar com meu atual namorado? e assim por diante. O problema é que não temos meios de avaliar facilmente como nos sentiremos quando conseguirmos o que queremos. Sem uma fórmula para prever a utilidade, tendemos a fazer o que apenas nossa espécie faz: imaginar. Nosso cérebro é dotado de uma estrutura singular graças à qual temos a possibilidade de nos transportar mentalmente para circunstâncias futuras e, em seguida, perguntarmos a nós mesmos qual é a sensação de estar lá. Porém, como comentado anteriormente, essa capacidade de imaginarmos circunstâncias futuras não é perfeita: nós as preenchemos com detalhes que de fato não acontecerão e deixamos de fora detalhes que acontecerão, além disso, achamos impossível ignorar o que estamos sentindo agora e impossível reconhecer como pensaremos nas coisas que acontecem depois. Não existe uma fórmula simples para a felicidade. Mas, se nosso cérebro não nos permite avançar com passo firme rumo ao futuro, pelo menos nos permite entender o que nos faz tropeçar.</p>



<p>Ao estudar as ideias dos grandes filósofos, fica claro que querer obter o máximo de prazer a qualquer preço não é um caminho para a felicidade. Esta também tem componentes éticos e necessidade de ampliar a visão para considerar a sociedade como um todo. O importante é pensarmos a respeito e determinarmos um ponto de chegada que nos permita sermos felizes também no caminho que nos levará até ele.</p>



<p>Quer desenvolver seu autoconhecimento para poder estabelecer metas visando atingir a felicidade?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 19:34:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é preciso para você ser feliz? Todos procuramos a felicidade na vida. Mas, por incrível que pareça, muitas vezes é difícil defini-la e, portanto, estabelecer as ações para atingi-la. Nesse momento de início de um novo ano, seria importante ter claros alguns objetivos que gostaríamos de atingir pois, podem crer, a vida é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">O que é preciso para você ser feliz?</h1>



<p></p>



<p>Todos procuramos a felicidade na vida. Mas, por incrível que pareça, muitas vezes é difícil defini-la e, portanto, estabelecer as ações para atingi-la. Nesse momento de início de um novo ano, seria importante ter claros alguns objetivos que gostaríamos de atingir pois, podem crer, a vida é como um projeto, deve ser planejada e acompanhada, tudo isso sem eliminar as imprevisibilidades que por certo irão acontecer para o bem e para o mal.</p>



<p>Para chegarmos mais perto dessa tal felicidade devemos pensar nas metas de evolução pessoal divididas em desenvolvimento físico, mental e espiritual. O <em>insight</em> para essa discussão ocorreu-me lendo o livro “Você Aguenta ser Feliz?” de Arthur Guerra e Nizan Guanaes, o qual recomendo. Guerra é psiquiatra, doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e livre-docente pelo Departamento de Psiquiatria da FMUSP; foi presidente do Internacional <em>Councilk on Alcohol and Addictions</em> (ICAA) de 2014 a 2017; coordena o GREA, Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria da FMUSP, e o Programa de Redenção da Prefeitura Municipal de São Paulo.  Guanaes é CEO da <em>N Ideias</em> e estrategista de comunicação de algumas das principais marcas do Brasil; considerado um dos cinco brasileiros mais influentes do mundo pelo <em>Financial Times</em>, é embaixador Global da UNESCO; nos anos 1990, revolucionou a propaganda brasileira com a agência <em>DM9</em> e nos anos 2000, com a <em>Africa</em>, redesenhou o modelo de agência de publicidade; construiu a primeira grande holding de propaganda e marketing do país, colocando o Grupo ABC entre os 20 maiores do mundo. Ambos os autores são maratonistas e triatletas.</p>



<p>Precisamos no mundo atual, mais do que nunca, focarmos em nossa mente. Tantas mudanças, agilidade e cobranças são características de um momento histórico em que temos os maiores ofensores para a saúde mental do indivíduo comum em sua vida cotidiana. As mesmo tempo, há uma grande oferta de medicamentos, drogas em geral, visando esse mercado, o que deveria ajudar, mas que na prática pode piorar tremendamente a situação. Segundo Arthur Guerra, não existe saúde sem saúde mental. Hoje ela está muito mais ligada a bem-estar e qualidade de vida e não somente à ausência de transtornos mentais, como era considerado antigamente. Tem a ver com encontrar uma espécie de equilíbrio interno que nos permita desenvolver habilidades e interesses, lidar com pensamentos e emoções, regulando-os diante das situações e adversidades. Também tem a ver com construir relacionamentos sólidos, participar de maneira ativa da sociedade, ter propósito e bons hábitos de vida. Em outras palavras, significa munir-se de ferramentas próprias para cuidar de si mesmo e da convivência com seu entorno – amigos, família, colegas de trabalho, comunidade – sem causar prejuízo a ninguém. Questões ligadas ao corpo afetam a mente e as emoções. Da mesma forma, transtornos da mente, como ansiedade, depressão e compulsões, além dos casos de abuso de álcool e drogas, causam prejuízo ao corpo. A ideia de que é possível cuidar do bem-estar físico em separado da mente é artificial, não se sustenta na prática.</p>



<p>Quando alguém se dá conta de não levar a vida que gostaria deve, em primeiro lugar, começar a praticar algum tipo de exercício físico. Não existe mente sã em corpo não são. Somos animais racionais e descendentes de homens das cavernas cujos sobreviventes eram os mais qualificados fisicamente, pois eram caçadores, nômades, tinham que correr e fugir de predadores, de tal forma que o físico deveria corresponder a esses desafios. Hoje não precisamos mais fazer nada disso, pelo menos em situações de normalidade, mas a genética nos foi herdada e a atividade física nos ajuda não só a manter a forma como aprender a atingir objetivos e possuir uma qualidade de vida melhor por mais tempo. Sei que muitas pessoas não conseguem encaixar essas ações no seu dia a dia, mas aqui vale relembrar o nome do livro, razão pela qual ele foi assim batizado: Você aguenta ser feliz? Porque para isso é necessário agregar o cuidado físico na sua vida. Estabelecer uma rotina ajuda muito a incorporar hábitos no dia a dia. Definir e seguir horários regulares para as atividades é uma forma de nos educarmos para repetir novas ações até se tornarem naturais. Hábitos são comportamentos construídos ao longo da vida; são ações que, de tanto serem reproduzidas, o cérebro passa a realizar de modo automático, sem esforço. Isso vale para os hábitos bons e os ruins. Segundo Nizan Guanaes, rotina não é prisão, é liberdade. Uma vez que você estabelece uma rotina de ações para atingir sua felicidade, pode deixar a mente livre para incentivar sua criatividade e incorporar também novidades em sua vida.</p>



<p>Outra forma de desenvolver saúde mental é incluir atividades que goste de fazer, que deem prazer. Pode ser um <em>hobby</em>, um curso, um trabalho voluntário, um projeto pessoal – cada um deve escolher de acordo com a própria realidade e seus interesses. O objetivo é manter a mente e o corpo ocupados e, ao mesmo tempo, tornar a rotina mais leve e agradável.</p>



<p>Tudo que você faz pensando em promover mais bem-estar e qualidade de vida para si mesmo é autocuidado. Isso engloba a saúde física e mental, mas também a atenção que damos às relações e à nossa aparência, como tratamos a vida financeira, a vida profissional e todos os demais aspectos que influenciam nossa felicidade. Preocupar-se em fazer bem a si mesmo em primeiro lugar não é uma atitude egoísta, pois quando estamos satisfeitos conosco aumentamos nossa capacidade de ajudar os outros a ficar bem também.</p>



<p>O sono é um sinal de alerta da saúde mental, quanto menos se dorme, ou se dorme por influência de medicamentos, mais danos causamos ao nosso bem-estar. Para quem tem esse tipo de problema, recomendo mais fortemente ainda a leitura do livro. Existe no mundo de hoje um mito sobre o uso do álcool e substâncias para relaxar que só prejudicam a saúde. Não se trata pregar abstinência total, mas com o cuidado para não depender de substâncias externas pensando que elas nos fariam mais felizes; <strong>não fazem</strong>.  Além disso, dedicar-se a algum esporte requer também um cuidado com a alimentação.  As quantidades e qualidades de alimentos processados ingeridos atualmente é alarmante e não vão fazer-nos mais felizes a médio e longo prazos. As emoções influenciam nossa alimentação e vice-versa.</p>



<p>Como num projeto, também na vida tudo é uma questão de priorização. Temos que fazer escolhas o tempo todo e aprender a dizer não a muitas coisas boas em nome de um bem maior. Aliado a tudo isso, temos que cultivar bons relacionamentos e desenvolver nossa saúde espiritual. Aprofundar nosso autoconhecimento através de cursos, meditação, procura de um propósito de vida.</p>



<p>Somos seres únicos e somente a conjunção da qualidade física, saúde mental e desenvolvimento espiritual, cada um com seus aspectos peculiares e escolhas individuais, nos farão sermos mais felizes na vida.</p>



<p>Quer desenvolver seu autoconhecimento e estabelecer objetivos para “aguentar” ser feliz?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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