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	<title>home office &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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		<title>O que aprendemos com a pandemia? O que vai persistir depois?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 20:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estamos vivendo tempos jamais imaginados por nossa geração. A ocorrência de uma pandemia singular nos obrigou a um recolhimento senão compulsório talvez moralmente necessário, reconhecendo aqui que muitas pessoas não podem fazê-lo por seu tipo de trabalho essencial ou simplesmente por não possuírem condições materiais. Trata-se de uma crise sanitária com altos impactos econômicos a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos vivendo tempos jamais imaginados
por nossa geração. A ocorrência de uma pandemia singular nos obrigou a um
recolhimento senão compulsório talvez moralmente necessário, reconhecendo aqui
que muitas pessoas não podem fazê-lo por seu tipo de trabalho essencial ou
simplesmente por não possuírem condições materiais. Trata-se de uma crise
sanitária com altos impactos econômicos a qual afeta nossas atividades, emoções
e relacionamentos.</p>



<p>O momento é de ansiedade, medo, angústia, além de grande tristeza pelas vítimas, algumas muito próximas. Mas, em meio a tanta perplexidade, devemos também achar maneiras de sobreviver, de aprender as lições, que serão muitas no âmbito científico, econômico, social, político e tantos outros.  Vale aproveitar essa experiência peculiar e avaliar o que podemos tirar em proveito próprio seja no enfoque pessoal, profissional ou organizacional.</p>



<p>É fácil falar em desenvolver
competências em momentos de calmaria. A história já nos provou, no entanto, desde
o início dos tempos, serem os maiores saltos de desenvolvimento material e
humano originários das crises. </p>



<p>Num âmbito pessoal, aqueles que
souberem agir com inteligência emocional obterão maior benefício. São altas as
pressões dos acontecimentos, por isso a importância de saber gerenciar as
próprias emoções e ter a capacidade de compreender os sentimentos e atitudes de
outras pessoas. Conseguir dar um tempo entre o impulso e a ação nos beneficia enquanto
podemos avaliar melhor o grande quadro e considerar outras visões e
possibilidades para agir de forma mais racional. Nesse contexto serve o autoconhecimento,
a sensibilidade social, a utilização da empatia e a capacidade de comunicação
efetiva.</p>



<p>Períodos assim colocam à prova nossa
habilidade de resolução de problemas: com situações e insumos muito diversos
dos habituais, temos que apresentar novas soluções e chegar a um resultado efetivo.
Isto exige flexibilidade para adaptação às mudanças repentinas e aprendizado
ativo visando enxergarmos e tirarmos proveito do novo panorama.</p>



<p>As empresas mais criativas e inovadoras tomaram as rédeas  e estão fazendo coisas impensáveis anteriormente, num curto espaço de tempo. Luiza Trajano, do Magazine Luiza, relata que sua empresa implementou uma facilidade de adesão de autônomos ao seu <em>marketplace</em> em 8 dias, o que normalmente levaria 8 meses! Muitas organizações promovem evoluções digitais imediatas que antes estavam apenas em estudo: é a necessidade que bate a suas portas. Entender que a cultura digital é experimentação faz parte da questão. Que momento melhor para tentar novas soluções dado não havermos respostas prontas ou semelhantes para utilizar?</p>



<p>Uma das experiências que
provavelmente sobreviverão ao pós pandemia, pelo menos em algum grau, será o <em>home
office</em>, tão propagado nesses tempos. Tanto empregadores como empregados terão
que se acostumar a esse novo normal, pelo menos para parte da equipe. Realizar
suas tarefas em casa exige do profissional uma disciplina e uma organização não
tão óbvias num primeiro momento. Você precisa ter uma agenda, horários, enfim,
planejamento do tempo; precisa “se vestir”, física e mentalmente para executar
suas atividades. Por outro lado, requer dos gestores uma maior delegação e confiança
em sua equipe. Trata-se de obter o resultado e não de controlar pessoas. Para
lideranças e equipe é um momento ímpar de implementação da autonomia, da liberdade
para executar tarefas da melhor forma possível, de ter responsabilidade pelo
que faz. Naturalmente, esse é um processo de enriquecimento do trabalho e de
motivação mais profunda do que a simples localização física: trata-se de uma
filosofia de trabalho, por isso envolve mudança cultural dos envolvidos.</p>



<p>Vivemos também circunstâncias propícias
para amadurecimento das lideranças: &nbsp;ter
humildade de reconhecer não possuir todas as respostas, pois a crise é incerta
para todos; agir com rapidez no apoio às pessoas, no que se refere à saúde,
equilíbrio emocional e tarefas; empregar comunicação clara e transparente com
colaboradores, clientes e fornecedores, gerando um clima de confiança.</p>



<p>Seja no nível pessoal ou
profissional, vale uma última lição: estar em isolamento, não significa estar
desconectado das pessoas. A preocupação com o outro, a empatia, a necessidade
de relacionamento talvez seja a maior lição que levaremos de nossa vivência na
pandemia. </p>



<p>Como escreveu Cora Coralina:</p>



<p>“Não sei…<br> se a vida é curta ou longa demais para nós.<br> Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,<br> se não tocarmos o coração das pessoas.”</p>



<p>Não será fácil, mas vai passar.</p>



<p>Quer promover seu crescimento com
essa experiência?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp:
(11) 99851-1275</p>



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