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	<title>inteligência emocional &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>inteligência emocional &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Qual a principal característica dos melhores líderes?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 14:12:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se fala em quais competências caracterizam o bom líder. Não existe uma fórmula para isso, pois na prática encontramos líderes de sucesso com estilos pessoais variados. Mais do que isso, situações diferentes exigem tipos diferentes de liderança, há momentos em que uma autoridade mais severa é necessária, enquanto em outros o que se precisa...]]></description>
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<p>Muito se fala em quais competências caracterizam o bom líder. Não existe uma fórmula para isso, pois na prática encontramos líderes de sucesso com estilos pessoais variados. Mais do que isso, situações diferentes exigem tipos diferentes de liderança, há momentos em que uma autoridade mais severa é necessária, enquanto em outros o que se precisa é um perfil mais conciliador. Por exemplo: num processo de fusão, um negociador sensível deverá agregar mais valor na condução do negócio; uma empresa que passa por mudanças radicais pode precisar de uma autoridade mais enérgica.</p>



<p>Segundo Daniel Goleman, psicólogo norte-americano, professor, PhD pela Universidade de Harvard, existe, porém, um ponto em comum entre os líderes mais eficazes: a inteligência emocional, ou seja, eles possuem um alto QE (quociente de inteligência emocional). Não é que o QI (quociente de inteligência) e as competências técnicas (hard skills) sejam irrelevantes; eles possuem valor, mas como “qualidades iniciais”, pré-requisitos no início da carreira do executivo. Em suas pesquisas, o autor constatou que a inteligência emocional, porém, é condição imprescindível para uma boa liderança. Mesmo com a melhor formação acadêmica, uma mente analítica, alta criatividade gerando ideias brilhantes, se não houver inteligência emocional, não teremos um grande líder, pois liderar implica necessariamente em saber lidar com gente.</p>



<p>O que é essa tão citada competência e como identificá-la nos outros e em nós mesmos? Já indico de antemão o livro “Inteligência Emocional” do referido autor, que é o <em>best-seller</em> mais famoso sobre o assunto.</p>



<p>Em seus estudos, Goleman analisou modelos de competência de 188 empresas visando identificar aqueles determinantes a um excelente desempenho profissional. Para isso, agrupou as capacidades em 3 categorias: habilidades estritamente técnicas (como contabilidade e planejamento de negócios), habilidades cognitivas (como raciocínio analítico) e competências que revelam inteligência emocional (como capacidade de trabalhar em equipe e eficácia em liderar mudanças). O resultado foi que o intelecto era o motor do desempenho de alto nível e as habilidades cognitivas, como percepção do quadro geral e visão de longo prazo também eram fundamentais. No entanto, a inteligência emocional provou ser duas vezes mais importante em todos os níveis hierárquicos e teve sua influência aumentada quanto mais alto nível era o cargo.</p>



<p>Sabemos que, durante anos, especialistas discutiram se líderes bons já nascem feitos ou podem ser treinados para isso. Segundo Goleman, pesquisas científicas sugerem haver um componente genético na inteligência emocional, enquanto estudos desenvolvimentistas e psicológicos indicam a criação com um papel importante. Não é possível quantificar a contribuição de cada um, mas a pesquisa e a prática provam que a inteligência emocional pode ser aprendida. Não é um processo simples, exigindo esforço e dedicação, pois envolve abandonar antigos hábitos e adquirir novos. &nbsp;Para o desenvolvimento da inteligência emocional é necessário focarmos em cada um de seus componentes, que são: <strong>autoconhecimento, autocontrole, motivação, empatia e destreza social</strong>.</p>



<p>O <strong>autoconhecimento</strong> é a habilidade de reconhecer e entender seu próprio estado de espírito, suas emoções e iniciativas e o impacto que esses fatores causam nos outros. Caracterizam esse elemento: autoconfiança, auto visão realista, auto senso de humor, ou seja, rir de si próprio (é isso mesmo, uma das características do autoconhecimento é ter senso de humor autodepreciativo). Profissionais com autoconhecimento elevado têm consciência de seus pontos fortes e suas limitações (não se constrangendo com elas) e valorizam críticas construtivas. Já as pessoas com baixo autoconhecimento interpretam a mensagem de que precisam melhorar como ameaça ou sinal de fracasso.</p>



<p>O <strong>autocontrole</strong> é a capacidade de regular ou redirecionar impulsos e estados de ânimo problemáticos. Trata-se da propensão a evitar julgamentos precipitados, pensando antes de agir. Suas características principais são: confiabilidade e integridade, tranquilidade diante da ambiguidade, abertura para mudanças. Nossas emoções são estimuladas por impulsos biológicos e, assim sendo, não podemos ignorá-las, mas podemos administrá-las. &nbsp;A pessoa que pratica essa reflexão interior está sujeita a sentir mau humor e ter impulsos emotivos como qualquer outra, mas encontra formas de se controlar e até canalizar os sentimentos de forma mais proveitosa.</p>



<p>A <strong>motivação</strong> é a disposição para perseguir metas com energia e empenho. Reflete-se na paixão pelo trabalho originada por algo que transcende salário e status. São suas características: ímpeto para a realização, otimismo mesmo diante do fracasso, comprometimento organizacional. O líder que possui essa faceta procura desafios criativos, adora aprender e se orgulha de um trabalho bem-feito. Além disso, sabe formar equipes engajadas, pois transmite sua inspiração aos demais.</p>



<p>A <strong>empatia</strong> é a capacidade de entender a estrutura emocional de outras pessoas e a habilidade de tratar os outros de acordo com suas reações emocionais. Suas principais características são: ter <em>expertise</em> em formar e reter talentos, sensibilidade para diferenças culturais, dedicação aos clientes. Ter empatia não significa ser sentimentalista nem tentar agradar a todos. Em um líder, significa estar atendo aos sentimentos e pontos de vista dos funcionários no processo de tomada de decisões.</p>



<p>A <strong>destreza social</strong> é a habilidade de administrar relações e construir redes de relacionamento. Demonstra-se pela capacidade de encontrar um denominador comum num vínculo e estabelecer uma relação de confiança. São suas características marcantes: a eficácia em liderar mudanças, o poder de persuasão e a <em>expertise</em> em formar e liderar equipes.</p>



<p>Liderança é a capacidade de motivar, influenciar, inspirar e comandar um grupo de pessoas a fim de atingir objetivos. Como liderar envolve pessoas, é natural que a habilidade em saber lidar com elas seja fundamental. Desta forma, ter inteligência emocional neste contexto auxilia no desempenho da equipe, tornando-a mais eficaz.</p>



<p>Quer desenvolver suas habilidades de liderança através da inteligência emocional?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Suas emoções: Você comanda ou é comandado por elas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 19:05:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[O que define o sucesso profissional de alguém? Muitos acreditam ser o coeficiente de inteligência (QI), ou seja, a aptidão intelectual de cada um. O QI é medido por um teste de habilidades matemáticas, lógicas e espaciais, o qual avalia nossa capacidade cognitiva e é fomentado pelo que aprendemos na educação tradicional. Nossas capacidades técnicas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que define o sucesso
profissional de alguém? </p>



<p>Muitos acreditam ser o coeficiente de inteligência (QI), ou seja, a aptidão intelectual de cada um. O QI é medido por um teste de habilidades matemáticas, lógicas e espaciais, o qual avalia nossa capacidade cognitiva e é fomentado pelo que aprendemos na educação tradicional. Nossas capacidades técnicas são traduzidas neste tipo de inteligência, a racional. Ela contribui para realizarmos vários tipos de desafios, como: a entrada numa escola, numa empresa, o aprendizado de uma nova atividade, a resolução de problemas técnicos, entre outros.</p>



<p>Mas, será apenas esse fator o determinante para alguém ser considerado vencedor em sua carreira ou, até mesmo, na vida pessoal? </p>



<p>Estudos recentes mostram ser o QI responsável apenas por 20% das chances de sucesso de um indivíduo, sendo que nos demais 80% devemos considerar fatores como: classe social, condições de estudo e aprendizado, o acaso e a inteligência emocional. Características como autocontrole, zelo, persistência e a capacidade de automotivação são aspectos desse tipo de inteligência ou do coeficiente emocional (QE).</p>



<p>Esses dois coeficientes não são mutuamente exclusivos ou antagônicos, mas complementares. Portanto, podemos nos desenvolver nos dois aspectos: o racional e o emocional.</p>



<p>O conceito de inteligência emocional foi primeiramente explorado pelos
pesquisadores Peter Salovey e John Mayer, segundo os quais ela é a capacidade
de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e
raciocinar com ela, bem como saber regulá-la em si próprio e nos outros.</p>



<p>Biologicamente falando a emoção é o conjunto de reações ocorridas no nosso corpo a partir de um estímulo. A emoção é uma espécie de proteção ao indivíduo e a Neurociência explica ser ela fundamental à nossa sobrevivência. Não necessariamente temos culpa sobre o que desencadeia uma emoção, mas somos responsáveis em como ela agirá em nós e como reagiremos a ela.</p>



<p>Podemos resumir definindo a inteligência emocional como a competência para lidar com as emoções, ou seja: identificar, perceber e gerenciar nossos sentimentos. É o prolongamento entre o impulso e a ação.</p>



<p>O Fórum Econômico Mundial considera ser essa uma das habilidades indispensáveis ao profissional do futuro e a traduz como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ser sensível às necessidades e sentimentos dos outros; </li><li>Ser compreensivo e útil no trabalho;</li><li>Ser agradável com os outros e demonstrar uma atitude cooperativa e de bom humor;</li><li>Preferir trabalhar com os outros, em vez de sozinho, e estar pessoalmente conectado com os outros no trabalho;</li><li>Estar ciente das reações dos outros e entender por que eles reagem como reagem.</li></ul>



<p>Um dos maiores estudiosos no assunto, o psicólogo americano Daniel Goleman, considerado o pai da inteligência emocional, estabeleceu estar ela firmada em 5 pilares: autoconsciência, autorregulação, automotivação, empatia e habilidades sociais, aspectos esses a serem observados se quisermos desenvolver nosso QE:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Autoconsciência: entender seus sentimentos; conhecer as próprias emoções; conhecer-se a si mesmo. Saber como reage aos estímulos, ou seja, quais emoções afloram dado um acontecimento. As pessoas mais conscientes tendem a ser o piloto de suas vidas e administram melhor seu lado emocional. Quando somos incapazes de reconhecer nossos sentimentos, ficamos à mercê deles. As decisões tomadas e as ações executadas a partir de emoções inconscientes podem ser desastrosas e surpreendentes até mesmo ao próprio sujeito. </li><li>Autorregulação: conseguir lidar com as emoções. Saber se conter ou amenizar reações visando poder escolher a melhor resposta à determinada situação.  Como se estabilizar, se reequilibrar após uma ação adversa trazer ansiedade e tristeza? Trata-se de ter a frieza para parar e analisar todo o cenário. O objetivo final é o equilíbrio e não a supressão da emoção, ou seja, termos a emoção na dose certa e não algo que sequestre totalmente a razão.</li><li>Automotivação: motivar-se; extrair entusiasmo e prazer nas coisas que realizamos. Utilizar o foco, o controle e a criatividade para canalizar as emoções visando o alcance de um objetivo maior. Saber adiar satisfações e conter impulsividades a curto prazo são a chave para conseguirmos realizar nossos sonhos a longo prazo.</li><li>Empatia: reconhecer as emoções nos outros; reconhecer os motivos das ações e sentimentos dos outros. Não julgar, mas entender suas razões para, então, realmente avaliar suas necessidades.</li><li>Habilidades sociais: saber lidar com relacionamentos. Não basta reconhecer as emoções dos outros; é preciso saber lidar com elas; usar essa habilidade para definir sua reação ao outro. </li></ol>



<p>Em cenários de incerteza, cada vez mais apresentados no mundo moderno, a inteligência emocional adquire um papel essencial por permitir a avaliação e escolha de ações estratégicas a cada desafio, tornando-nos mais ponderados e sensatos.</p>



<p>Já dizia o pai da administração moderna, Peter Drucker: “As&nbsp;pessoas
são&nbsp;contratadas pelas&nbsp;suas habilidades técnicas,
mas&nbsp;são&nbsp;demitidas pelos seus comportamentos”. Podemos traduzir, levando
em conta nosso contexto: As pessoas são contratadas por seu QI, mas são
demitidas pelo seu QE.</p>



<p>As lideranças mais motivadoras são as possuidoras de uma inteligência emocional bem desenvolvida, pois sabem compreender e lidar melhor com seu pessoal.</p>



<p>Para finalizar, vale lembrar, como nos ensina Douglas Giglioti, estudioso e professor de Inteligência Emocional: “Uma vida perfeita, não é uma vida sem problemas, é uma vida na qual sabemos lidar com os problemas, administrando nossas emoções.” </p>



<p>Quer desenvolver sua inteligência
emocional? Marque uma conversa.</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11)
99851-1275</p>
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		<title>O que você está esperando para desenvolver sua liderança?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 18:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mundo tem exigido de nós cada vez mais habilidades para lidar com sua agilidade exponencial, complexidade e interconexão crescentes. Fala-se em capacidades técnicas, necessidade de inovação e adaptabilidade. Mas, há uma competência que sempre foi muito demandada e continua sendo neste novo contexto: a liderança. Mesmo com novas tecnologias e filosofias de trabalho, as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mundo tem exigido de nós cada
vez mais habilidades para lidar com sua agilidade exponencial, complexidade e
interconexão crescentes. Fala-se em capacidades técnicas, necessidade de inovação
e adaptabilidade. Mas, há uma competência que sempre foi muito demandada e
continua sendo neste novo contexto: a liderança.</p>



<p>Mesmo com novas tecnologias e filosofias
de trabalho, as pessoas são componentes fundamentais para a geração de valor às
empresas e quando se fala em equipe, fala-se de gente e, portanto, da
necessidade de liderança apropriada para realização das entregas necessárias. Trata-se
da disposição para dirigir, assumir o comando e oferecer orientação de forma a
obter a energia adequada ao trabalho a ser realizado. No final das contas, liderar
é a capacidade de conduzir um grupo de indivíduos, transformando-os em uma
equipe que gera resultados. Liderar é influenciar pessoas. &nbsp;</p>



<p>Existem vários tipos de liderança, inclusive as negativas que ocorrem quando o líder não acredita na equipe, quando não ajuda a construir competências, quando não delega, quando não aceita o erro não intencional. Por outro lado, a liderança positiva é inspiradora.</p>



<p>Muito se discute se o líder bom já nasce feito; exemplos como Martin Luther King, Barack Obama, Gandhi, Luiza Trajano ou Steve Jobs, parecem dizer &#8220;sim&#8221; à questão. Mas, será que qualquer ser humano não pode desenvolver novas habilidades quando realmente quer? A neurociência nos explica a necessidade de fazer coisas inéditas para estabelecer outras conexões cerebrais, para manter viva a nossa capacidade de aprender. Assim como outras competências, a liderança também pode ser aprendida desde que se trabalhe dois fatores fundamentais como pré-requisito a esse desenvolvimento: autoconhecimento e inteligência emocional.</p>



<p>Liderar é baseado em sabermos lidar
com pessoas: suas crenças, comportamentos, valores, defeitos e virtudes. Se não
entendemos a nós mesmos como poderemos compreender os outros? O
autoconhecimento ajuda no processo, explicando inclusive afinidades e
antipatias, julgamentos e avaliações. Quanto mais se conhecer, melhor líder um
indivíduo poderá ser, entendendo sua equipe e sendo mais imparcial.</p>



<p>A inteligência emocional é primordial
em todos os tipos de relacionamento humano, imagine numa relação com liderados!
Trata-se de compreender e
gerenciar as próprias emoções e aprender a lidar com as emoções e sentimentos
de outras pessoas. Controlar impulsos, ser empático e manter-se em bom estado
de espírito são algumas das características da inteligência emocional que
ajudam exercer liderança positiva.</p>



<p>Alguns temas devem ser focados para
quem deseja desenvolver liderança:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Saber lidar com a diversidade: As melhores equipes têm participantes diferentes (sexo, raça, gênero, idade, formação, classe social, conhecimento) que se complementam na solução dos problemas e construção das entregas.</li><li>Saber delegar: Controle no gerenciamento de indivíduos é conceito ultrapassado, a tônica hoje é dar autonomia, empoderar pessoas, desenvolver competências. As pessoas se motivam quando têm liberdade para executar tarefas da melhor forma possível. Além disso, o melhor líder é aquele que forma seu(s) substituto(s), sem medo de perder algo, se preparando ele mesmo para novos desafios.</li><li>Saber se comunicar e ter escuta ativa: Ter domínio da fala, escrita e expressão corporal, leitura e observação. Não basta saber se expressar, é preciso ser capaz de ouvir e interpretar o que os outros têm a dizer. Também é fundamental compartilhar informações.</li><li>Fomentar a colaboração: Incentivar a troca de informações na equipe, dar valor à ajuda, não alimentar a competição exacerbada, eliminar feudos, não ser uma ilha, construir pontes.</li><li>Transformar e mudar: o líder jamais pode ser avesso a mudanças, pois está no seu papel desafiar o estabelecido, identificar oportunidades, tornar os desafios significativos, assumir riscos e aprender com os erros.</li><li>Engajar pessoas: Definir objetivos claros, fornecer feedback constante, oferecer recompensas, dar reconhecimento.</li><li>Considerar o como e o porquê se entrega: Entender o propósito de cada um e alinhar com o propósito da organização. Ter um propósito para trabalhar muda a maneira como o trabalho é significado, colaboradores se sentem mais motivados e engajados em trabalhar em empresas que têm propósitos inspiradores. Líderes com propósito entusiasmam as equipes. Não trair seu propósito implica em ter coerência entre discurso e ação.</li></ul>



<p>Para finalizar, gostaria de comentar a falácia sobre “lideranças que consideram seres humanos não entregam resultados”. Em primeiro lugar, ser bom líder não necessariamente quer dizer “ser bonzinho”, há situações que requerem pulso forte, mas isto não implica em abrir mão do <strong>respeito</strong> a todos os envolvidos. Além disso, segundo pesquisa Green Peak e Universidade Cornell, 2019 publicada na revista “Você S.A” edição agosto/2019, os executivos capazes de construir boas relações <strong>com e entre times </strong>entregam melhores resultados financeiros.</p>



<p>O que você está esperando para
desenvolver sua liderança?</p>



<p>&nbsp;Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<item>
		<title>O que aprendemos com a pandemia? O que vai persistir depois?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 20:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estamos vivendo tempos jamais imaginados por nossa geração. A ocorrência de uma pandemia singular nos obrigou a um recolhimento senão compulsório talvez moralmente necessário, reconhecendo aqui que muitas pessoas não podem fazê-lo por seu tipo de trabalho essencial ou simplesmente por não possuírem condições materiais. Trata-se de uma crise sanitária com altos impactos econômicos a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos vivendo tempos jamais imaginados
por nossa geração. A ocorrência de uma pandemia singular nos obrigou a um
recolhimento senão compulsório talvez moralmente necessário, reconhecendo aqui
que muitas pessoas não podem fazê-lo por seu tipo de trabalho essencial ou
simplesmente por não possuírem condições materiais. Trata-se de uma crise
sanitária com altos impactos econômicos a qual afeta nossas atividades, emoções
e relacionamentos.</p>



<p>O momento é de ansiedade, medo, angústia, além de grande tristeza pelas vítimas, algumas muito próximas. Mas, em meio a tanta perplexidade, devemos também achar maneiras de sobreviver, de aprender as lições, que serão muitas no âmbito científico, econômico, social, político e tantos outros.  Vale aproveitar essa experiência peculiar e avaliar o que podemos tirar em proveito próprio seja no enfoque pessoal, profissional ou organizacional.</p>



<p>É fácil falar em desenvolver
competências em momentos de calmaria. A história já nos provou, no entanto, desde
o início dos tempos, serem os maiores saltos de desenvolvimento material e
humano originários das crises. </p>



<p>Num âmbito pessoal, aqueles que
souberem agir com inteligência emocional obterão maior benefício. São altas as
pressões dos acontecimentos, por isso a importância de saber gerenciar as
próprias emoções e ter a capacidade de compreender os sentimentos e atitudes de
outras pessoas. Conseguir dar um tempo entre o impulso e a ação nos beneficia enquanto
podemos avaliar melhor o grande quadro e considerar outras visões e
possibilidades para agir de forma mais racional. Nesse contexto serve o autoconhecimento,
a sensibilidade social, a utilização da empatia e a capacidade de comunicação
efetiva.</p>



<p>Períodos assim colocam à prova nossa
habilidade de resolução de problemas: com situações e insumos muito diversos
dos habituais, temos que apresentar novas soluções e chegar a um resultado efetivo.
Isto exige flexibilidade para adaptação às mudanças repentinas e aprendizado
ativo visando enxergarmos e tirarmos proveito do novo panorama.</p>



<p>As empresas mais criativas e inovadoras tomaram as rédeas  e estão fazendo coisas impensáveis anteriormente, num curto espaço de tempo. Luiza Trajano, do Magazine Luiza, relata que sua empresa implementou uma facilidade de adesão de autônomos ao seu <em>marketplace</em> em 8 dias, o que normalmente levaria 8 meses! Muitas organizações promovem evoluções digitais imediatas que antes estavam apenas em estudo: é a necessidade que bate a suas portas. Entender que a cultura digital é experimentação faz parte da questão. Que momento melhor para tentar novas soluções dado não havermos respostas prontas ou semelhantes para utilizar?</p>



<p>Uma das experiências que
provavelmente sobreviverão ao pós pandemia, pelo menos em algum grau, será o <em>home
office</em>, tão propagado nesses tempos. Tanto empregadores como empregados terão
que se acostumar a esse novo normal, pelo menos para parte da equipe. Realizar
suas tarefas em casa exige do profissional uma disciplina e uma organização não
tão óbvias num primeiro momento. Você precisa ter uma agenda, horários, enfim,
planejamento do tempo; precisa “se vestir”, física e mentalmente para executar
suas atividades. Por outro lado, requer dos gestores uma maior delegação e confiança
em sua equipe. Trata-se de obter o resultado e não de controlar pessoas. Para
lideranças e equipe é um momento ímpar de implementação da autonomia, da liberdade
para executar tarefas da melhor forma possível, de ter responsabilidade pelo
que faz. Naturalmente, esse é um processo de enriquecimento do trabalho e de
motivação mais profunda do que a simples localização física: trata-se de uma
filosofia de trabalho, por isso envolve mudança cultural dos envolvidos.</p>



<p>Vivemos também circunstâncias propícias
para amadurecimento das lideranças: &nbsp;ter
humildade de reconhecer não possuir todas as respostas, pois a crise é incerta
para todos; agir com rapidez no apoio às pessoas, no que se refere à saúde,
equilíbrio emocional e tarefas; empregar comunicação clara e transparente com
colaboradores, clientes e fornecedores, gerando um clima de confiança.</p>



<p>Seja no nível pessoal ou
profissional, vale uma última lição: estar em isolamento, não significa estar
desconectado das pessoas. A preocupação com o outro, a empatia, a necessidade
de relacionamento talvez seja a maior lição que levaremos de nossa vivência na
pandemia. </p>



<p>Como escreveu Cora Coralina:</p>



<p>“Não sei…<br> se a vida é curta ou longa demais para nós.<br> Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,<br> se não tocarmos o coração das pessoas.”</p>



<p>Não será fácil, mas vai passar.</p>



<p>Quer promover seu crescimento com
essa experiência?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp:
(11) 99851-1275</p>



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		<item>
		<title>O que é empatia para você? Ela é uma competência importante nos nossos dias?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2020/03/31/o-que-e-empatia-para-voce-ela-e-uma-competencia-importante-nos-nossos-dias/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 20:35:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento interpessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nestes tempos de pandemia ouvimos falar muito de empatia, sendo esta apresentada como uma das armas para vencermos o vírus. Mas, o que seria de fato empatia, qual sua importância e como fazer para desenvolvê-la? Você já se emocionou ao assistir um filme e ver o sofrimento de alguém? Já sentiu alegria quando o personagem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nestes tempos de pandemia ouvimos
falar muito de empatia, sendo esta apresentada como uma das armas para
vencermos o vírus. Mas, o que seria de fato empatia, qual sua importância e
como fazer para desenvolvê-la?</p>



<p>Você já se emocionou ao assistir um filme e ver o sofrimento de alguém? Já sentiu alegria quando o personagem ficou feliz no final? Quantas vezes não nos comovemos com cenas do cinema! Estamos nos colocando no lugar daquela pessoa e sentindo o que ela está sentindo: isto é empatia. Mas, não basta ter essa habilidade no contato com a ficção, é preciso utilizá-la na realidade.</p>



<p>Tudo começa porque somos seres
humanos, ou seja, seres sociais que precisam uns dos outros para viver. Nós
crescemos como indivíduos por meio da conexão, sendo a empatia importante na
vida a dois, familiar, profissional e social em geral, ao criar e a fortalecer os
relacionamentos.</p>



<p>A palavra vem do grego, <em>empátheia</em>, significando “entrar no
sentimento” e foi um termo utilizado inicialmente por teóricos da estética para
designar a capacidade de perceber na arte a experiência subjetiva de outra
pessoa.</p>



<p>Pela definição do próprio
dicionário, empatia é a ação de se colocar no lugar do outro, buscando agir ou
pensar da forma como ele pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias. É a aptidão
para se identificar com alguém, sentindo seus sentimentos, desejando o que ele
deseja, aprendendo da maneira como ele aprende. Psicologicamente falando é a identificação
de um sujeito com outrem; quando alguém, através de suas próprias especulações
ou sensações, se coloca no lugar de outra pessoa, tentando entendê-la.</p>



<p>Trata-se, segundo Daniel Goleman, uma das ferramentas da inteligência emocional, competência apontada por vários estudiosos e pelo Fórum Econômico Mundial como fundamental ao trabalho no presente e no futuro. Ser uma pessoa empática possui estreita relação com entender nossos próprios sentimentos e ter uma compreensão mais ampla do mundo que nos rodeia. </p>



<p>A empatia tem íntima vinculação com o envolvimento humano na medida em que preconiza ser a dor do outro nossa também. Estudos constataram ser ela o que falta aos molestadores e sociopatas, pois não conseguem sentir as emoções das vítimas do mal praticado, o que não lhes permite se arrepender de seus atos.</p>



<p>No ambiente profissional é competência primordial: as pessoas   com habilidades empáticas se dão melhor em trabalhos em equipe. Além disso, é um dos fatores de sucesso para as lideranças: ajuda a inferir o estado emocional, os pensamentos e as prováveis atitudes dos demais, o que torna mais fácil desenvolver relações saudáveis e tomar decisões benéficas a si mesmo, à equipe e à empresa como um todo.</p>



<p>Pessoas mais empáticas tendem a ser mais altruístas e ajudar os outros quando percebem sua necessidade. Pacientes julgam ser mais bem atendidos quando são tratados por profissionais de saúde mais empáticos, por exemplo. Deve-se, no entanto, saber que para algumas pessoas, o excesso de empatia pode ser um fator negativo quando as impede de “desligar” do problema do outro para poder viver sua vida e realizar suas atividades. Certa dose de blindagem nesses casos deve ser utilizada.</p>



<p>A empatia é um sentimento explicado neurologicamente: há no nosso cérebro uma região denominada espelho, ativada quando nos sensibilizamos com algo que ocorre a outrem. A atividade desta região se parece muito com aquela gerada caso estivéssemos passando nós mesmos por aquela experiência. Os bebês já mostram empatia quando reagem ao choro de outra criança como se a causa fosse consigo, querendo levar-lhe consolo. </p>



<p>Tudo isso confirma sermos seres empáticos por natureza, mas na era do individualismo (por que não dizer do narcisismo), esta competência rareou-se. Você já percebeu como as pessoas são radicais e muito pouco empáticas nas discussões em redes sociais? Hoje, a maior parte das interações ocorre de forma impessoal, dificultando o relacionamento humano e a consequente concretização da empatia, tornando-a uma habilidade ao mesmo tempo escassa e preciosa nos âmbitos pessoal e profissional. </p>



<p>A neurociência ensina, ainda, que
a empatia pode ser aprendida e desenvolvida porque nosso cérebro tem a característica
de se adaptar às novidades quando estimulado. Para quem deseja evoluir nesse
quesito, existem algumas técnicas. </p>



<p>Uma das opções é ler livros de ficção ou assistir filmes, por nos colocar no lugar dos personagens e, através da troca de papéis, permitir vivenciarmos novas experiências fora de nossa realidade, fornecendo-nos outros pontos de vista. O exercício da interpretação é outra forma de se abrir para o universo do outro, podendo ocorrer através do teatro ou de dinâmicas de grupo, que apresentam situações de vivência nas próprias empresas, como se colocar no lugar do cliente em dadas circunstâncias.</p>



<p>A prática diária de empatia com colegas, subordinados, superiores, parceiros e clientes permitirá seu maior desenvolvimento ao se avaliar o impacto de cada decisão ou ação nos diferentes públicos com os quais nos relacionamos. Para isso, é pré-requisito deixar de lado o julgamento, visando verdadeiramente entender os motivos do outro através de sua perspectiva de vida oriunda de seus valores e experiências pessoais. Respeitar e entender a diversidade são formas de empatia.</p>



<p>Duvide de suas certezas, permita-se avaliar posicionamentos diferentes, se abrir a novos argumentos. A pessoa que se julga estar sempre certa é aquela menos empática de todas. Saber que não existe certo ou errado, mas pontos de vista diversos ajudam a entender o comportamento do outro, isto não quer dizer necessariamente que devamos concordar com eles, mas sim compreendê-los. Por vislumbrar um leque de opiniões e atitudes, a empatia também ajuda na criatividade.</p>



<p>As emoções das pessoas raramente são expressas em palavras. A chave para que possamos entender os sentimentos dos outros está em nossa capacidade de interpretar canais não verbais: o tom da voz, gestos, expressão facial e outros sinais. O maior ferramental para o aprofundamento da empatia é a escuta ativa, a qual nos permite perceber não só o que o outro está dizendo, mas observar todo o contexto para compreender suas ações e emoções. Concentrar-se nas posições em comum e não focar nas divergentes pode ajudar neste processo.</p>



<p>Se os líderes mundiais tivessem
mais empatia e tomassem decisões considerando também este fator viveríamos em
um mundo melhor para a grande maioria das pessoas.</p>



<p>Aquela máxima “faça aos outros o que gostaria que fizessem a você” deve ser reescrita à luz da empatia para “<strong>faça aos outros o que eles gostariam que fizesse a eles</strong>”. A grande diferença da primeira para a segunda é que nesta última calçamos o sapato do outro e verdadeiramente nos colocamos no seu lugar, entendendo sua real necessidade.</p>



<p>“No mundo atual, não basta ser inteligente, esperto e preparado para competir. É preciso ter calma, empatia e persistir diante das frustrações para conseguir viver bem no amor, ser feliz com a família e vencer no mercado de trabalho.” Daniel Goleman.</p>



<p>Quer se conhecer melhor para
potencializar sua inteligência emocional através da empatia?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp:
(11) 99851-1275</p>
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		<title>Você domina ou é dominado por suas emoções?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 13:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[Num dos momentos mais transformadores da história da humanidade, novas habilidades são requisitadas aos indivíduos a cada momento. Dentre elas, a inteligência emocional continua em destaque. O que vem a ser inteligência emocional? Segundo Howard Gardner, psicólogo da Escola de Educação de Harvard, é a capacidade de compreender outras pessoas; é a capacidade de formar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num dos momentos mais transformadores
da história da humanidade, novas habilidades são requisitadas aos indivíduos a
cada momento. Dentre elas, a inteligência emocional continua em destaque. </p>



<p>O que vem a ser inteligência
emocional? Segundo Howard Gardner, psicólogo da Escola de Educação de Harvard,
é a capacidade de compreender outras pessoas; é a capacidade de formar um
modelo preciso, verídico, de si mesmo e poder usá-lo para agir eficazmente na
vida.</p>



<p>Trata-se da habilidade de
conhecer e lidar com suas próprias emoções. Sabemos que nosso cérebro tem dois
lados, o emocional e o racional, que muitas vezes batalham entre si; é preciso
saber harmonizar os dois para não sermos um barril de pólvora ambulante.&nbsp; </p>



<p>Além disso, a inteligência emocional
envolve a automotivação, chegando inclusive no estado de fluxo (algo como um
estado de graça), onde se obtém a maior satisfação de uma atividade, acarretando
grande produtividade e eficácia.</p>



<p>Compreende a capacidade de
controlar-se a si mesmo. Saber adiar a satisfação e conter a impulsividade. Experimentos
mostram que as crianças que adiaram o prazer imediato de comer um marshmallow
para esperar pelo dobro, foram adultos mais bem sucedidos em suas carreiras. O potencial
de autocontrole está na raiz disso.</p>



<p>Outra característica fundamental da inteligência emocional é a empatia. A aptidão de se colocar e sentir no lugar do outro é algo detectável já em bebês, mas que pode se perder por diversos fatores. As pessoas empáticas sabem entender as emoções alheias e podem melhor reagir e interagir com o mundo que as rodeia.</p>



<p>Tanto no âmbito pessoal como
profissional, saber lidar com relacionamentos, com as emoções dos outros pode
ser uma arte. Desde o exercício de liderança e gestão de pessoas até relações
entre parceiros e filhos.</p>



<p>Várias pesquisas científicas
mostram que os indivíduos com maior quociente emocional têm mais sucesso a
longo prazo do que aqueles simplesmente com maior quociente de inteligência.
Além disso, saber lidar com suas emoções torna as pessoas mais felizes.</p>



<p>Os seres humanos diferem em seus atributos para tratar cada um dos pontos citados, mas como nossa maior virtude é a faculdade de aprender, também é possível evoluir no campo emocional através do autoconhecimento. O entendimento da existência de emoções tóxicas, cientificamente falando, como a raiva, o pânico e a ansiedade e de itens altamente saudáveis como o otimismo e o bom humor, ajuda nesse caminho.</p>



<p>O assunto é tão importante, que
deveria fazer parte dos currículos escolares de todos os níveis, o que
infelizmente ainda é um sonho.</p>



<p>Para um aprofundamento indico
Daniel Goleman e seu livro “Inteligência Emocional”.</p>



<p>Quer se conhecer melhor? Marque
uma conversa.</p>



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