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	<title>relacionamentos interpessoais &#8211; HumanaGente</title>
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	<description>Coaching Pessoal e Profissional</description>
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	<title>relacionamentos interpessoais &#8211; HumanaGente</title>
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		<title>Você tem a coragem de não agradar?</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 20:25:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PANORANA GERAL Sempre acreditei que agradar outras pessoas fosse uma forma de humanidade, de consciência da vida social e até de humildade. Por isso me chamou a atenção o título do livro “A Coragem de Não Agradar”, best seller escrito por Ichiro Kishimi e Fumitake Koga. Os autores são inspirados nas ideias de Alfred Adler – um...]]></description>
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<p><strong>PANORANA GERAL</strong></p>



<p>Sempre acreditei que agradar outras pessoas fosse uma forma de humanidade, de consciência da vida social e até de humildade. Por isso me chamou a atenção o título do livro “A Coragem de Não Agradar”, <em>best seller</em> escrito por <a href="https://www.amazon.com.br/s/ref=dp_byline_sr_book_1?ie=UTF8&amp;field-author=Ichiro+Kishimi&amp;text=Ichiro+Kishimi&amp;sort=relevancerank&amp;search-alias=stripbooks">Ichiro Kishimi</a> e <a href="https://www.amazon.com.br/Fumitake-Koga/e/B07FM42SQF/ref=dp_byline_cont_book_2">Fumitake Koga</a>. Os autores são inspirados nas ideias de Alfred Adler – um dos expoentes da psicologia ao lado de Sigmund Freud e Carl Jung. A obra apresenta o debate entre um jovem e um filósofo que, ao longo de cinco noites, discutem temas como autoestima, raiva, autoaceitação e complexo de inferioridade. Aos poucos, fica claro que libertar-se das expectativas alheias e das dúvidas que nos paralisam e encontrar a coragem para mudar estaria ao alcance de todos.</p>



<p><strong>O SENTIDO DE NOSSAS EXPERIÊNCIAS</strong></p>



<p>Segundo Adler, nenhuma experiência é, em si, a causa de nosso sucesso ou fracasso. Nós não sofremos do choque de nossos traumas, mas os transformamos em algo que atende aos nossos propósitos. Não somos determinados por nossas experiências, mas sim pelo sentido que damos a elas.</p>



<p>Somos nós que determinamos nossa vida de acordo com o sentido que damos às experiências passadas. Sua vida não é algo que alguém dá a você, mas algo que você próprio escolhe, e é você quem decide como viver.</p>



<p>As pessoas não são impelidas por causas do passado, mas avançam para cumprir metas que elas próprias fixam. Quem é infeliz o é porque em algum estágio da vida optou por ser assim. Não foi porque nasceu em circunstâncias infelizes ou foi parar numa situação infeliz. Segundo Adler, isso aconteceu porque essa pessoa considerou “ser infeliz” uma boa coisa para ela naquele contexto.</p>



<p>Para a psicologia adleriana, as pessoas são capazes de mudar a qualquer momento, não importa o ambiente em que estejam. Alguém só se sente incapaz de mudar porque está tomando a decisão de não mudar, por achar mais prático deixar as coisas como estão. Quando tentamos mudar de estilo de vida, colocamos nossa coragem à prova. A mudança gera ansiedade e a inércia causa desapontamento. É tudo uma questão de escolha.</p>



<p><strong>OS RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS</strong></p>



<p>Adler dizia que “todos os problemas têm base nos relacionamentos interpessoais”. A base de nossos problemas está na comparação com os outros e na forma de nos relacionarmos.</p>



<p>A comparação em si não é o transtorno, pois a busca da superioridade e o sentimento de inferioridade não são doenças, mas estimulantes ao empenho e ao crescimento normais. O problema passa a existir quando, por um lado, atingimos o complexo de inferioridade o qual surge quando o indivíduo usa o sentimento de inferioridade como uma desculpa para não evoluir. Exemplos: minha instrução é deficitária, por isso não vou alcançar o sucesso; não tenho boa aparência, por isso não consigo me casar.</p>



<p>Por outro lado, a pessoa que sente precisar ostentar sua superioridade o tempo todo tem um complexo de superioridade, o que também não é bom. Na verdade, ela teme que sem a ostentação ninguém a aceitaria do jeito que é. Quem tem autoconfiança não sente necessidade de se vangloriar.</p>



<p>Para Adler, os relacionamentos interpessoais não devem ser encarados como uma competição, pois se assim for, os outros serão sempre considerados inimigos. Para sermos felizes é necessário, segundo essa teoria, nos tornamos capazes de contribuir ativamente para a felicidade do outro.</p>



<p>A psicologia adleriana considera que quando conseguimos sentir que as pessoas são nossas companheiras e não competidoras, nossa maneira de ver o mundo muda por completo: ele passa a ser um lugar seguro e agradável e nossos problemas de relacionamento diminuem consideravelmente.</p>



<p><strong>AS TAREFAS DE CADA UM</strong></p>



<p>Quando desejamos muito sermos reconhecidos, acabamos vivendo para satisfazer as expectativas das outras pessoas. Para Adler, ao fazer isso, jogamos fora quem realmente somos e passamos a viver a vida alheia.</p>



<p>Segundo a psicologia adleriana, todos os problemas de relacionamento são causados pela nossa intromissão nas tarefas das outras pessoas ou pela intromissão alheia nas nossas tarefas. Cabe ao responsável pela tarefa arcar com as decisões sobre ela e também com as consequências de sua decisão.</p>



<p>Às vezes o problema é identificar de quem é a tarefa e existe uma forma simples de saber, que é responder à questão “quem vai acabar recebendo o resultado final causado pela escolha feita?”</p>



<p>O que outra pessoa pensa de nós – se gosta ou não de nós – é tarefa dela, não nossa. Isso é separação de tarefas.</p>



<p>Um exemplo comum é quem diz: “Não consigo fazer bem meu trabalho porque meu chefe não gosta de mim.” Para os estudiosos adlerianos, a pessoa que diz esse tipo de coisa está usando a existência do chefe como desculpa para o trabalho malfeito.</p>



<p>Segundo Adler, o que devemos fazer sempre é enfrentar nossas próprias tarefas em nossas próprias vidas sem mentir. Se alguém vive para satisfazer as expectativas alheias e confia a vida aos outros, está mentindo para si e estendendo a mentira para incluir as pessoas à sua volta.</p>



<p>Dado todo esse pensamento, o preço da liberdade nos relacionamentos interpessoais é desagradar algumas pessoas. Quando nos comportamos de forma a agradar todo mundo, passamos a viver sem liberdade. Devemos nos lembrar que pode haver uma pessoa que não simpatize conosco, mas isso não é tarefa nossa. Antes de nos preocuparmos com o que os outros pensam de nós, devemos agir com nosso próprio ser; isso é viver em liberdade.</p>



<p>Quando se está preso ao desejo de reconhecimento alheio, as cartas do relacionamento estão nas mãos do outro. Temos que escolher entre dar as cartas da nossa vida para outra pessoa ou segurá-las nós mesmos.</p>



<p>Todos os seres humanos podem ser felizes; isto não significa que todos os seres humanos são felizes. A pessoa precisa se sentir útil a alguém para ser feliz, ou seja, precisa ter a sensação de contribuição. Se um indivíduo realmente tem a sensação de contribuição, deixa de buscar o reconhecimento alheio, pois já terá a consciência real de que é útil a alguém e não precisará fazer qualquer esforço para obter o reconhecimento.</p>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>A psicologia adleriana é, no mínimo, intrigante. Com certeza, coloca o ser humano num papel de maior protagonismo, pois não aceita que os traumas e condições passadas influenciem quem somos no presente. Para Adler, é uma questão de qual o significado queremos dar a esses fatores em nossas vidas.</p>



<p>Ainda segundo Adler, somos sempre capazes de mudar, tudo é uma questão de “custo x benefício”, pois algumas vezes preferimos a inércia do status quo a enfrentar o medo da transformação.</p>



<p>A coragem de não agradar vem do reconhecimento da separação de tarefas nos relacionamentos interpessoais. Quando passamos a separar nossas tarefas das tarefas dos demais, verificamos que o que o outro pensa de nós é função dele e não nossa.</p>



<p>Não é fácil pensar assim e, sinceramente, não sei se concordo com tudo, mas é muito interessante ver uma forma diferente de análise do ser humano do que dita a psicologia tradicional.</p>



<p>Quer avaliar seus relacionamentos interpessoais?</p>



<p>Entre em contato:</p>



<p><a href="http://www.humanagente.com.br/">www.humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você tem construído &#8220;networkings&#8221; sadios?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 11:55:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[networking]]></category>
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					<description><![CDATA[NETWORKING: DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA No mundo de hoje sermos reconhecidos por nossas habilidades é fundamental tanto para transações de negócio como para colocação profissional. A utilização de nossa rede de relacionamentos para concretizar esses objetivos é a forma mais consistente e efetiva de atingi-los. Ou seja, para quem deseja crescer profissionalmente (e, por que não,...]]></description>
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<p><em>NETWORKING</em>: DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA</p>



<p>No mundo de hoje sermos reconhecidos por nossas habilidades é fundamental tanto para transações de negócio como para colocação profissional. A utilização de nossa rede de relacionamentos para concretizar esses objetivos é a forma mais consistente e efetiva de atingi-los. Ou seja, para quem deseja crescer profissionalmente (e, por que não, pessoalmente) é essencial a construção e manutenção de um <em>networking</em> sadio.</p>



<p>Segundo o blog “Rockcontent”, fazer <em>networking</em> é construir uma rede de contatos profissional para trocar experiências e informações e potencializar oportunidades através de relacionamentos.</p>



<p>O princípio do <em>networking</em> está atrelado ao conceito de estabelecer conexões que permitam a troca de informações para gerar e ampliar o conhecimento mútuo. Trata-se de criar uma via de mão dupla na qual possam trafegar informações trocadas sem barreiras ou ruídos. Quando falamos desse tipo de relação o que vale mesmo não é só o que você sabe, mas o que os outros sabem que você sabe.</p>



<p>Para um aprofundamento nesse assunto, indico o livro “<em>Networking</em> – De puta a padre” de Antonio Amaro Mesquita Neto e Bruno Pedro Bom, no qual se baseia este artigo. Segundo os autores, o segredo para a criação de <em>networkings</em> saudáveis é ajudar pessoas a se conectar com pessoas e a resolver suas necessidades ou seus problemas, porque elas naturalmente irão ajudá-lo em reciprocidade, quando for preciso. Esse processo, porém, tem que ser muito verdadeiro e sincero e não apenas interesseiro.</p>



<p>Quanto mais grupos estivermos conectados, melhor. Com esse enfoque, devemos expandir nosso <em>networking</em>, sempre que possível. Para isso, é necessário procurar por grupos diferentes, saindo da zona de conforto, conversando com novos indivíduos, ser agradável e ter pré-disposição para ouvir o outro, uma vez que esta é a forma de identificarmos como estabelecer um vínculo através da ajuda mútua. Mas, cuidado! Nossos grupos de relacionamento têm que ter qualidade, pois seremos vistos, inclusive, por essa convivência. Segundo Jim Rohn, empreendedor norte-americano: “Nós somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos.”</p>



<p>CONSTRUINDO O <em>NETWORKING</em></p>



<p>Existem algumas atitudes para a construção de um networking sadio:</p>



<p>O primeiro passo é <strong>buscar contatos relevantes</strong>. Mas, não confundir a relevância com pessoas que ocupam cargos altos em empresas renomadas. Aproveitar as oportunidades de criar relações saudáveis e que podem ser construtivas, não tendo necessidade alguma de ser forçado ou enganador. Para isso, é necessário <strong>saber iniciar um contato</strong>, isto é, ter proatividade de tomar iniciativa que poderá gerar um retorno num momento oportuno e apropriado.</p>



<p>Não basta querer que as pessoas ofereçam uma oportunidade a você. É importante também apresentar algo de relevante em seu ciclo de amizades. Por isso, busque sempre aprimorar os seus conhecimentos e estar constantemente aprendendo novas habilidades, ou seja, <strong>seja referência em algo</strong>.</p>



<p>Outro ponto importante é <strong>marcar presença</strong>. Para que as pessoas vejam você e você tenha oportunidade de conhecê-las, esteja presente nos eventos e nas redes sociais, como o LinkedIn. Para isso, é preciso sempre se informar sobre as tendências e os acontecimentos mais próximos. Em suma, é preciso <strong>ter repertório</strong>. Vale a pena se dispor também a participar de eventos maiores, como uma feira, um workshop ou um curso.</p>



<p><em>NETWORKING</em> E SUA MARCA PESSOAL</p>



<p>A sua marca pessoal ou <em>personal branding</em> é a percepção ampliada que os outros têm sobre você, sendo o resultado de como se apresenta ao mundo, do que você entrega e de como as pessoas reagem a isso. Para usarmos isso ao nosso favor nos grupos de relacionamento é preciso fazer a gestão de marca pessoal, ou seja, passar por um processo de autoconhecimento, entendendo nossos valores, habilidades, talentos e propósitos para que seja possível se apoderar daquilo que se é. Como diz Dave Grohl, músico e compositor norte-americano, fundador, vocalista e guitarrista da banda Foo Fighters, “Ninguém é igual a você. Esse é o seu poder.”</p>



<p>Vários fatores contribuem para que uma marca pessoal seja estabelecida com todos os seus predicados, dos quais pode-se destacar a auto apresentação (desde as vestimentas até os cuidados pessoais, como com a higiene), objetos pessoais (celular, carteira, caneta, etc.), expressões faciais (como olhar e sorriso), linguagem corporal (especialmente gestos, postura e uso do espaço), sua forma de falar (ritmo e tom de voz) e suas habilidades e competências.</p>



<p>O SEGREDO PARA UM <em>NETWORKING</em> DE SUCESSO</p>



<p>Para estabelecer um <em>networking</em> efetivo, não superficial e passageiro, é essencial praticar uma autenticidade nas intenções e atitudes. Nunca chegue pedindo oportunidade, sempre ofereça algo, entenda e traduza o que a pessoa deseja e gosta.</p>



<p>Quer ganhar a atenção das pessoas? Dê atenção aos problemas que elas contam a você. Pense sempre e se pergunte: como posso ajudar? Esse é o segredo para o sucesso no universo do <em>networking</em>.</p>



<p>É melhor ser interessante ou interesseiro? Muitas vezes ficamos tão preocupados em vender o nosso peixe, nos esforçando ao máximo para transmitir determinada imagem, que acabamos por deixar de lado o propósito de mergulhar no universo do outro, desvendando aquilo que lhe apraz. Esse é o ponto chave para identificarmos o que ele necessita e o que podemos dar, antes de apenas receber alguma coisa.</p>



<p>Segundo os autores do livro citado, quando falamos de <em>networking</em>, devemos ser jardineiros cultivando um jardim que no futuro gerará flores e não caçadores cujo intuito é o de ser predador voraz de uma presa a ser abatida num único golpe.</p>



<p>Quer melhorar suas relações de <em>networking</em>?</p>



<p>Entre em contato:</p>



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<p>whatsapp: (11) 99851-1275</p>
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		<title>Você sabe lidar com gente?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2021/04/30/voce-sabe-lidar-com-gente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 18:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[relações humanas]]></category>
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					<description><![CDATA[No mundo do trabalho, mesmo se considerarmos os cargos mais técnicos, não vivemos isolados, interagimos com clientes, fornecedores, colaboradores, funcionários, supervisores, colegas. Na vida pessoal, convivemos com cônjuge, filhos, pais, parentes, amigos, vizinhos. Desta forma, não podemos fugir de uma realidade: temos que saber lidar com gente. Relacionar-se com pessoas não é fácil, dado não...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mundo do trabalho, mesmo se
considerarmos os cargos mais técnicos, não vivemos isolados, interagimos com clientes,
fornecedores, colaboradores, funcionários, supervisores, colegas. Na vida
pessoal, convivemos com cônjuge, filhos, pais, parentes, amigos, vizinhos. Desta
forma, não podemos fugir de uma realidade: <strong>temos que saber lidar com gente</strong>.
</p>



<p>Relacionar-se com pessoas não é
fácil, dado não haver fórmulas exatas: cada indivíduo possui características
próprias definidas por crenças, comportamentos, valores, história de vida, virtudes
e defeitos, que o torna único e diferente de todos os demais.</p>



<p>Já falei em <em>post</em> anterior
sobre a importância da qualidade dos relacionamentos interpessoais. Retorno
sobre esse tema, que vale ser explorado de vários ângulos. </p>



<p>Por incrível que pareça a
premissa básica para termos bons relacionamentos interpessoais é o
autoconhecimento. Se você não se conhece e não sabe lidar consigo mesmo, como
pode querer conviver bem com o outro? Se internamente estamos bem-resolvidos
com nossas questões pessoais e profissionais, nossas relações exteriores tendem
a ser melhores. Por outro lado, quando algo não vai bem e sofremos de algum
tipo de&nbsp;<a href="https://www.ibccoaching.com.br/portal/5-sintomas-do-desequilibrio-emocional/">dor emocional</a>&nbsp;podemos
refletir este mal-estar na forma como tratamos as outras pessoas. Muitas vezes,
este desconforto pode revelar atitudes negativas, agressivas e intransigentes.
&nbsp;Não é por acaso que vemos líderes e colegas de trabalho que, por conta de
seus problemas pessoais, às vezes, acabam tratando com rispidez todos com quem
se relacionam em seu dia a dia, ou vice-versa: pessoas que levam seus problemas
do trabalho para os relacionamentos da vida pessoal, danificando-os. </p>



<p>Conforme
já mencionado, não há receita mágica para a construção de boas relações entre
pessoas, pois cada ser é único, mas pode-se enumerar algumas atitudes que
ajudam a desenvolvê-las de forma saudável:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Tenha respeito para com os outros. Se tivesse que dar apenas um conselho sobre como viver bem com gente, seria este. As pessoas têm opiniões diferentes e divergência de valores diante das várias situações que a vida nos apresenta. A primeira regra de boa convivência é o respeito. Você pode discordar de outrem, mas deve sempre respeitar sua posição. Tratar pessoas como gostaria de ser tratado é uma boa dica. Além disso, levar em conta que a diversidade de ideias agrega valor à relação.</li><li>Tenha uma atitude de protagonista. Seja a figura principal de sua existência, não esperando que o destino ou a outra pessoa cuide de você. Quem costuma colocar a responsabilidade por seus fracassos no outro, não pode ter bons relacionamentos pois irá gerar conflitos e ressentimentos.</li><li>Seja empático. A empatia é a habilidade de se imaginar no lugar de outra pessoa, compreendendo seus sentimentos, desejos, ideias e atitudes. Com ela é possível avaliar o impacto de cada decisão ou ação nos diferentes públicos com os quais nos relacionamos. Não é necessário que se concorde com a posição do outro, mas é fundamental que se entenda seus motivos.</li><li>Pratique a escuta ativa. Pare para ouvir o que o outro tem a dizer. Processe antes de responder. Aceite a possibilidade de haver pensamentos válidos diferentes do seu.</li><li>Mantenha uma e atitude positiva. Quem quer construir algo em conjunto deve pensar no bem maior, se mostrando receptivo e trabalhando para o bem comum. Os relacionamentos saudáveis não são um jogo onde um perde e o outro ganha, mas um processo ganha-ganha: cada um deverá ceder um tanto e se impor um tanto.</li><li>Esteja aberto a críticas e feedbacks. Crescemos aprendendo com os erros e o que melhor para isso do que ouvir a opinião do outro a nosso respeito? Obter outras perspectivas é uma forma de aumentar seu autoconhecimento e evoluir com críticas.</li><li>Estabeleça limites. Uma relação será mais rica se ambos os lados souberem dar e receber. Deve-se estar atento para evitar relacionamentos tóxicos nos quais a ausência de limites leva a criação do “aproveitador” por um lado e do eterno “doador” do outro.</li></ol>



<p>Todos esses pontos contribuem
para o avanço de nossa inteligência emocional e, consequentemente, nossa
habilidade em lidar com pessoas. </p>



<p>As competências de relacionamentos interpessoais não somente são fundamentais no mundo de hoje, como continuarão a sê-lo no futuro. Como apregoa o futurista Gerd Leonhard, “Tudo que puder ser digitalizado ou automatizado, será! O que não puder ser digitalizado ou automatizado se tornará extremamente valioso: criatividade, imaginação, intuição, emoção e ética.“. Nossas competências tipicamente humanas, embasadas nos relacionamentos interpessoais, serão o ouro do futuro.</p>



<p>Quer aumentar a qualidade dos
seus relacionamentos interpessoais?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



<p><a href="mailto:hg@humanagente.com.br">hg@humanagente.com.br</a></p>



<p>whatsapp: (11)
99851-1275</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você se comunica bem?</title>
		<link>https://humanagente.com.br/2021/03/30/voce-se-comunica-bem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[humanagente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 20:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos interpessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo numa sociedade influenciada pela revolução digital, temos que reconhecer a importância da comunicação nos relacionamentos interpessoais, fundamentais no presente e no futuro, pois nossas habilidades humanas nos diferenciarão das máquinas. Nesse contexto, não basta saber se expressar, é preciso ser capaz de aprender e interpretar o que os outros têm a dizer. Quando falamos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mesmo numa sociedade influenciada pela revolução digital, temos que reconhecer a importância da comunicação nos relacionamentos interpessoais, fundamentais no presente e no futuro, pois nossas habilidades humanas nos diferenciarão das máquinas. Nesse contexto, não basta saber se expressar, é preciso ser capaz de aprender e interpretar o que os outros têm a dizer.</p>



<p>Quando falamos de comunicação, nos referimos a toda troca de informações entre indivíduos, o que contempla o domínio da fala, a escrita, a expressão corporal, a escuta, a leitura e a observação. A comunicação interpessoal também se realiza por meios tecnológicos modernos, como SMSs, e-mails, fotos, vídeos, mensagens instantâneas de aplicativos, dentre outros e todos cuidados também devem ser considerados nesses tipos de interação.</p>



<p>Uma boa parte dos desentendimentos entre pessoas são provenientes de ruídos nas comunicações. &nbsp;Os indivíduos carregam sua personalidade, história, julgamento no momento da interação com os demais. A mensagem pode significar muito mais do que é dito e a forma com que o outro a recebe pode não ser a desejada.</p>



<p>Por incrível que pareça, uma das atitudes fundamentais para a boa comunicação é saber ouvir, praticar a escuta ativa. Somente entendendo o contexto no qual o outro está inserido poderemos entender sua mensagem e quanto mais ouvimos, mais percebemos o sentido verdadeiro do que está sendo transmitido. Saber ouvir é escutar seu interlocutor sem interrompê-lo e se esforçar para entender sua mensagem. Para ser um bom ouvinte, fique atento a não cair em algumas armadilhas: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Achar que já conhece as pessoas de sua vida. Quanto mais próximos somos de uma pessoa, menor a probabilidade de ouvi-la com cuidado. Há uma tendência inconsciente de não prestarmos mais atenção, porque achamos que já sabemos o que ela tem a dizer. Trata-se do viés da comunicação próxima, pelo qual o entendimento entre indivíduos do convívio habitual chega a ser pior do que aquele entre estranhos. A consequência é que eles perdem a vontade de dividir experiências e se relacionar plenamente com seus interlocutores.</li><li>Não ter curiosidade de entender. A maioria dos indivíduos não ouve com intenção de entender, mas com intenção de responder.</li><li>Ter uma reputação para defender. Da mesma forma que acreditamos conhecer o outro, achamos que já nos conhecemos. Temos uma imagem fixa de nós mesmos e, toda vez que essa imagem é ameaçada, tentamos defendê-la ao invés de ouvir. Prestar atenção no outro nos permite avaliar uma posição diferente a respeito de nós mesmos para depois chegarmos a conclusão do porquê. É preciso abandonar a mentalidade de querer estar certo, porque assim só alimentamos uma ilusão de que nos relacionamentos, alguém tem que ganhar e alguém tem que perder. Segundo William Ury, o segredo é suspender sua ação quando quiser revidar, ouvir quando quiser rebater, perguntar ao invés de forçar suas respostas, criar pontes ao invés de impor seu jeito.</li><li>Não se escutar e, por isso, não escutar o outro. Interromper, julgar, se sentir ofendido, rebater, se defender são reações que nos impedem de ouvir. São atividades de nosso ego repetidas tantas vezes, que elas acabam se tornando inconscientes. Prestar atenção em suas próprias reações para entender o porquê e trabalhar a inteligência emocional visando ouvir e entender mais.</li></ul>



<p>Outra dica para a comunicação efetiva é pensar antes de falar e escrever. Existem muitas formas de transmitir uma mensagem e usar o cérebro antes de falar, pode eliminar muitos desentendidos. Lembre-se que as palavras importam e têm poder de alegrar, consolar, ferir, dentre outros.</p>



<p>Também é preciso mostrar-se interessado no seu interlocutor, atentar-se a sua mensagem, para depois exigir o mesmo. Responder com consideração, educação e olhar nos olhos de quem se conversa é um bom começo. É essencial não demonstrar linguagem corporal de maneira negativa, já que a primeira impressão quase sempre permanece. Uma comunicação consiste em mais de 50% de linguagem não verbal e, sendo assim, é necessário tomar cuidado e analisar seus gestos, comportamentos e atitudes.  </p>



<p>Seja uma pessoa interessante, o
que significa ter repertório para agregar valor às discussões e ser ouvido autenticamente.
Leia mais e se informe com fontes confiáveis. Tenha pensamento crítico. Mas,
cuidado: não podemos saber e ter opinião sobre tudo. Fale mais sobre o que sabe
e escute mais sobre o que não sabe. Tenha dúvidas, pergunte e aceite <em>feedbacks</em>.</p>



<p>Se não tiver algo construtivo a
dizer, não diga. Isso não implica que a notícia deva sempre ser boa, até uma crítica
pode agregar valor. Às vezes, o silêncio vale mais que mil palavras.</p>



<p>Em todas as ocasiões, mas particularmente no ambiente de trabalho, a comunicação interpessoal deve ser feita de modo claro e direto para gerar transparência e contribuir para a produtividade. A excelência na comunicação interpessoal é fator fundamental para o sucesso de líderes, profissionais, equipes e empresa, uma vez que ela evita conflitos e dispêndios inúteis de energia gerados por má interpretação.</p>



<p>Quer elevar o nível de sua
comunicação interpessoal?</p>



<p>Marque uma conversa.</p>



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